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Capa do romance Meu amante dominante

Meu amante dominante

Elisabeth Jhonson, uma estudante de 19 anos, vê sua vida mudar drasticamente ao se envolver com Christian Smith. O diretor de 29 anos é casado, mas vive uma união nada convencional baseada em práticas intensas e dolorosas. Ao entrar nesse mundo repleto de BDSM, Lisa encara uma jornada de altos e baixos. Entre dramas e um romance clichê, ela mergulha em uma relação ardente que desafia seus limites e transforma sua realidade completamente.
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Capítulo 2

Já eram por volta da 22:30 quando chego ao meu dormitório, Emma está dormindo e eu vou direto para o banho e fico horas debaixo do chuveiro, desculpe planeta. Mas eu estava com a cabeça a mil pensando no diretor, toda hora eu sacudia a cabeça tentando tirar ele de dentro dela mas era em vão. Saio do banho e me deito na cama só de lingerie mesmo e acabo dormindo.

Hoje minha aula começa às 10 horas e por isso pude acordar mais tarde, Emma já havia ido. Tomo um banho e me arrumo, vou tomar café da manhã na cafeteria da universidade. Me sento em uma mesa que fica bem escondida, eu estava com dor de cabeça e precisava de silêncio, pedi um capuccino e uma porção de pão de queijo.

Faltava pouco mais de 1 hora para minha aula começar então resolvi ficar por aqui mesmo esperando a hora passar, peguei um livro em minha mochila e comecei a ler, sinto alguém sentando em minha frente e ainda com o livro na frente do meu rosto reviro os olhos meio chateada por terem sentado logo aqui com tantas mesas vazias, eu só queria paz.

Quando tiro o livro da minha frente para parecer educada e dar bom dia dou de cara com ele, sentado a minha frente, me encarando sério.

— Bom dia senhor diretor! Digo o encarando também.

— Bom dia senhorita Elisabeth!

— Lisa! Digo.

— Como? Ele me pergunta franzindo o cenho.

— Pode me chamar de Lisa! Respondo.

— Prefiro Elisabeth, soa mais formal. Ele diz.

Fico tão sem graça com sua resposta que coloco o livro na frente do meu rosto novamente para esconder o quanto tô sem jeito e resmungo.

— Tanto faz, bom dia!

Não ouso olhar para ele novamente, até que meu celular toca.

Ligação on...

Eu: Alô?

Emma: Lisa, hoje depois das aulas a galera vai comemorar o niver de um professor na casa dele, não marca nada que você vai comigo!

Eu: Como assim? Eu já saí ontem, não vou sair hoje, tenho que estudar!

Emma: Não foi um pedido Lisa, foi um comunicado.

Bufo com o que ela disse e reviro os olhos dizendo:

Eu: Ok! Que horas?

Ela sempre teve esse poder sobre mim, nunca consigo dizer não para ela, desligo o telefone depois dela me dizer o horário.

Ligação off...

— Aconselho a se dedicar mais aos estudos do que a festas Lisa, muitos se perdem no seu primeiro ano por conta das festas e no final do semestre estão desesperados!

— Não se preocupe senhor diretor, não vou me perder! E... Prefiro Elisabeth, soa mais... Formal!

Digo guardando meu livro na mochila e olhando a hora no celular, faltam 20 minutos para a aula começar então me apreço, dou as costa a ele e saio da cafeteria. Homem louco, primeiro me dá um fora falando que prefere me chamar de Elisabeth, depois me chama de Lisa... Homem bipolar!

[...]

Hoje só tive duas aulas, desenhos artístico e técnico. Demoro um pouco para sair da sala arrumando meus lápis e quando me dou conta a sala já está vazia, me apresso e saio de lá, vou ao banheiro rapidinho e quando estou saindo do reservado dou de cara com ele, me assusto.

— Estou ficando com medo! Digo enquanto lavo as mãos.

— Medo de quê? Pergunta ele.

— Primeiro nos esbarramos no bar, depois no café e agora o senhor no banheiro feminino... Está parecendo perseguição, preciso me preocupar? Fico encarando ele de braços cruzados.

— Não precisa se preocupar, só queria me desculpar com você por mais cedo no café.

— Se desculpar por quê?

— Pelo jeito que falei com você, prefiro te chamar de Lisa...

— Não precisa se desculpar por isso senhor diretor e como disse mais cedo, Elisabeth realmente soa mais formal. Digo me virando para sair do banheiro mas ele me segura pelo braço e me prensa na parede em um movimento rápido.

Ele coloca meu cabelo atrás da orelha me encarando e começa a acariciar meu rosto todo, involuntariamente fecho meus olhos e nesse mesmo momento sinto seus lábios nos meus, sem saber o porque, eu retribuo. Nosso beijo começa calmo e vai aumentando a intensidade, ele me tira da parede e rapidamente envolvo minhas pernas em sua cintura, ele me coloca sentada na pia e começa a esfregar sua ereção em mim, fazendo com que suba um calor imenso em mim.

Quando o clima começa a ficar mais sério e estamos quase transando ali mesmo ele se afasta e passa a mão no rosto mostrando um certo arrependimento e isso me deixa com vergonha e ao mesmo tempo com raiva.

Quando ele ia começar a falar, eu o interrompo.

— Por favor! Não fale nada, você não tem noção de o quanto isso é humilhante para uma mulher... Me recomponho e saio do banheiro sem falar mais nada.

Que vergonha! Se eu pudesse me enterraria num buraco agora! Cara! Ele é o diretor da universidade, que merda você fez Lisa!!! Precisa tirar esse homem da sua cabeça, isso é furada lisa, pelo amor de Deus!!! Meu subconsciente me alerta.

[...]

Cheguei na festa de aniversário do professor da Emma e de longe avisto Anny, resolvo chama-la e apresento a Emma a ela. As duas se identificam logo de primeira e eu fico feliz por isso.

Fico olhando alguns professores ali e de sorrateiro um certo diretor vem a minha mente, resolvo beber um pouco para tentar tirá-lo da minha mente, hoje eu quero aproveitar sem me preocupar com o amanhã, já que amanhã é sábado e não tenho aula.

Já estou na minha quarta taça de tequila, estou me sentindo um pouco lenta então resolvo ir ao banheiro lavar meu rosto, prometi a mamãe que não ficaria bêbada. Ando por um corredor observando cada parte da casa, até que para um professor o senhor Rick tem bom gosto, a casa além de enorme é bem decorada.

Encontro o banheiro e entro, lavo meu rosto, sento um pouco no vaso para respirar fundo e vê se o excesso de álcool passa um pouco, resolvo que não vou beber mais hoje eu sou muito fraca para bebida, saio do banheiro e vou na cozinha beber um pouco de água e dou de cara com o diretor se pegando com a professora de ética.

Fico paralisada ao observar aquela cena, ela em pé de pernas entre abertas meio inclinada com as duas mãos apoiadas na pia com a saia levemente levantada de costa para ele, ele com uma mão no cabelo dela puxando com força e com a outra entre as suas pernas socando com força enquanto lambia seu ouvido chamando ela de vadia, ela gemia e ria ao ouvir suas palavras como se estivesse amando aquilo.

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