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Capa do romance O lendário guerreiro incomparável

O lendário guerreiro incomparável

Sete anos após chocar o mundo com seu gênio militar, Waylon tornou-se um guerreiro lendário e temido por todos. Apesar de sua força inigualável, ele enfrenta o desprezo de uma esposa controladora que ignora seu valor. Contudo, a dinâmica muda quando ela o vê cercado por outras mulheres, despertando um ciúme possessivo e desesperado. Em meio a segredos e poder, ela agora clama seu domínio sobre ele, transformando um casamento frio em um conflito de desejos.
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Capítulo 1

A história começou em uma cafeteria sofisticada em Lucset.

O café tinha um gosto amargo, mas a mulher sentada em frente a Waylon Cooper era de uma beleza estonteante.

Ela estava vestida com um elegante terno de negócios, e sua figura deslumbrante era exibida à perfeição, com cada curva no lugar certo, sem um grama a mais.

Seu rosto, naturalmente belo e sem um pingo de maquiagem, era impecável. Apesar da expressão reservada, ela parecia uma obra-prima, cativando qualquer um que a visse.

Seu nome era Débora Morgan, 26 anos, chefe do Grupo Morgan e a mulher dos sonhos de muitos homens em Lucset.

Ela também estava noiva de Waylon.

Entre eles, sobre a mesa de vidro, estava um cheque conspícuo de um milhão de dólares.

Débora disse: "Aqui está um cheque de um milhão, pronto para ser descontado a qualquer momento. Pegue e saia da minha vida."

Ela estendeu a mão, pálida e elegante, e empurrou o cheque na direção de Waylon, sua voz cortando o silêncio, fria e distante, sinalizando que sua decisão era final.

Débora era conhecida por sua natureza assertiva.

No entanto, Waylon nem sequer olhou para o cheque. Sua atenção permaneceu em Débora. Ele parecia estar cativado por seu rosto e figura, como se nada mais importasse para ele.

"Já terminou de me encarar?" Débora notou seu olhar, franzindo a testa, sua voz tornando-se glacial.

"Quase." Waylon finalmente desviou o olhar, sorriu e disse: "Com sua beleza impressionante, você é perfeita para ter filhos. Parece que você é exatamente o que preciso para ser minha esposa!"

"O quê?" Débora engasgou, surpreendida.

Sua expressão azedou imediatamente, e ela disse: "Waylon, você tem a ideia errada? Eu queria que você pegasse este cheque e me esquecesse!"

"Ah, o cheque."

Waylon finalmente avistou o cheque, mas depois de um breve olhar, simplesmente balançou a cabeça e disse: "Rasgue-o. Não vou seguir com isso."

"Não é suficiente?" Débora perguntou, seus olhos cheios de desdém. Ela não tinha paciência para homens gananciosos.

Waylon respondeu: "Não é sobre o valor. É que eu não vou fazer isso."

Ele olhou para Débora novamente, então sorriu e disse: "Nosso casamento foi arranjado pelo seu avô antes de ele falecer. A promessa de um homem é importante. Como eu disse ao seu avô que me casaria com você, pretendo manter minha palavra."

Débora respondeu friamente: "Mas eu não suporto você!" A atenção de Waylon a fazia sentir arrepios. Ela não conseguia entender por que seu avô queria que ela se casasse com alguém tão repulsivo antes de falecer.

Waylon riu e disse: "À medida que nos conhecermos, a afeição e o amor surgirão."

Débora respondeu de forma afiada: "Eu não tenho tempo para isso."

"Mas eu tenho de sobra," Waylon disse, brincalhão em seu tom.

"Você..." Débora estava um pouco irritada, mas rapidamente recuperou a compostura. Seu olhar era frio enquanto dizia: "Nós nunca nos encontramos antes de hoje. Não acha que a ideia de nos casarmos é ridícula?"

Waylon não podia discordar, respondendo: "Parece um pouco ridículo."

No entanto, ele sorriu e continuou: "Mas como mencionei, fiz uma promessa ao seu avô, e pretendo cumpri-la. Naturalmente, se você decidir ir contra os desejos do seu avô, não há nada que eu possa fazer para impedi-la."

"Eu..." Débora ficou sem palavras.

Como poderia ignorar os desejos de seu avô?

Seu avô insistiu que ela se casasse com Waylon antes de falecer. E agora, um mês após a morte de seu avô, Waylon apareceu do nada. Rejeitá-lo diretamente pareceria desrespeitar o pedido final de seu avô. Foi por isso que ela decidiu fazer com que esse homem insuportável desistisse por conta própria!

Débora disse: "Eu não vou desconsiderar os desejos do meu avô, mas..."

Ela curvou ligeiramente os lábios em um sorriso zombeteiro, imitando o modo como Waylon a havia olhado antes, e zombou. "Você realmente acha que é bom o suficiente para mim?"

Waylon respondeu sinceramente: "Absolutamente."

Débora ecoou: "Absolutamente?"

Ela ficou surpresa. Esperava intimidar Waylon com seu status, esperando que ele recuasse. Mas sua autoconfiança a pegou de surpresa.

De onde vinha essa confiança?

Ela era Débora Morgan!

Aos dezesseis anos, ela já frequentava uma das melhores universidades do mundo. Aos dezoito, tinha seu mestrado em economia, e aos vinte, concluiu seu doutorado no mesmo campo. Aos vinte e um, após retornar do exterior, assumiu as rédeas do Grupo Morgan. Em apenas cinco anos sob sua liderança, a empresa cresceu quase dez vezes.

Ela foi aclamada como uma prodígio dos negócios em Lucset, admirada tanto por sua inteligência quanto por sua beleza. A fila de homens tentando conquistá-la poderia se estender de uma cidade a outra. Todos os anos, seu rosto estampava a capa da revista que selecionava a mulher mais bonita de Lucset.

E então havia Waylon. Ele era sem graça em aparência, vestido de forma simples, com nada além de seu físico bem construído a seu favor. Se ele estivesse em uma multidão, Débora tinha certeza de que não conseguiria reconhecê-lo.

No entanto, ele teve a audácia de afirmar que era digno dela?

Isso era ridículo! Um homem assim merecia ser expulso imediatamente!

"Senhor Cooper!" Débora não pôde deixar de rir de pura frustração. "Parece que você não me conhece nem a si mesmo."

Waylon respondeu com um sorriso calmo: "Você não acredita em mim?"

Débora o encarou, a descrença estampada em seu rosto. "Como poderia acreditar em você?"

"Então, que tal fazermos um teste de convivência?" Waylon sugeriu.

Débora perguntou: "Em que apostamos então?"

Waylon olhou para ela e respondeu: "Se você não se apaixonar por mim em três meses, eu irei embora e nunca mais a incomodarei. Veremos isso como eu quebrando minha promessa ao seu avô, não você não querendo se casar comigo."

Débora precisava ter certeza e perguntou: "Você está falando sério?"

Waylon assentiu e disse: "Absolutamente."

"Você está me dando sua palavra?" Débora respondeu cética. "Então, se eu não estiver apaixonada por você após três meses, você me deixará em paz por sua própria conta!"

Waylon, com um sorriso e um brilho nos olhos, perguntou: "Mas e se você se apaixonar por mim?"

Débora afirmou com confiança: "Isso não vai acontecer."

Waylon desafiou de forma brincalhona: "Mas e se acontecer?"

Débora não demorou a responder. "Se, por acaso, eu me apaixonar por você após três meses, então farei tudo o que você disser sem nenhuma reclamação!"

Débora acreditava que nunca poderia se apaixonar por Waylon, então qualquer promessa que fizesse parecia sem sentido.

Waylon deu-lhe um sorriso malicioso e provocou: "Bem, posso pedir que você faça algo interessante na cama."

"Argh!" Débora expressou seu desgosto.

Vendo o olhar nos olhos de Waylon, ela não conseguiu afastar algumas imagens perturbadoras que vieram à mente. Ela cuspiu em desgosto e se levantou, determinada a ir embora. Seu desdém por Waylon se aprofundou.

Waylon então chamou: "Querida, por favor, espere!"

"Eu não sou sua querida!" Débora rebateu, sentindo a pele arrepiar de raiva.

Waylon, com um sorriso confiante, argumentou: "Em três meses, você será minha esposa, não será? Por que não posso chamá-la de 'querida' então?"

"Você está brincando..."

Débora percebeu que isso era o auge da desfaçatez ao enfrentar Waylon. No entanto, ela não queria gastar seu fôlego discutindo com alguém tão desprezível. "Há mais alguma coisa que você queira?" ela perguntou.

Waylon respondeu com um sorriso: "Entregue suas chaves de casa. Vou ficar com você pelos próximos três meses."

Débora claramente não estava entusiasmada, questionando: "Por que você ficaria na minha casa?"

"Não acha que seria melhor?"

Waylon olhou para ela como se ela fosse a estranha, explicando: "Eu ficar na sua casa é a melhor maneira de nos conhecermos. Três meses vão passar voando. Não acha que devemos dar uma chance, em nome de não decepcionar a memória do seu avô?"

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