
Os dois lados da mesma moeda - Benjamins
Capítulo 2
"Temos tantos motivos para acreditar que nada é por acaso. A vida nos dá muitas respostas que achamos que pode ser total coincidência, mas, na verdade, não é. Tudo o que acontece conosco, tem um sentido e uma razão. Você vai entender quando estiver passando ou só quando passar por determinada situação. Quer saber qual é o motivo para tudo? Aguarde o tempo para tudo se revelar." — Autor desconhecido.
Um homem dominante e totalmente persuasivo se encontra em uma situação onde duas mulheres tentam obter sua atenção, uma tem dele a sua melhor versão a outra o incendeia completamente.
Após anos sozinho, de uma só vez o destino arremessa em sua vida duas mulheres totalmente diferentes, uma é como o mar em um dia sem nuvens calmo e sereno a outra como um vulcão em erupção prestes a explodir.
Miranda é uma mulher vivida que tem ao seu favor o poder de seduzir, é óbvio que encanta todos com sua ousadia e promiscuidade. Está acostumada a ser sem pudor e tudo que deseja consegue, mas quando seu foco se torna ter a atenção do pobre Benjamins não medirá esforços para obtê-lo e se tem uma coisa que a baixinha de 1,56 tem é disposição para alcançar seus objetivos mesmo que para isso tenha que usar todo seu encanto para tirar do sério o homem todo tatuado que não tem travas na língua e tudo que vem à mente lhe escapa aos lábios, no início foi pura provocação, mas quando notou que não tinha dele o resultado que queria usou o seu poder e determinação fazendo de tudo para conseguir o que desejava, que era ter esse homem em sua cama a todo custo.
— Não tem como você brincar com fogo e não sair queimado Mira! — disse ele enquanto a tomava em sua cama intensamente no segundo que invadiu seu lindo corpo e a ouviu choramingar. — Você quis, não quis? Fez de tudo até conseguir, agora aguenta!
(...)
Já Margô, uma mulher sonhadora de amores impossíveis que tem o hábito de se apaixonar por seus melhores amigos, fez com que isso a tornasse um pouco retraída, não ingênua, muito menos tímida, pois se tem uma coisa que consegue fazer em plena saúde é ter a atenção dos homens por onde passa, mas o destino com ela foi bem diferente. Em uma fase digamos que péssima da sua vida Benja se tornou seu cavalheiro de armadura prateada como o chamava e viu que o seu herói mesmo que de brincadeira deixava indícios de que a deseja de alguma forma ou foi o que sua cabeça fértil imaginava e mesmo sem querer sonhava com uma possível chance com o homem inglês de 1,90 de altura com seu corpo envolto a músculos e de cabelos cacheados que com seu jeitinho totalmente rústico de ser foi invadindo seu coração e na cabecinha dela queria que invadisse outra coisa.
— Olha o meu cavalheiro de armadura prateada aí! — Disse toda sorridente o admirando entrar em seu quarto de hospital.
— Mag não sou o cavalheiro e sim, o cavalo se é que me entende... — diz com um sorriso de canto balançando suas sobrancelhas grossas pervertidamente —, então quer dizer que você, quer cavalgar nesse cavalo aqui né safadinha?!
Mortificada o encara e decide não falar nada enquanto recebe um beijo em sua testa.
Benja por sua vez sabia deixar claro seu espaço seja lá onde for e não é bem do tipo que vive de meio termos, com ele não tem quente ou morno é sempre pegando fogo e um beijo desse homem com desejo é o mesmo que queimadura de 3° grau vai muito além da superfície, o homem no modo safado consegue incendiar o próprio oceano apenas com um olhar.
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