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Capa do romance Minha Doce Vingança

Minha Doce Vingança

Anne cresceu sem afeto, odiada pelo homem que a criou por ser fruto de uma traição. Após anos de abusos e fugindo de uma tentativa brutal de assassinato cometida pelo próprio padrasto, ela encontra refúgio nos braços de Grego. Ele é um temido traficante do Rio de Janeiro, famoso por sua frieza absoluta. Mesmo sem conhecer o passado da jovem, ele se apaixona perdidamente e decide usar todo o seu poder para arquitetar uma vingança implacável por ela.
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Capítulo 1

Acordo sentindo meu corpo doer, minhas pálpebras estão pesadas, me sento no pequeno colchão e observo o quarto, tudo fede tem ratos e baratas aí senhor eu não quero morrer assim por que estou passando por isso? Me perco em meus pensamentos até que a porta se abre

— A princesa acordou?

— O que você quer é por que estou aqui?

Ele não fala nada e vem até mim segurando meu cabelo, deposita um tapa em meu rosto, outro homem entra no quarto, as lágrimas caem e eu imploro para que não me façam mal, mas eles não me dão ouvido

Me forçam a cheirar coisas e perco a consciência, sinceramente acho melhor assim, não quero presenciar seja lá o que fizeram comigo, claro que eu lembro que algumas coisas e isso me faz chorar.

Acordo com uma baita dor de cabeça, sinto-me mal, meu corpo todo dói, dessa vez sinto uma dor muito forte no meio das pernas e muito sangue.

AI MEU DEUS eu não acredito que isso aconteceu por que isso está acontecendo comigo as lágrimas caem novamente e eu nem tento segurar a noite os homens voltaram e com mais dois homens e dessa vez não me deram nada tive que ficar acordada e passar por tudo aquilo em minha plena lucidez.

Eu juro juro por tudo que é mais sagrado, que vou me vingar de todos que me fizeram mal e que me fizeram chegar a esse momento, eu juro

Já no outro dia acordo já acostumada com a dor, levanto indo até a porta e por incrível que pareça ela está encostada, saio e vejo os dois homens da primeira vez dormindo no sofá, caminho pela casa fazendo o mínimo de barulho possível quando estou chegando na cozinha escuto os outros dois homens que chegaram depois

— O que eles vão fazer com aquele puta?

— Não sei acho que vão vender ou matar tanto faz, o que importa é que usamos ela haha

_ Eles devem matar ela, foi isso que o chefe deles mandou _ o outro disse.

Coloco a mão na boca para não sair nenhum barulho agora mais que nunca tenho que sair daqui quando finalmente chegou na porta de saída abro sou surpreendida por eles. Abrir os olhos e vi que estava no carro em movimento, escutei caras rindo de mim, outros tocavam meu corpo enquanto eu estava amarrada, às lágrimas quentes desciam do meu rosto sem saber o que fiz pra merecer tanta crueldade de uma coisa eu sabia que ele não gostava de mim agora fazer isso me deixa quebrada qual vai ser meu destino meu Deus.

2 semanas antes.

Olá meu nome é Anne tenho 18 anos, moro com meu pai no Rio de Janeiro em um bairro de Classe média alta, todos me perguntam, como meus pais são brancos e eu sou negra? nunca entendi o real motivo disso, minha mãe morreu quando eu era um bebê, meu pai ficou comigo mas às vezes não sinto Amor da parte dele todos os eventos que tem na nossa casa não apareço, uma vez apareci sem querer e na hora todos ficaram espantados comigo pela minha cor meu pai dizia que era por causa de parentes distante que eu nasci dessa cor, o preconceito não é só em casa na escola também que saco! queria muito iter conhecido minha mãe, pelo desprezo do meu pai tem por mim sinto que ela deve ter feito algo muito grave pra ele mas espero um dia ele que ele me ame mas aprendi a lidar com isso muito bem, odeio quando me perguntam sobre minhas tranças e como lavo meus cabelos, mas isso é o só o início da minha História e vou dizer a vocês vingança é um prato que se come lento.

Hoje é meu aniversário estou tão feliz finalmente vou poder sair de casa estar livre do meu pai é meio chato completar aniversário dia 1 de abril aff as brincadeiras e piadas fico morrendo de raiva

Levando da cama pego minha mala e vou colocando minhas peças de roupas tudo que vou precisar eu não gosto do meu pai minha mãe morreu quando nasci então ele sempre me culpou

Enquanto todas as crianças estavam felizes brincando com o pai no dia dos pais o meu estava trabalhando ou simplesmente não aparecia sempre me culpa pela morte da mamãe estava disposta a sair a ir embora a ser livre só não sabia que isso ia custar minha inocência ia custar meu sonhos que foram roubados e tudo o que sinto agora dentro de mim é ódio e rancor.

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