
Meu Amigo Querido
Capítulo 3
Monik acorda uma dor horrível de cabeça, na cabeceira está aspirina e um copo de água, ela toma.
— Meu Deus! O que foi que eu fiz? — Levantando toma banho frio e vai para sala, Erik não está ela vai até o quarto dele..., percebendo que ele viajou.
— Monik o que você fez? — Ela então deita no sofá e liga a televisão, quando seu telefone toca.
— Oi! Erik... — Ela atende sentindo que não recebera uma boa notícia.
— Oi bom dia! Moni.
— Você viajou? Procurei-te pela casa vi que suas malas não estavam.
— Recebi uma chamada hoje cedo, não quis te acordar... tomou a aspirina?
— Tomei sim... obrigada, quando você volta?
— Essa viagem é longa... daqui a três meses…
— Nossa porque tudo isso? — Monik pergunta já com um aperto na garganta.
— Vou levar um magnata para Londres numa conferência de três meses e ele não quer que o helicóptero volte para o Hangar antes disso.
— Entendi... então boa sorte... tenho certeza que não vai faltar distração para você lá, — Fica um silêncio…
— Eu te ligo para saber como você está.
— Está bom, beijos e boa viagem Erik.
— Beijos, obrigado se cuida — Sentindo seu peito doer... Monik lembra que teve uma noite maravilhosa com seu melhor amigo e agora ele viajar por três longos meses.
— Eu preciso ocupar minha cabeça... vou para academia, senão ficarei louca aqui. — Ela se arruma e vai
— Vamos para esteira Monik na esteira estará muito ocupada,
— Você não precisa de academia está ótima.
— Nossa é assim que você flerta?
— Não, foi só um elogio, desculpa.
— Sei... então tá você também tá! Ótimo. — Ele ri... e ficam conversando depois vão para lanchonete tomar um suco.
— Você é muito legal... o que você faz da vida Monik?
— Abri minha própria empresa há quase um ano.
— Legal empresa do quê...? — Reynaldo fala com admiração.
— Minha empresa faz propaganda de ‘marketing’ para as empresas de renome.
— Interessante... parece que fui para a esteira certa então.
— Como assim? — Pergunta intrigada.
— Eu tenho uma empresa multinacional ela é conhecida no mundo todo e quero fazer algo diferente.
— Espera você não é o?
— Dono da Fort. Widson? Sim, sou eu, rsrsrs
— Nossa que tudo... pensava que você teria sua própria academia.
— Você pensou que eu fosse esses magnatas que andam de jatinho, limusine, comem caviar e tudo mais? Rsrsrs
— Desculpa... pensei hahahaha.
— Não gosto disso... gosto de eu mesmo dirigir e comer uma comida de verdade.
— Isso é interessante... — Monik esta admirada com o jeito simples e Reynaldo.
— Eu falo sério, quando digo que quero ampliar os horizontes da empresa Monik.
— Toma meu número, liga marcando uma audição aí você vê se gosta das nossas ideias.
— Vou ligar sim... foi ótimo te conhecer.
— Foi um prazer, tchau tenha um bom final de semana. — Ela vai para o vestiário toma banho se troca e vai para casa.
— Nossa, já está tarde vou comer algo e revisar alguns ‘marketings’ para o, senhor Josué Nogueira. — Passa a tarde o telefone dela toca.
— Oi! Mamãe…
— Oi! Filhota como você está?
— Estou bem... aconteceu algo?
— Não, querida eu e seu pai, iremos dar um jantar essa noite e queremos que venha é importante.
— Mãe... eu não estou afim.
— Nossa! Querida faz meses que não nos vemos... Você vai fazer essa desfeita com seus pais?
— Está bom, mamãe eu vou.
— Eeeee, obrigada filhota te vejo mais tarde beijos.
— Beijos... — Monik sabe que seus pais estão aprontando alguma para ela.
— Deixa eu me arrumar e enfrentar o que eles armaram dessa vez. — Ela veste seu melhor vestido se maquia e sai... Monik sabe que os jantares dos seus país só tem magnatas poderosos.
— Há querida você chegou...
— Oi! Mãe... elas se abraçam
— Filha que bom que veio…
— Oi! papai, como o senhor está?
— Estou bem, sentindo sua falta, volta para casa filha.
— Não papai, estou bem construindo meu sonho.
— Querida, deixa eu te apresentar o filho da Rochele Moraes, filha esse é o Willy Moraes.
— Prazer em te conhecer... sua mãe fala muito de você, ela só esqueceu de mencionar o quanto você é linda Monik.
— Obrigada o prazer é meu.
— Fiquem aí conversando... eu vou cumprimentar alguns convidados.
— Você é médica?
— Não, eu dirijo minha própria empresa
— Pensei que seguiria os passos dos seus pais Monik…
— Não gosto de sangue.
— Eu sigo a profissão dos meus pais quero ser um médico renomado igual eles.
— Que bom! Boa sorte então. — A conversa está insuportável willy só fala de cirurgia fraturas e de repente.
— Monik que bom te ver aqui... não pensei que gostasse desses jantares.
— Oi! E não gosto, minha mãe me obrigou a vim.
— Sua mãe é uma grande cirurgiã, os jantares dela são maravilhosos.
— Willy, nem todos gostam de jantares extravagantes.
— como você Reynaldo?
— Sim, você sabe que sim Willy…
— Reynaldo sempre vem nesses jantares, obrigado Monik.
— Somos dois, isso aqui é tortura demais
— Que você acha de irmos para outro lugar?
— A ideia é tentadora, mais se eu sair daqui aí a relação com meus pais acabar de vez.
— Nossa está tão ruim assim?
— Eles não me perdoam por sair de casa para abrir minha empresa.
— Entendi... bom que tal fazermos companhia um para o outro assim fica menos tedioso
— Adorei... porque não sei se sobrevivo a essa noite.
— Que seja! Fiquem aí perdendo o melhor jantar.
Eles sentam num canto e conversam sobre tudo riem e debocham um do outro quando Magda chega,
— Querida... Reynaldo você está se divertindo?
— Sim, está maravilhoso tudo perfeito. — Magda nota que ele fala da companhia e não do jantar e olha para Monik.
— Querida o Willy ficou sozinho o jantar todo.
— Mãe estávamos nós três conversando, ele que não quis ficar aqui. — Ela sai com olhar de quem quer dizer, depois conversamos mocinha…
— Fico louca com essa mania dela tentar me arrumar namorado em cada jantar.
— Quem ela quer que você namore? O willy rsrsrsrsr.
— porque está rindo?
— Vai por mim, você não faz o gosto dele, rsrsrs.
— Graças a Deus! Porque achei ele muito metidinho…
— Hahahaha, ele é uma boa pessoa, só acredita que tem que seguir a profissão da mãe, que o mima muito... — Ela decide terminar a noite
— Bom, já vou indo amanhã eu tenho alguns trabalhos para terminar que não terminei hoje.
— Posso te levar? — pergunta Reynaldo.
— Não precisa estou com o carro do meu amigo de quarto.
— Você tem um amigo de quarto?
— Sim, somos amigos de infância... ele saiu primeiro que eu da casa dos pais... eu sai depois.
— Entendi... e aonde ele está?
— Realizando o sonho da vida dele que é ser piloto de helicópteros e viajar o país
— Legal, está aonde nesse momento?
— Viajou essa manhã para Londres.
— Deve ser o máximo…
— Querida, os pais de Erik querem saber porque ele não veio com você?
— Ele está em Londres a trabalho papai.
— Aff... você chama isso de trabalho?
— Papai, é o que ele ama fazer
— Igual você teimoso e rebelde, — ela abaixa a cabeça não quer discutir.
— Bom vou avisar eles. — Fala Róger indo em direção aos pais de Erik.
— Realmente você sofre com essa situação.
— Por que você acha isso?
— Dá para ver no seu olhar, você queria que eles te apoiassem
— Eles não vão me apoiar nunca... tchau obrigada por salvar a noite
— Você também salvou a minha. — Eles se despedem e Monik se despede dos seus pais e vai para casa
— Que noite, que bom que acabou.
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