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Capa do romance Paixão ardente: A esposa culpada do CEO

Paixão ardente: A esposa culpada do CEO

Rogélio culpa Marian pela morte de seu irmão e promete transformar o casamento deles em um verdadeiro inferno. Ele a humilha constantemente, mas um incidente inesperado os leva a uma noite íntima que resulta em uma gravidez secreta. Apesar do ódio, o CEO protege Marian de qualquer ameaça externa e atende aos seus desejos mais ousados. Quando ela tenta fugir desse caos, Rogélio a confronta, revelando que já sabe sobre o herdeiro que ela carrega em seu ventre.
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Capítulo 3

Enquanto as palavras de Rogélio ressoavam, Kyra ficou sem fala, sua compreensão se desdobrando em incredulidade.

Mariana também experimentou um choque de espanto.

A realização foi dura — Kyra havia orquestrado a administração da droga, uma tentativa de ajudar Rogélio em sua busca por um herdeiro.

"Rogélio, eu... eu só queria te ajudar." A explicação de Kyra tremia de sinceridade. "Sei da sua relutância, mas os efeitos da droga diminuiriam sua resistência. A prioridade é garantir um filho."

Os lábios de Rogélio se curvaram em um sorriso cínico. "Mãe, parece que te decepcionei."

"O quê? O que você quer dizer?" A consternação de Kyra era palpável.

"Eu não estive com Mariana na noite passada."

A revelação de Rogélio deixou Kyra perplexa. "Onde você estava? Não dormiu na suíte nupcial antes de visitar o cemitério ao amanhecer?"

Uma visita ao cemitério?

A ideia de uma visita ao cemitério desenrolou uma perspectiva alternativa — parecia que Mariana havia ido prestar suas homenagens a Neal, o que poderia explicar sua ausência.

Diante do silêncio de Rogélio, o olhar de Kyra desviou-se para Mariana, sua fúria aumentando. "Fale!"

"Eu... eu visitei o cemitério sozinha. Rogélio ocupou brevemente a suíte nupcial e depois saiu."

"Por que você não o impediu? Está sem qualquer poder de decisão?"

Mariana ficou sem palavras. Como ela poderia tê-lo detido?

Contra sua força, ela era apenas uma entidade insignificante — sua capacidade de terminar com sua existência era sempre presente.

"Eu não vou fazer sexo com ela." A voz de Rogélio, desprovida de emoção, soou fria. "Mãe, abstenha-se de métodos tão desagradáveis."

Mesmo se todas as mulheres do mundo perecessem, ele não lançaria um segundo olhar para Mariana.

Com um tom de ansiedade, Kyra inquiriu: "Então, como você neutralizou a droga? Sua potência é formidável. Sem sexo, você enfrentaria um sofrimento imenso. Você é meu único filho, e não permitirei que nenhum mal te aconteça."

"Não se preocupe com isso, mãe."

De fato, uma mulher interveio, salvando Rogélio das garras da droga. Sua pele macia e cintura sinuosa deixaram uma marca nele, despertando um desejo viciante.

A determinação surgiu — Rogélio a encontraria, não importando o custo!

Ele estava resoluto em alcançar isso.

Na noite anterior, precauções contraceptivas estavam ausentes, repetições incontáveis — possivelmente engravidando a mulher.

Interrompendo o discurso iminente de Kyra, Rogélio interveio com força: "Estou ciente do seu desejo por um neto. Vou honrar esse desejo."

"O que você vai fazer? Procurar outra mulher? Absolutamente não! Tal ato é desonroso. O status da Família Bailey impede flertes e filhos ilegítimos. Já que você se casou com Mariana, deixe que ela tenha seu filho."

A mentalidade de Kyra se apegava ao conservadorismo tradicional, abrigando reservas sobre casos extraconjugais.

Comparada à maioria das mulheres, Mariana era considerada obediente devido à sua linhagem respeitável e empatia pelo destino de seu filho mais velho. Ela era uma boa escolha para a Família Bailey, na opinião de Kyra.

No entanto, Rogélio estava determinado — a convicção em seu tom era inabalável. "Qualquer um pode ter meu filho, exceto Mariana."

"Você—"

"Mesmo que ela carregasse meu filho, eu... mataria o bebê com minhas próprias mãos!"

A declaração de Rogélio pairou pesadamente no ar, uma determinação aterrorizante.

As implicações deixaram o coração de Mariana em tumulto — seu ódio por ela era tão profundo que ele nem mostraria misericórdia ao seu filho imaginário.

Tendo sido íntima dele na noite anterior, poderia ela já estar carregando seu filho?

A apreensão a dominou, levando-a a pensar em medidas contraceptivas clandestinas.

Rogélio partiu em seguida, seguido pelo escrutínio perturbado de Kyra, seu olhar dissecando Mariana.

O desconforto do olhar de Kyra pesava sobre ela.

"Mariana, dado que Rogélio reluta em ser íntimo de você, métodos artificiais são sua única opção para conceber."

Antes que Mariana pudesse expressar sua dúvida, Kyra convocou os guardas, que prontamente a levaram embora.

Confinada em um quarto de hospital, médicos e enfermeiros a visitavam frequentemente, administrando injeções, realizando exames e dispensando explicações indecifráveis — células-ovo, indução da ovulação, dosagens de medicamentos e afins.

Meio mês se passou, culminando na liberação de Mariana do cativeiro, sua saída dos limites do hospital.

Observando a farmácia adjacente, ela refletiu sobre seu dilema. Após um longo período, a eficácia das medidas contraceptivas parecia duvidosa.

A resignação era uma companhia indesejada — uma que ela relutantemente abraçou.

Ainda assim, no fundo, ela rezava para que a gravidez não a tivesse acometido.

Em tumulto, Mariana eventualmente decidiu priorizar sua educação indo para sua universidade. Ela considerava seus estudos primordiais.

Nesse momento, um Maybach preto estava parado à beira da estrada, sua janela descendo para revelar as feições esculpidas de Rogélio.

Observando Mariana à distância, ele perguntou: "Você se encontrou com os médicos?"

"Senhor Bailey, não há necessidade de preocupação." Mateus continuou: "A Sra. Bailey não vai engravidar do seu filho."

"Espero que você não esteja errado." Rogélio bufou com desdém.

Ele compreendia as intenções de sua mãe e optou por cumprir externamente, cauteloso para não gerar um rompimento que pudesse prejudicar seu relacionamento. Consequentemente, ele organizou discretamente uma consulta com os obstetras-ginecologistas.

"Entendido. Senhor Bailey, você está agendado para se encontrar com o reitor da Universidade de Prestígio às 10h. Está indo para lá agora?"

"Sim." Enquanto isso, Mariana entrou em uma sala de aula na Universidade de Prestígio, ponderando como explicar sua ausência nos últimos dias.

Ela não podia simplesmente dizer que foi se casar ou, ainda mais louco, para se preparar para a fertilidade.

De repente, alguém se colocou em seu caminho.

Levantando o olhar, um arrepio de desconforto percorreu Mariana. Esta era a última pessoa que ela desejava encontrar.

"Ei, Sra. Bailey, minha irmã sortuda, que se casou com uma família rica." O tom de Lorna gotejava de inveja. "Por que se incomodar em assistir às aulas? Não tem outros para fazer isso por você?"

Mariana retrucou friamente: "Eu também como e durmo sozinha."

Com isso, ela contornou Lorna e se afastou.

Lorna compartilhava um laço de sangue com Mariana como meia-irmã, mas ela perpetuamente explorou e intimidou Mariana desde a infância — arrancando brinquedos, roupas, carros, até mesmo seu espaço de vida, sempre que sua fantasia ditava.

A madrasta de Mariana consistentemente favorecia Lorna, mostrando hostilidade em relação a Mariana.

E o pai delas, Grady Chapman, havia se tornado indiferente a Mariana após se casar novamente.

Dentro da Família Chapman, Mariana ocupava uma posição humilde.

Assim, Lorna não conseguia entender a ascensão de Mariana à Família Bailey e fervia em resposta.

"Saindo tão rápido? Não é tão fácil quanto parece, não é?" Lorna obstruiu Mariana novamente, um brilho malicioso nos olhos. "Não se superestime como uma senhora rica. Mariana, você teve uma noite de núpcias solitária?"

A resposta de Mariana foi de confusão e espanto. Como Lorna sabia?

A admissão presunçosa de Lorna seguiu. "Eu vi o Senhor Bailey no bar naquela noite, e brindamos. Deixe de lado a pose; sua vida na Família Bailey não é tão luxuosa quanto você finge."

"Posso enfrentar desafios, mas agora sou a Sra. Bailey," o sorriso de Mariana manteve-se firme ao afirmar. "Me trate com respeito. Sou um membro da Família Bailey."

"Você!" O semblante de Lorna vacilou de raiva. Ela lutou para encontrar uma resposta.

A postura de Mariana transmitia uma assertividade recém-descoberta. "Se você tem queixas, leve-as à Família Bailey e descubra se eles apoiam o seu bullying!"

Lorna há muito tempo estava acostumada a explorar a vulnerabilidade de Mariana, então essa resistência inesperada a pegou desprevenida.

Ao ver Mariana prestes a partir, a relutância de Lorna surgiu. Ela estendeu a mão para detê-la, afirmando: "Você acha que pode simplesmente ir embora? Eu não terminei!"

Mariana tentou evitar seu aperto.

No entanto, em uma reviravolta inesperada, a fúria de Lorna intensificou-se. Ela exerceu força, empurrando Mariana para trás com um empurrão áspero. "Vadia!"

Mariana, enfraquecida por seu café da manhã pulado e hipoglicemia, não tinha a resistência para permanecer de pé.

Enquanto ela cambaleava e começava a cair, Mariana notou um sorriso no canto dos lábios de Lorna.

Naquele instante, Mariana antecipou o impacto iminente, mas ele nunca chegou.

Em vez disso, um par robusto de braços envolveu sua cintura, interrompendo sua queda. Ela foi puxada para perto, aninhada em seu abraço.

Uma voz profunda e autoritária ressoou, seu tom autoritário. "Que comportamento é esse? Como você ousa empurrar minha esposa?"

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