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Capa do romance O Menino Dominador e Sua Garota Inocente

O Menino Dominador e Sua Garota Inocente

Angelina era uma jovem inocente cuja vida desmoronou após conhecer o perverso Carlos. Na mesma noite do encontro, seu pai faleceu tragicamente. Tentando recomeçar em outra cidade, ela descobre que o rapaz a rastreou para aprisioná-la novamente. Mesmo após perdoá-lo, os maus-tratos persistem, forçando-a a tentar uma fuga desesperada. Obcecado, Carlos promete persegui-la até o fim, enquanto ela luta para superar a dor e a culpa pela perda do pai.
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Capítulo 3

Visão do Félix:

Depois de colocar Angelina na cama, fiquei observando enquanto ela adormecia quase que imediatamente. Alguns minutos depois, recebi uma ligação da Isabel. "Oi, Félix. Como estão as coisas?"

"Ela acabou de dormir. Precisamos esperar mais um pouco. Quero me certificar de que ela esteja dormindo profundamente."

"Anda logo! Affe! Já estou esperando por você há muito tempo. Minha paciência está se esgotando."

"Isabel, por favor, me espere mais um pouco. Eu prometo estar aí com você em breve. Seja uma boa menina."

Eu a confortei usando um tom doce.

E com isso, uma hora depois eu saí da casa da Angelina, mas só depois de ter me certificado de que ela estava dormindo e não notaria minha ausência. Ao abrir a porta da frente da casa da Isabel, fui recebido com a visão dela deitada no sofá, segurando provocativamente uma taça de vinho tinto na mão.

Ela vestia uma lingerie rendada e eu podia ver os mamilos endurecidos dela. O rosto de Isabel estava lindo e rosado. Graças ao vinho tinto, os lábios estavam mais vermelhos do que o normal e ligeiramente abertos também. Observando todo o corpo dela, engoli em seco e minha virilha começou a doer de desejo.

Agora, com uma expressão amorosa no rosto, Isabel me olhou, se levantou e começou a caminhar sedutoramente até mim. Não demorou muito e ela colocou o copo perto da minha boca.

"Finalmente você chegou. Aquela mulher estúpida está dormindo?" Ela perguntou, desdenhando.

Ignorando as palavras que ela tinha acabado de dizer, eu a agarrei pela mão, coloquei o dedo indicador dela em minha boca e comecei a chupá-lo sedutoramente.

"Amor, é tão doce!"

Neste momento, pude sentir minha masculinidade reagindo àquela beleza que estava diante de mim. Tudo que eu queria era explorar o corpo dela por inteiro naquele momento.

"Você me chama de amor, mas sempre me faz esperar quando temos um encontro..." Isabel reclamava num tom coquete.

Mas ao invés de falar alguma coisa para confortá-la, eu simplesmente a segurei pelo queixo e a beijei. E por mais que ela tivesse tentado evitar meu beijo virando a cabeça, consegui beijar os lábios macios e úmidos dela brevemente.

"Você tem ideia de como aquela vadia foi estúpida hoje? Ela até quis seduzir o novo..."

Nesse momento, o desejo em meu corpo se intensificava cada vez mais. Eu mal podia esperar para beijá-la novamente. Tanto que quando ela ainda estava no meio de sua frase, capturei seus lábios e a beijei apaixonadamente. Comecei a beijá-la pelo pescoço até chegar ao decote.

"Sua diabinha. Deixe-a em paz. Não vamos falar sobre uma coisa tão insignificante. Vamos nos divertir esta noite!"

Subitamente, eu a peguei em meus braços, carregando-a enquanto continuava a beijá-la. E lentamente a levei até a varanda. Logo comecei a pressionar o corpo dela contra a grade, depois abaixei minha cabeça e a beijei lentamente pelo pescoço, branco como a neve. Então, coloquei meus dedos dentro da calcinha dela e a acariciei com maestria. Ela estava completamente molhada! Tanto que Isabel não conseguia evitar gemer e tremer de prazer. Vendo que ela reagia com entusiasmo, virei o corpo dela e a penetrei com meu pau duro. Fiquei parado por alguns segundos naquela posição, antes de começar a me mover para frente e para trás, dentro da boceta molhada dela. A umidade daquela boceta apertada era tão prazerosa que eu comecei a penetrá-la ainda mais rápido. Isabel segurava o corrimão, enquanto soltava gemidos suaves.

Com as costas perfeitamente arqueadas, ela estava impressionada com o que eu estava fazendo com o corpo dela. Mas, de repente, ela ficou tensa e agarrou minha mão, como se estivesse apavorada. "Pare. Alguém... tem alguém nos observando..."

Gemendo de prazer, eu a segurei pela cintura esguia com uma mão, enquanto apertava seu seio por inteiro com a outra. Olhei rapidamente para baixo, mas não vi ninguém.

"Querida, não tem ninguém aqui." Depois de dizer essas palavras de maneira convincente, beijei o lóbulo da orelha dela.

Agora Isabel estava completamente dominada pelo desejo novamente. Tanto que ela começou a gemer baixinho.

Visão do Carlos:

Segurando um cigarro entre os dedos, olhava para os dois corpos emaranhados no andar de cima. Fiz uma careta de desgosto no momento em que os vi, e imediatamente olhei para o quarto que ficava ao lado de onde eles estavam, um que tinha uma luz amarela quente. Depois de acabar meu cigarro, toquei meus lábios e sorri desdenhosamente. Finalmente, parei de olhar para as duas pessoas e saí.

Quando cheguei em casa, tateei a parede com os dedos até encontrar o interruptor de luz. Mas antes que eu pudesse apertar o botão, uma mulher me abraçou, colocando os braços ao redor do meu pescoço.

"Amor, por que você voltou tão tarde hoje? Não gostou da sua escola nova?"

Ao invés de responder, acendi a luz e entrei devagar.

"Tem alguma coisa errada? Por que não está me respondendo ou mesmo prestando atenção em mim?"

Nesse momento, uma das alças da camisola sexy que ela usava escorregou pelo ombro, expondo o decote enquanto ela falava. Subitamente, ela se inclinou e me beijou nos lábios.

"Saia de cima de mim!" Falei enojado, empurrando-a para o sofá que ficava próximo.

Nesse momento, a presença dela só servia para intensificar minha raiva. Eu desfiz o nó da minha gravata e a joguei no chão. Sem olhar para ela, fui até o balcão do bar, me servi um copo de uísque e engoli a metade. O álcool acalmou meu temperamento no mesmo instante em que atingiu minha garganta.

Mas Vitória não desistia, mesmo com a forma como eu a tratava. Agora ela tinha se levantado e puxou a camisola. O que fez com que seus seios brancos e fartos ficassem completamente expostos. Ela então começou a andar em minha direção, balançando os quadris de um lado para o outro.

"Querido, você está de mau humor? Se estiver, pode descarregar sua raiva em mim na cama. Além disso, é chato ficar bebendo sozinho."

Após dizer essas palavras, ela bebeu restante do uísque do meu copo, lambendo a borda com sua língua comprida.

Apertando meus olhos com nojo, agarrei-a pelo pulso e a empurrei para fora da sala.

"Eu não quero te ver esta noite!"

Depois de gritar com ela, imediatamente fechei a porta com raiva. Então cerrei o punho e bati contra a parede dura. "Droga!" Eu murmurava em frustração. Minha mente estava obscurecida com aquela mulher estúpida.

Visão da Angelina:

"Está muito barulhento. Quem será que está perturbando meu sono esta manhã? Por que as pessoas simplesmente não conseguem ser civilizadas?"

Virando-me na cama, peguei um travesseiro e cobri meus ouvidos, em uma tentativa de reduzir o barulho. Desde o súbito aparecimento daquele demônio, eu não conseguia dormir bem. Comecei a sentir que um par de olhos perversos ficava me observando durante toda a noite. Hunf! Tudo isso era culpa dele. Aquele desgraçado!

Após esfregar meu rosto, me forcei a abrir os olhos. Bocejando de cansaço, comecei a passar os dedos pelo cabelo enquanto saía do quarto. Minha visão ainda estava embaçada devido à tontura que sentia. Ao chegar na sala, vi 'Félix' sentado em um dos sofás. Ainda esfregando os olhos, inconscientemente caminhei até ele e me sentei ao lado dele. Com os olhos fechados, coloquei meus braços ao redor do pescoço dele e o acariciei carinhosamente.

"Bom dia, Félix. Esse lugar é tão barulhento. Você também acordou por causa do barulho?"

"Sim!"

Ao ouvir essa simples resposta, me aproximei ainda mais dele e repousei minha cabeça no braço dele. Tentei ficar em uma posição mais confortável, tamanho era o cansaço que eu estava sentindo.

"Não sei por que as pessoas não podem cuidar de suas atividades diárias sem fazer tanto barulho. Acabei não conseguindo dormir bem. Repara nas minhas olheiras!"

Ele então me tocou lentamente no rosto, depois dessa minha reclamação. Ao contrário de antes, agora a mão de Félix parecia um pouco áspera em contato com a minha pele. Por algum tempo, ele ficou massageando suavemente as bolsas abaixo dos meus olhos, o que me deixou confortável. Também me fez sentir sonolenta novamente.

"Você não conseguiu dormir bem? Então deveria dormir mais um pouco." Enquanto ele falava, envolveu minha cintura com o braço.

Agora um despertador parecia estar disparando na minha cabeça. Uma voz familiar e terrível me despertou imediatamente. E com isso, meus olhos se abriram instantaneamente. Logo vi o rosto da pessoa que estava à minha frente. O choque foi tão grande que cheguei a engasgar.

Era Carlos, o diabo!

Fechei meus olhos novamente e comecei a balançar minha cabeça, em descrença. Não, não. Isso era impossível. Como ele poderia estar na minha casa àquela hora da manhã? Isso não passa de um sonho! Naquele momento, eu não conseguia acreditar no que tinha acabado de ver. Tanto que concluí que não podia ser nada mais do que uma ilusão, uma vez que não tinha dormido o suficiente na noite anterior. Comecei a respirar fundo e lentamente abri meus olhos novamente. Mas a única coisa que vi foi o rosto sorridente dele.

Imediatamente meu rosto ficou pálido e comecei a estremecer. Num piscar de olhos, me levantei e quis sair correndo.

Mas ele me puxou de volta logo após eu dar apenas alguns passos. Agarrando a parte de trás da minha cabeça com uma mão, ele me beijou nos lábios impiedosamente.

Comecei a desferir golpes em seu peito largo, me debatendo com gritos abafados. Mas meus esforços só serviram para piorar as coisas. O desgraçado continuou me beijando, até chegou a enfiar a língua dentro da minha boca. Em um acesso de raiva, mordi o lábio inferior dele e o empurrei com todas as minhas forças.

Mas Carlos, com um sorriso malicioso, casualmente tocou o lábio mordido e lambeu o sangue que tinha na ponta do dedo. Então ele me agarrou novamente pelo pulso e me levou até o sofá. E começou a pressionar o corpo dele contra o meu. Agora ele me beijava bruscamente de novo, ao ponto da longa língua dele ficar se movendo na minha boca. Agora parecia que ele queria desapossar de todo o oxigênio do meu corpo. Ele começou a me pressionar ainda mais com o seu corpo, até eu afundar no sofá. Nesse momento, pude sentir uma leve protuberância nas calças dele. E por mais que me sentisse desconfortável, não conseguia me mover. A única coisa que eu podia fazer era ficar parada embaixo dele.

Subitamente, ele ergueu a cabeça, olhou para mim e disse: "Bom dia, linda!"

O que intensificou ainda mais a minha raiva. Olhando para aquele jovem desavergonhado, estendi a mão para esbofeteá-lo, mas fiquei paralisada com ela no ar.

"Você já não me deu tapas o suficiente ontem? Por acaso quer continuar de onde parou?" Carlos agarrou minha mão e a colocou sobre a bochecha dele, no mesmo lugar em que eu tinha batido no dia anterior. "Minha bochecha ainda está doendo. Você não deveria ter me batido desse jeito, amor."

Vendo o escárnio que ele tinha nos olhos, comecei a me debater para soltar minha mão. Foi então que ouvi a voz de Félix vindo da cozinha: "Querida, você já acordou?"

Ao ouvir a voz dele fiquei chocada. Pois foi nesse momento que descobri que Félix também estava em casa.

"Sim. Bom dia!" Respondi apressadamente. Como o barulho que vinha da cozinha era muito alto, tive medo de que ele não me ouvisse, por isso, gritei deliberadamente minha resposta para ele.

"Maldição! A coifa quebrou no início da manhã e continua fazendo ruídos. Estou consertando ela agora. Sinto muito pelo barulho. A propósito, seu presidente está aqui para falar com você. Por favor, faça companhia ao seu visitante primeiro. Realmente não posso sair daqui até que termine de consertar!"

Abrindo meus olhos em choque, agora encarava o homem que estava à minha frente. Ao mesmo tempo, tentava digerir o que Félix tinha acabado de dizer.

Presidente? Que presidente?

Percebendo que eu estava confusa, Carlos ergueu as sobrancelhas e beijou a ponta do meu nariz. Então ele sussurrou em meu ouvido: "Querida Angelina, é uma honra ser seu presidente. Espero sinceramente que possamos construir e manter um relacionamento cordial. Por favor, comece a cooperar comigo a partir de agora."

Eu sabia que ele tinha enfatizado a palavra 'cooperar' deliberadamente. Todos os meus instintos diziam que eu estava correndo num grave perigo agora. E ao observar como um brilho maligno surgiu nos olhos dele, comecei a tremer como uma vara verde. Enquanto cerrava meus punhos com força, minhas unhas afiadas acabaram penetrando a pele das minhas próprias palmas. Porém, nesse momento não conseguia sentir nenhum tipo de dor.

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