
O lendário guerreiro incomparável
Capítulo 3
Vendo as chaves que Waylon segurava firmemente, John Griffiths, o homem de óculos com aro dourado, ficou momentaneamente chocado. Levou um momento, mas John conseguiu organizar seus pensamentos. "Isto não pode ser verdade! Como você conseguiu as chaves de Débora? Você as roubou?" Ele pressionou Waylon por respostas.
"Roubar?" Waylon arqueou uma sobrancelha, irritado pela acusação. "Eu não sou ladrão. E você é? Minha esposa me deu essas chaves! Vamos parar com as bobagens. Eu já provei que Débora é minha esposa, então você me deve dez mil dólares."
"Patife, acho que você é apenas um ladrão!" O rosto de John escureceu enquanto ele cuspia as palavras. "Você não merece Débora. Escute, é melhor me entregar essas chaves agora e vir comigo à polícia, ou isso não vai acabar bem para você!"
O olhar de Waylon se intensificou enquanto ele questionava: "Está planejando trapacear?"
"Trapacear? Você é quem obviamente pegou as chaves dela, e agora se atreve a me acusar de jogar sujo?" John retrucou.
Seus olhos faiscaram de raiva. Ele continuou, "Parece que você não vai admitir a menos que eu force isso de você. Bem, estou prestes a mostrar a você, um ladrãozinho de quinta categoria, com o que está lidando!"
Ele então se posicionou em uma postura de Taekwondo, rapidamente se moveu em direção a Waylon e lançou um soco mirando a cabeça de Waylon.
"Está pensando em me socar, não é?" Waylon questionou.
Um frio passou por seus olhos. Ele não recuou, mas habilmente evitou o soco de John. Ao mesmo tempo, seu ombro, duro como ferro, colidiu com o peito de John com imensa força.
"Ah!" John gritou.
O golpe poderoso o fez gritar de dor. Ele foi lançado para trás, caindo pesadamente no chão, onde se encolheu, contorcendo-se de dor como um verme.
O golpe de Waylon lhe causou uma dor imensa!
Ele nunca havia sentido tal agonia antes, como se seu corpo tivesse sido rasgado em um momento!
Nesse instante, uma voz fria perguntou, "O que está acontecendo aqui?"
Waylon e John olharam para ver Débora saindo de um Maserati, sua presença fria e imponente, fazendo-a parecer um iceberg elegante mas distante.
O ânimo de John se elevou, e ele rapidamente se levantou, esquecendo seu desconforto. Ele correu e disse, "Débora, você voltou. Sabia que suas chaves de casa foram roubadas por um ladrão?"
Débora franziu a testa e perguntou, "Um ladrão?"
John, apontando para o rosto sorridente de Waylon, disse com intensidade, "Sim, ele! Ele é quem pegou suas chaves de casa. Estou lutando com ele há um tempo para recuperá-las para você. Ele não conseguiu me derrotar em uma luta justa, então jogou sujo e me derrubou. Você chegou bem na hora. Estava segurando ele. Chame a polícia rápido. Não podemos deixar esse ladrão escapar!"
Em sua busca para conquistar a mulher que adorava e sua imensa fortuna, John cerrou os dentes e se preparou para enfrentar Waylon em outra confrontação física.
Débora interrompeu, "Espere um minuto!"
John parou e olhou para Débora, intrigado.
Débora lhe deu um olhar peculiar e explicou, "Sr. Griffiths, parece haver um mal-entendido. Para começar, não nos conhecemos bem o suficiente para que você faça qualquer coisa em meu nome. E, em segundo lugar, o 'ladrão' a que você se refere não roubou nada de mim. Fui eu que lhe dei essas chaves."
"O quê?!" John ficou surpreso. "Você... você deu as chaves para ele? E ele é... ele é realmente seu marido?"
"Marido?" Débora perguntou, arqueando as sobrancelhas em surpresa. Ela rapidamente entendeu o que estava acontecendo. Seus olhos esfriaram enquanto olhava para Waylon, seu sorriso autoconfiante apenas alimentando sua raiva.
Ela foi tentada a corrigir o mal-entendido.
No entanto, a constante importunação de John estava a irritando.
Após um momento de reflexão, Débora assentiu firmemente para John e anunciou, "Sim, ele é meu marido."
Os olhos de John se arregalaram. Ele estava chocado.
Inúmeros homens notáveis de Lucset haviam tentado conquistar o coração de Débora, mas nenhum havia conseguido. John não podia acreditar que a mulher que ele admirava havia escolhido alguém que ele considerava um ninguém. Isso não era simplesmente absurdo?
"Agora você acredita?" Waylon provocou John.
John ainda estava em negação, mas a risada triunfante de Waylon já estava ecoando em seus ouvidos. "Você perdeu. Entregue os dez mil dólares."
"Ele perdeu?" Débora interveio, intrigada.
Ela estava curiosa, do que se tratava isso?
"Droga! Aí está!" John exclamou.
Ele não encontrou razão para não acreditar nas palavras de Débora. Frustrado, ele retirou dez mil dólares e os entregou a Waylon, murmurando, "Isso não acabou. Vamos ver!"
Após lançar essas palavras mordazes, John rapidamente entrou em seu carro de luxo estacionado à beira da estrada e saiu em alta velocidade.
"Dinheiro fácil de um playboy rico." Waylon observou a saída desajeitada de John com um sorriso, pronto para contar seu dinheiro com satisfação, quando de repente sentiu o perigo se aproximando.
A ameaça vinha dos olhos de Débora, brilhando intensamente como estrelas no céu noturno.
"Waylon Cooper!" Débora encarou Waylon com olhos ferozes e exigiu, "Você... apostou em mim com outra pessoa? Por quem você me toma?"
"Eu penso em você como minha esposa," Waylon respondeu. Ele não parecia muito preocupado. Ele comentou casualmente, "Olha, eu não trouxe dinheiro de volta do exterior desta vez, e se há alguém tolo o suficiente para me entregar seu dinheiro, seria tolice não aceitar."
"Eu ainda não sou sua esposa!" Débora estava tão furiosa que sentiu dor no peito. Ela exclamou, "E mesmo que eu fosse sua esposa, é errado apostar em mim com outros!"
"Isso é um ponto justo." Waylon admitiu. Após uma breve pausa, ele assentiu sinceramente e prometeu, "Ok, eu garanto, uma vez que você realmente for minha esposa, nunca mais apostarei em você com ninguém."
Débora ficou surpresa e perguntou, "O quê?"
Então, ele não apostaria nela quando ela fosse sua esposa. Isso significava que ele apostaria nela novamente antes que se casassem?
"Seu cretino..." Débora exclamou.
A vontade de matar Waylon era avassaladora. Ela cerrou os punhos, pronta para discutir, quando o toque do seu telefone em sua bolsa a interrompeu.
Waylon, enquanto isso, estava ocupado contando seu dinheiro com satisfação.
"Vou resolver isso com você mais tarde!" Débora avisou, lançando um olhar feroz a Waylon. Ela pegou seu telefone e, com uma voz ainda fria de raiva, atendeu, "O que você quer?"
"O que eu quero? Débora, com certeza não fiz nada para te irritar ultimamente, certo?" uma voz que era tanto doce quanto triste respondeu do outro lado.
Débora, surpreendida pela voz, olhou para o telefone e percebeu que era sua melhor amiga, Rylee Simpson, na linha. Ela mentalmente se repreendeu por deixar Waylon perturbar sua paz de espírito, tendo esquecido de verificar quem estava ligando.
"Estou realmente irritada com algum cretino," Débora disse, olhando para Waylon que estava ao seu lado, contando dinheiro e cerrando os dentes de frustração.
"Quem é o cretino que deixou nossa respeitada CEO tão chateada? Vamos, me conta. Me apresenta," Rylee brincou. Seu riso era cativante, fazendo-a soar brincalhona e sedutora mesmo ao telefone.
"Você o encontrará em breve." Débora soltou um suspiro. "Acabei de chegar em casa do trabalho, então o que está acontecendo?"
"Você já está em casa?" Rylee rapidamente respondeu. "Espere, não entre ainda. O cano da cozinha estourou. Você deve chamar alguém da administração do condomínio para verificar primeiro!"
"Tudo bem," Débora concordou.
Ela encerrou a chamada e foi para o escritório da administração do condomínio.
Quando Waylon terminou de contar o dinheiro, percebeu que Débora já havia saído. Ele balançou a cabeça e murmurou, "Minha futura esposa certamente tem um temperamento ruim. Ela nem deu uma dica antes de ir para casa sozinha."
Murmurando para si mesmo, Waylon caminhou até a entrada da vila e usou uma das chaves que Débora lhe havia dado para destrancar o portão.
No momento em que abriu o portão, ficou surpreso com a visão que o aguardava.
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