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Capa do romance O CEO É O PAI DO MEU FILHO

O CEO É O PAI DO MEU FILHO

Com apenas uma tatuagem e uma marca de nascença como pistas, ela enfrentou o desprezo da família para criar seu filho sozinha. Após inúmeras demissões, surge a chance de trabalhar como babá para um poderoso CEO viúvo. O que ela jamais imaginaria é que seu novo e atraente patrão é exatamente o homem daquela noite inesquecível. O destino finalmente os coloca frente a frente, revelando segredos do passado e mudando suas vidas para sempre.
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Capítulo 2

Na manhã seguinte, Eliza acordou por volta das 06:00 horas, e mesmo estando extremamente nervosa, ela precisava parecer calma para não assustar Arthur, pois ele conseguia sentir as mesmas emoções da mãe.

Toda vez que ela estava nervosa, ele ficava nervoso, e toda vez que eu estava triste, ele também ficava triste, era uma conexão única a nossa.

- Mamãe, eu não quero! - Ele falou fazendo birra para acordar, e simplesmente começou a chorar.

- Querido, não faz assim, a mamãe tem que trabalhar, e prometo que vai chegar um dia em que você não vai precisar mais acordar tão cedo! - Eliza falou fazendo carinho em seus lindos cachos.

- “Pumeti”? - Ele falou se virando para ela e estendendo o dedinho, e ela juntou os seus, como se prometesse.

- Agora vem, vamos trocar de roupa, pois quem vai te levar para a escola hoje é a tia Sabrina. - O ajudei a se levantar e em seguida, peguei as roupas no armário e comecei a trocar suas roupas, e depois de meia hora ele estava pronto,

- Bom dia!! - Eliza saindo do quarto e encontrando Sabrina na cozinha tomando seu café, em seguida, deixou ele na mesa, e começou a preparar a lancheira dele.

- Bom dia, mas não recomendo isso a ninguém! - Ela falou bocejando, e Eliza não pude deixar de dar risada. - Eu preciso urgentemente de férias! - Ela suspirou.

- Titia, é verdade que você vai me levar na escola hoje? - Arthur perguntou animado indo para o lado dela, e ela o ajudou a se sentar na mesa do café.

- Sim!! - Ela respondeu brincando com ele. - E eu fiz a comida que você mais gosta, então, come tudo que está no prato para a gente poder ir, se não você vai se atrasar, e não queremos isso, certo? - Ela falou e ele assentiu com a cabeça. 

Sabrina estava fixa em seu telefone, parecia já ter começado a trabalhar, então, Eliza comeu rapidamente e Arthur também, em seguida foram para seu carro, que era um popular da GM. 

Depois de quinze minutos, já estávamos na frente da escola do Arthur, Eliza deu um beijo em sua cabeça,e a professora levou ele para dentro, em seguida, foram em direção a empresa de Sabrina.

Ela entrava sempre às 08:30, mas hoje, parecia que John estava enrolado com alguns contratos então pediu que todos que trabalhavam na presidência chegassem cedo, e prometeu que se conseguissem resolver isso ainda hoje, poderiam tirar um dia inteiro de folga.

- Você nunca veio aqui? - Sabrina perguntou a amiga quando passaram pela segurança da entrada.

- Não, por que? - Eliza perguntou, e Sabrina olha para todos os lados antes de falar.

- Sua irmã tem vindo muito aqui em nome da Muller Empreendimentos, parece que seu pai e sua mãe querem juntar a família Carter com a família Muller, mas não sei se o chefe tá disposto a isso! - Ela sussurrou e Eliza a encarou incrédula.

- Como assim, minha irmã? E por que você nunca me falou nada disso em casa? -Perguntou um tanto surpresa com a notícia, mas por que ela deveria me sentir assim? Não é como se não conhecesse a ganância da sua família.

Sua mãe desde criança sempre falou que a pessoa que iria cuidar da empresa era sua irmã, e que iria fazer de tudo para que ela tivesse o melhor casamento, apesar de que seu avô que faleceu a 6 anos atrás o proteger deles, no final, após sua morte, eles mostraram sua garra, e às vezes ela se perguntava se realmente era filha dos Muller?

Ela não tinha nada haver com seus pais, eles eram loiros dos olhos verdes, e enquanto ela era morena, e já ouviu boatos que seu pai teve uma amante.

- Eu sempre esqueço, por isso não te contei nada, e agora que estamos na empresa, eu me lembrei.- Ela falou e deu risada. - Mas não se preocupe, o presidente nem dá bola para ela, afinal, tudo que ele tem em seu coração é sua mulher, ele ainda não superou a morte dela.

- Eu acho que ninguém conseguiria se recuperar em tão pouco tempo, e o que minha família está tentando fazer é golpe baixo, afinal, eles querem usar a dor para se beneficiar de algo, por isso, nunca quero ser reconhecida como uma Muller. - Eliza respirou fundo, se pudesse mudar de nome ou de família, ela faria isso sem nem pensar duas vezes.

- Infelizmente é sua família, mesmo que você tente fugir, e eu ainda acredito que você dará a volta por cima deles, e fará todos eles se ajoelharem em sua frente! - Ela falou como se imaginasse a cena, e Eliza deu risada da sua imaginação. - Vamos lá? - Ela falou ao chegarem no andar da presidência, e Eliza assenti com a cabeça e a segui em silêncio entrando no andar. - Você me espera aqui, que eu vou falar para ele que você chegou, ok? - Assim que chegaram na entrada de uma porta gigante de bronze, com uma placa escrita “presidência”, ela entrou e Eliza ficou esperando, tentando controlar toda a sua ansiedade.

Já havia algumas pessoas espalhadas pelo andar, eles corriam de um lado para o outro, entrando nas salas de vidros, na verdade, todas as salas tinham as paredes de vidro, e somente a sala da presidência era fechada por completo e dava privacidade.

- Liz? - Eliza ouviu Sabrina chamar, e a encarou saindo do seu mundo da lua. - Ele está te esperando! Então, boa sorte!

Ao entrar no escritório, Liz não pode deixar de reparar nos detalhes, tudo era tão organizado, e tão claro por conta das enormes janelas de vidros que ficavam atrás do presidente, que literalmente entrava em contraste com o tom cinza do chão.

Liz se aproximou lentamente de sua mesa, mas John parecia não ter notado sua presença ainda, ele estava imerso nos papéis que estavam à sua frente.

Ela ficou em silêncio, durante uns 2 minutos, admirando a beleza do rapaz, e sentiu um desconforto em seu coração, como se aquele homem e ela tivesse uma sensação de familiaridade.

De onde o conhecia? Será que era das festas que frequentava em nome da minha família? Ou era porque Sabrina sempre falava dele? Não sei por que, mas ele não era um estranho para ela. 

- Sr. Carter, bom dia! - Eliza falou criando coragem. – Eu sou Eliza, ou pode me chamar de Liz, e vim para o cargo de babá. -  Assim como ela, ele parecia estar surpreso com a presença dela, mas tentou disfarçar. - Acredito que Sabrina tenha falado de mim, certo?

- Eh… Liz, certo? - Ele falou se levantando e indo em sua direção. - Nós já se conhecemos, por acaso? - Ele perguntou, parecia ter a mesma sensação de familiaridade que ela.

- Eu acho que não, senhor! - Ela respondeu timidamente, afinal, não tinha como não ficar sem graça na frente deste homem.

John era literalmente a beleza viva e desejada por uma mulher, e ele tinha cerca de 1,85 de altura, seu corpo era bem definido, e para a loucura a loucura de Eliza, ele estava vestindo uma camiseta branca social com as mangas dobradas o que ressalta ainda mais seus braços, e sua gola não estava abotoada até o final. Seu cabelo era curto, mas não tanto, o que o deixava ainda mais sexy.

Mas, o que ela estava pensando? Ele era seu novo chefe, e tinha acabado de perder a esposa, então, como ela poderia ter esses pensamentos? Ela estava sendo pior que sua irmã mais nova! 

- Ah sim… - Ele respondeu sem graça. - Por favor, se sente aqui! - Ele falou dando espaço, e ela se sentou à sua frente. - Me fale um pouco de você, pode ser? - Ele pediu, e eu assenti com a cabeça, me apresentando. - Mas antes de qualquer coisa, não me chame de Senhor, por favor, eu tenho apenas 32 anos e não sou tão velho assim! - Ele deu risada, e eu quase caí da cadeira.

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