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Capa do romance Os Herdeiros do Magnata Rico

Os Herdeiros do Magnata Rico

Anne viveu sob o controle de seu pai implacável até se apaixonar pelo influente Gabriel Hernandez. Agora, ela precisa escolher entre a lealdade familiar e esse amor proibido. Gabriel, antes rigoroso e frio, vê seu mundo mudar com a chegada de Anne. A situação ganha novos riscos com uma gravidez inesperada: os bebês simbolizam a união do casal, mas também o perigo de desafiar o sistema. Conseguirão eles sobreviver à guerra que ameaça seu futuro?
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Capítulo 2

Minhas mãos deslizaram por suas costas, descendo até a curva de seus quadris. Ela suspirou contra meus lábios, seus dedos enroscando-se em meus cabelos. A sensação de sua pele através do tecido fino do vestido era intoxicante. Seus seios pressionavam contra meu peito, e eu podia sentir a ausência de qualquer barreira entre nós.

- Gabriel... - ela murmurou, a urgência em sua voz refletindo o que eu sentia.

Nossos beijos se tornaram mais intensos, cada toque, cada carícia, alimentando o desejo crescente. Minhas mãos exploraram seu corpo, traçando caminhos que pareciam desenhar um mapa de paixão e desejo.

Anne puxou minha gravata novamente, guiando-me até o sofá. Sentamos, ainda entrelaçados, e ela se acomodou em meu colo, suas pernas envolvendo minha cintura. A proximidade aumentou a intensidade do momento, e eu a segurei firmemente.

Seus dedos deslizaram pelo meu peito, desabotoando lentamente minha camisa. Cada botão aberto revelava mais da minha pele, e seus lábios seguiam o caminho traçado por seus dedos. Meu corpo inteiro reagia ao seu toque, inflamando de desejo por aquela garota atrevida.

Eu era um viúvo de 42 anos e ela uma jovem de 20. Por si só, isso já era um grande motivo para não nos envolvermos, e a minha rivalidade com o pai dela só piorava tudo...

Parei de pensar quando seus dentes delicados morderam meu pescoço e ela rebolou ainda mais no meu colo.

- Anne... - murmurei contra seus lábios, tentando recuperar o fôlego, mas ela não me deixou

- Não pare - sussurrou, com a voz rouca e - Por favor...

Seu pedido, tão carregado de necessidade, me fez perder o pouco controle que ainda restava.

Cada palavra dela era um incentivo para deixar de lado todas as minhas preocupações e me entregar ao momento. Suas mãos continuaram a explorar meu corpo, enquanto eu a puxava ainda mais para perto, sentindo o calor de seu corpo contra o meu.

Ela se mexeu no meu colo, ajustando-se para um maior contato. Minhas mãos desceram por suas costas, até encontrarem a barra do vestido, que comecei a levantar devagar, revelando suas coxas. Seu corpo tremia levemente com o toque, evidenciando o tesão que sentíamos.

Nossos lábios se encontraram novamente, e dessa vez o beijo era ainda mais intenso. As línguas se entrelaçavam com uma urgência que parecia crescer a cada segundo. Minhas mãos finalmente encontraram a pele nua de suas coxas, subindo lentamente até suas nádegas. O tecido fino do vestido agora estava completamente fora do caminho, dando-me acesso total a ela.

Anne gemeu baixinho, suas mãos apertando meus ombros enquanto se movia contra mim. O som de nossos suspiros preenchia a sala silenciosa, criando uma atmosfera carregada de desejo.

- Gabriel... - ela sussurrou, com os lábios roçando os meus.

Levantei-a ligeiramente, ajustando nossas posições para que ela pudesse se acomodar melhor. Seu vestido agora estava completamente levantado, e eu podia sentir a umidade crescente entre suas pernas.

- Sem calcinha? Caralho, Anne!

Ela sorriu, mordendo o lábio, os olhos brilhando com provocação.

- Sabia que você ia me comer...

Ela gostava de testar a minha sanidade, e naquele momento, eu já não conseguia mais me controlar. O desejo queimava dentro de mim, intenso e urgente. Minhas mãos seguraram suas coxas com firmeza enquanto eu a posicionava. Peguei meu membro, rígido e pulsante, e o encaixei em sua entrada quente e macia. A sensação era indescritível.

- Gostosa demais - murmurei, enquanto a penetrava lentamente, sentindo cada centímetro dela se moldar ao meu corpo.

Anne arqueou as costas, soltando um gemido rouco, suas unhas cravando-se em meus ombros. A sensação de tê-la tão próxima, tão entregue, era viciante. Comecei a me mover, cada estocada aumentando a intensidade do prazer que compartilhávamos.

A sala silenciosa parecia vibrar com nossos sons, o leve ranger do sofá, os suspiros entrecortados e os gemidos abafados. A luz suave do abajur criava sombras dançantes nas paredes, intensificando a intimidade do momento.

Anne envolveu as pernas ao redor da minha cintura, puxando-me ainda mais fundo. Cada movimento dela me fazia perder o controle, e eu sabia que estávamos nos entregando completamente ao desejo.

- Gabriel... - ela sussurrou, tomada pelo prazer. Seus olhos se fecharam fechados, perdidos na sensação.

Aumentei o ritmo, minhas mãos explorando seu corpo, sentindo a pele macia e quente sob meus dedos. Ela retribuía cada toque, cada movimento, com uma intensidade que me deixava sem fôlego.

Nosso ritmo aumentava, e eu podia sentir a tensão crescendo em nós. Anne gemeu meu nome novamente, seu corpo tremendo com a proximidade do clímax.

- Estou quase lá... - ela conseguiu dizer, entre suspiros, seus olhos encontrando os meus.

Segurei-a com mais força, nossos corpos se movendo em frenesi. Quando finalmente chegamos ao clímax, a sensação foi explosiva, uma liberação de toda a tensão e desejo que havíamos acumulado.

Ofegantes, nos abraçamos, nossos corpos ainda tremendo com as ondas de prazer ecoarem por cada célula. Acariciei seu rosto, sentindo a suavidade de sua pele, e ela me olhou com uma mistura de satisfação e carinho.

- Foi... incrível - sussurrou, ainda tentando recuperar o fôlego.

Apesar do prazer de estar com ela, sabia que precisava sair dali e voltar para os convidados. Afastei-me lentamente, relutante em deixar o calor do seu corpo.

- Precisamos voltar antes que sintam nossa falta - disse, tentando recompor minha aparência.

Anne suspirou, mas assentiu.

- Tem razão. Não podemos levantar suspeitas.

Levantamo-nos do sofá, arrumando nossas roupas e tentando apagar qualquer indício do que havia acontecido. Passei as mãos pelos cabelos, tentando dar uma aparência mais arrumada, enquanto ela alisava o vestido e se olhava no espelho ao lado.

- Vamos sair separadamente. Eu saio primeiro e você me segue alguns minutos depois - sugeri, ainda com a respiração um pouco descompassada.

- Ela sorriu, aquele sorriso travesso que sempre me desarmava.

Abri a porta devagar, certificando-me de que o corredor estava vazio. Com um último olhar para ela, saí e caminhei de volta para o salão principal. O som das conversas e das risadas dos convidados aumentava à medida que me aproximava, trazendo-me de volta à realidade.

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