
Minha Obsessão
Capítulo 3
Alana correu como nunca se julgou capaz, ainda estava atordoada com o que aconteceu e nem sabia direito qual direção tomar para chegar ao ponto onde seu ônibus passava. Após respirar fundo se localizou e quando estava chegando ao ponto viu seu ônibus se aproximar, sorrindo pensou, "dia de sorte", o normal era esperar uns quarenta minutos. O ônibus estava praticamente vazio e Alana se dirigiu a uma poltrona nos fundos e sentou. O ônibus retomou sua viagem e os pensamentos de Alana tb, se dirigindo imediatamente para o demônio de olhos azuis e tudo que tinha acontecido em poucos minutos dentro daquele carro luxuoso. Só de pensar Alana sentiu que estava ficando úmida e sua intimidade parecia clamar pelo toque dele, sentiu o mamilo enrijecendo e com cuidado tentou aplacar aquela vontade, enfiou a mão sob o vestido e apertou com força sua buceta, enterrando as unhas em sua carne macia. O aperto não sufocou as palpitações da sua intimidade e lembrando do que aquele homem fez com apenas um dedo, repetiu os gestos e esfregou o próprio clitóris. A sensação era muito boa, não tanto quanto o que ele fez, mas Alana sentia que podia aliviar aquela palpitação. Quanto mais esfregava o pequeno botão de prazer, mais molhada ficava e gemidos suaves escapavam de sua garganta. Alana desejou sentir o gosto daquele umidade que lhe encharcava e tirando a mão da buceta levou os dedos aos lábios e os chupou, pensou em como seria se estivesse chupando o pau grosso e duro do homem do carro. Desceu novamente a mão, afastou a calcinha e começou novamente a massagear seu clitóris, começou lentamente, mas sentiu que era necessário aumentar a pressão e a velocidade. Precisava daquele alívio e com o pensamento nos olhos azuis, Alana sentiu que estava próxima do alívio, aumentou a velocidade esfregando cada vez mais rápido e forte, até que seu corpo todo foi tomado por espasmos e sua buceta liberou seu gozo solitário. Sem forças Alana adormeceu e só acordou quando o motorista tocou em seu ombro e avisou que estavam no ponto final.
Rapidamente ela desceu do ônibus, pensando envergonhada que talvez o motorista tenha escutado seus gemidos abafados e soubesse o que ela tinha feito. Ainda tinha que andar um quilometro até sua casa e a caminhada com certeza iria distrair seus pensamentos. Era melhor nunca mais pensar no que tinha acontecido e esquecer o "Demônio de olhos azuis". Em casa tomou um banho, e até a água tocando seu corpo trazia a lembrança daquelas mãos no seu corpo, tomou um café e foi se deitar. Não tinha muitas expectativas para o dia seguinte, havia perdido seus pais seis meses atrás, um acidente de carro na Rodovia a deixará órfã e com muitas contas pra pagar. No momento sua vida se resumia a tentar arrumar um emprego que pagasse melhor que atendente na banca de jornal e vendedora de flores no trânsito. Ironicamente seu sonho era fazer faculdade de jornalismo, mas no momento só podia vender jornais e revistas.
Em sua mansão Marcelo pensava na garota das rosas, já tinha batido duas punhetas pensando nela, mas não estava satisfeito. A menina o havia enlouquecido de tesão e antes de terminar evaporou no ar. O sono não vinha e Marcelo só conseguia pensar no momento em que a teria de novo em suas mãos e a faria pagar pela noite mal dormida e todo aquele tesão reprimido.
Três dias depois, Marcelo continuava sem saber absolutamente da moça das flores e por isso seu humor estava péssimo. Estava com vontade de demitir todos os seus funcionários que tinham obrigação de ter localizado aquela fujona e depois matar os demais. Noite após noite ele pensava nela, nos seios redondos, na bunda arrebitada e na buceta molhada que só pode tocar, mas também pensava no sorriso doce e nos olhos verdes e puros quando lhe ofereceu flores e depois nublados pelo desejo, ele jurava que podia ouvir os gemidos dela enquanto ele tocava sua intimidade. Com certeza ele ia demitir todos se não tivesse uma resposta logo. Como que ouvindo os pensamentos do chefe, Tony bateu na porta e colocou a cabeça pra dentro do escritório.
- Posso entrar senhor?
- Se tiver alguma notícia sobre a moça das flores pode, se não tiver, está demitido e pode sumir da minha frente.
- Tenho notícias senhor! Só três dias não deveria ser motivo para minha demissão, disse sorrindo.
Ciente do trabalho maravilhoso que havia feito, Tony se sentiu mais leve, o humor do chefe ia melhorar consideravelmente com certeza.
Marcelo pulou da cadeira da cadeira e foi até Tony.
- Me entregue tudo que conseguiu descobrir sobre ela. Meu Deus!! E se ela fosse casada, teria que matar o marido, e se tivesse filhos? Tb teria que se livrar deles. O pensamento o deixou meio envergonhado. Desde quando era um homem que pensava em se livrar de crianças? A resposta era clara, desde o dia em que colocou os olhos nela, seria capaz de qualquer coisa pra que ela fosse somente dele.
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