Capa do romance Meu CEO Dominante

Meu CEO Dominante

9.3 / 10.0
Em Meu CEO Dominante, Vasti aceita um emprego sob as ordens de Adônis MacGyver, um homem de segredos profundos. Este romance explora o mundo de billionaire romance novels onde lealdade e desejo se cruzam. Leia esta fiction fantasy romance books sobre escolhas que mudam vidas para sempre.
Resumo de Meu CEO Dominante
Vasti aceita um emprego temporário, mas descobre que o atraente CEO Adônis MacGyver guarda segredos impactantes. Paralelamente, Apolo busca uma mãe para seu filho após ser traído, encontrando a candidata ideal em Erin, que lida com um ex problemático. Já Milo cogita um casamento arranjado por pressão familiar, mas se encanta por Heidi. Por fim, Gustav reencontra Artemis, tentando reconquistá-la, enquanto a trama de Ícaro e Ariel se inicia no capítulo 172.
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Meu CEO Dominante Capítulo 1

Vasti estava um pouco tonta, já que não era acostumada a beber muito. Ela foi até o banheiro, mas ele estava ocupado.

— Que droga! — ela murmurou baixinho e esperou. Após alguns minutos, ela decidiu que teria que bater. — Oi? Vai demorar muito?

Não houve resposta, não em palavras, mas Vasti podia jurar que tinha ouvido um gemido. Ela aproximou o ouvido da porta e de novo, só que era masculino!

— Mas que merda… Por favor! Gente, eu to apertada!

Vasti não era idiota e sabia muito bem que alguns casais resolviam aliviar outras necessidades nos banheiros das boates, portanto, aquele deveria ser o caso.

“Falta de consideração do caramba!”, Vasti pensou.

Barulho de roupa, zíper e, finalmente, a porta se abriu. Uma loira alta, bonita e com o batom borrada saiu de lá, passando os dedos pelo canto da boca. Vasti sabia o que a mulher estava fazendo.

— Estraga prazeres! — a mulher disse e passou por Vasti, batendo no ombro dela.

“Me poupe!” Vasti pensou, fazendo careta.

— Ah, pois — ela acabou falando e se virou para o banheiro, quando deu de cara com aqueles olhos verdes que ela reconheceria de cara.

“Mas… Não é possível!”

Ele a olhava penetrantemente, com as mãos no bolso da calça e um sorriso de lado.

— Você não desiste, não é? — o homem perguntou, olhando-a de cima a baixo e com um sorriso descarado de lado, mas os olhos dele continham desdém.

Isso trouxe Vasti, que estava olhando para ele de boca levemente aberta, à realidade. Ela franziu o cenho, olhando para ele de maneira incrédula.

— Não entendi o que você tá querendo insinuar — ela devolveu o olhar de desdém a ele.

Ele zombou, olhando em volta rapidamente, antes de pousar os olhos nos dela, novamente.

— Eu detesto mulher que se faz de sonsa. Se você quer tanto foder, basta falar. Não tem que ficar de jogos e, muito menos, me perseguindo.

Vasti abriu a boca, dessa vez, sem acreditar no que estava ouvindo.

— Como é que é?! — ela esbravejou. — Você é maluco? Deve ser, mesmo. Porque por sua culpa, eu fui demitida! E eu nem sei o motivo. Foi porque eu esbarrei em você?

Ela balançou a cabeça e o homem levantou as sobrancelhas. Vasti continuou.

— E agora, não satisfeito, está me acusando de TE perseguir? — ela soltou um riso de deboche e o olhou de cima a baixo. — Pra sua informação, eu vim com a minha amiga, que conhece gente que trabalha no local! Essa é a boate que visitamos normalmente. E eu só vim aqui porque precisava espairecer depois de um certo babaca prepotente e metido a besta me demitir sem razão! Portanto, é mais fácil VOCÊ estar me perseguindo!

Ela sabia que não deveria falar assim do chefe dela.

“Não, não, EX-CHEFE”, ela se lembrou. Sim, ex. Isso significava que ela não tinha que segurar a língua dela coisa nenhuma. O homem tinha sido um completo idiota e ainda fez picuinha, para que Vasti perdesse o emprego. Ela poderia apostar que tinha sido ele! “como se já não bastasse a minha família, ainda me aparece esse enviado do cão!”

O homem inspirou profundamente, antes de se mover rapidamente. Ele segurou o braço de Vasti e a puxou para dentro do banheiro e fechou a porta. Ela sentiu as costas dela baterem na superfície de madeira e antes que pudesse reagir, lábios quentes e macios tomaram os dela.

— Oh! — ela soltou por reflexo. O homem prendeu-lhe as mãos acima da cabeça dela com apenas uma dele, que era imensa, enquanto a outra segurava firme na cintura de Vasti.

Ela abriu os lábios com surpresa e ele aproveitou a chance para beijá-la mais profundamente, arrancando suspiros da mulher que tinha passado o dia atormentando o juízo dele. O joelho do homem ficou entre as pernas de Vasti, abrindo-as e dando a ele mais acesso ao corpo dela. Vasti não era de beijar estranhos, mas ela estava se sentindo tão bem…

— Ei! Vasti? — uma batida na porta fez Vasti dar um sobressalto. O homem não a soltou de pronto, mas sim aos poucos, deixando as mãos dela descerem. Ele segurou uma delas e colocou-a no peitoral dele. Com a mão livre, o homem tocou o rosto de Vasti.

— J-já vou! — Vasti gaguejou. Os lábios dela estavam levemente inchados e a respiração entre-cortada. — Me dá um minuto! Eu já vou sair!

— Ok… — e o barulho do salto de Fernanda se afastando foi ouvido. Vasti olhou para o homem. Ele estava com o cabelo impecável, o rosto próximo ao dela e os lábios meio abertos. Ele deu um sorriso.

— É melhor você ir pra casa, ou vai acabar se atrasando, amanhã — ele falou com a voz rouca.

— Atrasar? — Vasti perguntou, temendo que o cérebro dela ainda não tivesse voltado a funcionar direito.

— Claro. Você é a minha secretária substituta — ele falou e deu um beijo rápido no pescoço dela, fazendo com que Vasti suspirasse. — Eu não gosto de atrasos.

Então, foi quando ela se deu conta: o homem que tinha estraqado o dia dela não era um fofoqueiro, ele era o próprio chefe! Vasti o empurrou com as duas mãos e o encarou, feio.

— Do que está falando? Eu fui demitida! Por você!

Ele deu um passo para trás e, segurando na cintura dela, ele a colocou para o lado, a fim de que pudesse abrir a porta..

— Pois está readmitida. Lembre-se: sem atrasos — O belo homem deu uma piscada e saiu porta afora, deixando Vasti ainda desnorteada.

As pernas dela pareciam feitas de gelatina, mas ela conseguiu sair do banheiro e ir para a mesa onde Fernanda e Will estavam.

— Caramba! O que aconteceu? — Fernanda perguntou, até que percebeu o estado da amiga. As luzes do local acabaram disfarçando, mas assim que Vasti se aproximou um pouco mais, ela viu. Os lábios inchados e vermelhos, sem batom, os cabelos bagunçados e a roupa desalinhada.

Will também notou e segurou o riso.

— Sua safada! — Fernanda falou, dando um tapinha no braço de Vasti, que não respondeu nada. Ela parecia meio assustada. O sorriso de Fernanda morreu. — Pera aí… Alguém forçou você a alguma coisa?

Fernanda se levantou rapidamente, como uma leoa pronta para proteger a cria e olhou em volta.

— Ah, não. Eu... Eu tenho que ir.

— O quê? Por quê? — Fernanda não estava acostumada com Vasti agindo estranho daquele jeito. — Amiga, conta a verdade, alguém te encurralou, tentou alguma coisa?

A latina de cabelos sedosos na cintura olhava preocupada para Vasti.

— Eu não posso me atrasar amanhã.

Fernanda olhou para Will.

— Do que você tá falando?

— Pelo visto, eu consegui o meu emprego de volta — essa resposta fez Fernanda levantar as sobrancelhas.

— Ok… Fico feliz por você. Eu acho… — Fernanda observou Vasti pegar uma nota de dinheiro da bolsa, colocá-lo em cima da mesa e se inclinar para ela, a fim de dar-lhe um beijo na bochecha. Acenou para Will e se foi.

— Sua amiga é maluquinha — o namorado de Fernanda falou, soltando uma risada. .

— Eu vou descobrir o que rolou — Fernanda disse. — Amanhã. Agora, você e eu vamos nos divertir um pouquinho.

Vasti saiu da boate e só então se deu conta de que nem sequer havia usado o sanitário.

“Excelente! Espero que o táxi não demore…”, ela falou para si mesma.

— Uma mulher como você, a essas horas e sozinha… É um tanto quanto perigoso, não é? — a voz profunda do homem a pegou de surpresa, mas ela se virou devagar para encará-lo.

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Meu CEO Dominante de Conteúdos

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