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Capa do romance O RÉVEILLON MARCANTE

O RÉVEILLON MARCANTE

Criada em Londres, Paula Buris decide visitar o Brasil pela primeira vez na virada de 2001. Após insistir muito, ela convence sua mãe a permitir a viagem ao lado da prima Katherine. Mesmo relutante em deixar a filha retornar ao país onde sofreu no passado, a mãe cede, sentindo um aperto no peito. Esse Réveillon torna-se um divisor de águas na vida de Paula, trazendo mudanças profundas que farão com que ela nunca mais retorne a Londres da mesma maneira.
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Capítulo 2

Dias depois da tão sonhada e esperada viagem. 

Paula acordou em seu quarto já em Londres, ainda deitada em sua cama muito desanimada pois nada mais estava como antes, a experiência que teve no Brasil, não saia de sua cabeça, já que ficava o tempo todo pensando na noite em saiu do hotel no Brasil, feliz e sorridente junto com os demais sem imaginar e nem esperar o que lhe aguardava lá fora.

Deitada ali deprimida, Paula, que mesmo já tendo passado uns dias, ainda não havia se recuperado de seus dias no Brasil, continuava pensando em cada segundo daquela noite cheia de emoções a qual estava tirando sua paz e felicidade, ela não era mais animada como antes, que apesar de tudo, não se arrependeu de ter ido naquela viagem. 

Naquele momento olhando pro nada, Paula teve  flashback, relembrando do exato momento que tudo aconteceu naquela linda noite a qual jamais esquecerá em toda sua vida, pois foi exatamente naquela noite que enquanto os fogos estouravam no lindo céu de Copacabana, que ao olhar pro seu lado direito, avistou um lindo rapaz alto louro de olho verdes brilhante na qual a fez esquecer completamente onde estava e o que estava fazendo ali. 

Pois nada mais importava já que o mundo parou no segundo em que o viu de pé com os olhos vibrando nos fogos, ele parecia tão admirado quanto ela. 

E no momento que ele olhou em sua direção e seus olhares se cruzaram pareceu mágico, pois enquanto os fogos estouravam com intensidade no céu, eles não conseguiam, desviar o olhar um do outro, até que um grupo de pessoas passaram e esbarraram nela a afastando tanto da prima como dele, fazendo-a se perder.

Pensando em como iria encontrar a prima novamente, ela seguiu para a calçada onde pretendia ficar até que sua prima sentisse sua falta e fosse procurá-la no lugar onde tinham combinados de se encontrarem caso alguém do grupo delas se perdessem, mas a prima e os outros não chegaram, até que um grupo de rapazes se aproximaram dela e começaram a mexer com ela, um deles sendo o mais abusado de todos,  pegou no seu pulso e começou a puxá-la, mas quando o desespero bateu, um salvador surgiu falando alto:

  O que você pensa que está fazendo com a minha namorada?

       O rapaz que a segurava logo que o ouviu soltou o pulso dela levantando os braços em rendição, em seguida rindo se afastou andando e se juntando ao seu grupo, que estava mais a frente, os deixando sozinhos, Paula, não sabia o que fazer já que ao ouvir a voz que falou com tanta autoridade vinha do rapaz que tinha visto pouco tempo antes na areia.

      Vendo que ela estava extasiada, no que ele não sabia se ainda era pelo medo do rapaz abusado, ou por vê-lo, ele logo falou:

  Me desculpe por eu ter falado que você era minha namorada, mas se eu não falasse, ele não iria te soltar, já que no dia de hoje ninguém escapa desse caras. 

Olhando-o nos olhos, ela falou com a voz ainda trêmula:

   E. Eu te agradeço, eu não sei como, mas eu me perdi da minha prima e dos amigos dela! E aqui é o lugar que combinamos de nos encontrarmos caso...mas estou começando a achar que é perigoso ficar aqui esperando-os sozinha! 

—Sim, você tem razão, ficar aqui sozinha não é o certo a se fazer, mas eu posso ficar com você, se você não se importar é claro, afinal agora somos namorados certo? 

—O que! 

—Calma, é só uma brincadeira, você parece tão tensa e preocupada, que eu resolvi fazer uma brincadeira pra você relaxar um pouco, então, qual é o seu nome? 

—Nós, ainda, não nos apresentamos, o meu é Jackson,  Jackson Jovian! Meus amigos, me chamam de JJ. E o seu?

—Há, o meu e Pa...Paolla!

—Só Paolla?

—Sim, sim, aprendi com a minha mãe, que não se deve falar nosso nome para estranhos. 

—Entendi, obrigado por me ensinar isso, pois não sabia, mas agora eu já sei. E farei isso no futuro! Mas posso te fazer uma pergunta?

—Sim, depois do que você fez por mim eu te responderei, mas somente uma pergunta!

—Ok, obrigado por isso também! Gostei de você sabia, você é direta e sincera! Então, você não quer ir pro outro lado? Está mais tranquilo e de lá também dá pra ver sua prima chegar e assim nós viemos até ela imediatamente! O que você acha?

     Depois de olhar pros lados e ver que realmente aquele lugar estava uma loucura ela decidiu aceitar o que ele propôs, e depois de consentir com a cabeça logo o seguiu atravessando a rua e indo pro outro lado onde ele se encostou em um carro, a olhando sem parar deixando-a sem graça fazendo-a  se afastar dele e ao mesmo tempo perguntá-lo:

    Você não tinha uma pergunta pra me fazer? 

—Sim, sim, só estava pensando melhor antes de fazê-la!

—E por que?

—Porque eu não sei se você vai querer fazer o que eu tenho pra te pedir.

—Mas você falou que é uma pergunta, não um pedido!

—Sim, mas te olhando assim de tão perto, fiquei com vontade de fazer o que eu quero te pedir!

—E o que é?

      Depois de olhá-la e admirá-la por mas um tempinho ele falou: 

  Já que hoje vai ser o único dia que nós vamos nos ver, que tal nós marcamos esse réveillon com um beijo!

Olhando-o surpreso por tamanha audácia, ela ficou fitando-o por um tempinho em seguida falou:

   Ok, só um beijo e depois nós ficaremos quites já que eu te devo uma!

—Certo, certo! — Ele concordou rindo feliz e sem ela esperar, a puxou para si e sem aviso selou seu lábios nos dela beijando-a, num beijo ardente que começou devagar e foi se aprofundando e se esticando e sem ela perceber ele já estava passando as mãos por todo seu corpo, que mesmo querendo impedi-lo não conseguia por estar tão envolvida que queria tanto quanto ele, e sem pensar e sem força alguma o deixou fazer tudo que quis saboreando cada momento.

Em um movimento rápido ele rodopiou invertendo suas posições encostando-a no carro, e sem deixar de beijá-la levantou o vestido branco que ela usava e colocando a calcinha de lado explorou cada cantinho da sua parte intima a fazendo gemer entre os beijos que não pararam em nenhum momento. Quando ele viu que ela estava úmida o suficiente para o recebê-lo tirou seu pau tão duro que  chegava estar latejando dentro do bermuda que usava e a penetrou vendo minutos depois que ela ainda era pura, pelo grito que deu entre os lábios deles, mas já era tarde, pois seu pau já estava totalmente dentro dela, ele parou no momento que sentiu que ela era virgem parando e esperando ela aceitar e se acostumar com a tamanha loucura que ele tinha acabado de fazer, olhando-a com olhos espantado ele não sabia o que fazer até que ela parou de beijá-lo e olhando nos seus olhos ficou extasiada o olhando até que ele falou: 

   Por que você deixou que eu chegasse até o fim?

—Porque eu também quis fazer isso!

—E o que eu faço agora?

—Não sei, me diz você, já que parece que o experiente no assunto aqui e você — ela falou olhando-o com um sorriso e enrugou os lábios pro lado fazendo-o puxá-la pra mais perto com firmeza e movimentando seu quadril que logo ela também começou a fazer o mesmo e logo entraram em um único ritmo. Até que chegaram ao ápice juntos gemendo juntos um no ouvido do outro.

Logo depois de alguns minutos ele saiu de dentro dela pegando um lenço no bolso da bermuda e além de se limpar a limpou também, vendo que o lenço ficou completamente sujo de sêmen misturado com sangue, ele se lembrou que não usou camisinha, mas não a alertou sobre isso já que eles não se veriam mais mesmo depois daquela noite incrível na qual se perdeu nos braços de uma linda moça de cabelo castanho claro e pele branca, macia e cheirosa de olhos da cor de mel.

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