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Capa do romance Luna 3- Eclipse de Luna

Luna 3- Eclipse de Luna

No desfecho desta saga, Luna e Greco enfrentam o ressurgimento de memórias e segredos ocultos. O reencontro entre o sol e a lua testa a força de um vínculo forjado no desejo e no mundo obscuro do BDSM. Quando a verdadeira identidade de Greco vier à tona, será que o amor resistirá às revelações? Entre altos e baixos, este capítulo final decide se o casal terá o esperado sim ou se seguirá caminhos opostos. Uma história eletrizante sobre a luta pela verdade.
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Capítulo 3

Lorenzo

Esse um ano que passei longe da Luna foi difícil o foi o pior ano da minha vida. Eu chorei, sofri e não consegui tocar outra mulher. Eu só pensava, nela e só queria sentir seu cheiro. Mas eu sei que foi necessário não só para ela, mas para mim também. Eu faço mal a minha pequena e eu não quero que ela sofra e eu sabia que depois que descobrir ela ia sofrer eu conheço a maléfica que estava para vim.

E o amor nem sempre faz tão bem como a gente pensar e sei que eu estava fazendo mal a ela, eu fui egoísta e possessivo demais.

Hoje eu me vejo sozinho de novo como fui a vida toda e olhada nessa janela para a imensidão da cidade tão linda e o meu coração apertado, a alma chorando. Mas, contudo, a certeza de que a gente vai se encontrar e em muito em breve. Eu a sinto tão próxima a mim.

— Romeu, está tudo pronto? Eu vou passar no clube primeiro. Já estou sentindo saudade demais para estar tão distante daquele lugar.

— Mas, senhor, a cirurgia da sua mãe.

— Sim, eu sei, mas não estou suportando e hoje ela parece estar aqui me cobrando para vê-la. Não estou suportando a dor. Eu viro o uísque e olho para ele— Depois eu vou para o hospital e tem notícias da Angélica?

— Ainda não, senhor. Mas achamos a número um senhor.

Quando ele disse isso meu coração disparou, então ela apareceu e eu aqui querendo matá-la. Maldita que destruiu a minha vida e eu a idolatrei. — Ela mora em Veneza e pelo que sabemos ela está casada.

— Não pode ser Romeu.

Eu não estava sofrendo porque ela se casou e tem uma vida, eu estava morto por dentro por uma merda de ligação e agora. — Tem algo errado Romeu. Ela jamais se casaria. E ainda ela e eu somos os únicos que sabemos como nós tratávamos na época. Eu não estava acreditando em nada. — E tudo mentira.

Eu passo as mãos nos cabelos e descemos para o estacionamento e eu questionando tudo que eu tinha acabado de saber. Aquilo não soava verdade para mim. Eu estava carente e com saudades da luna e ninguém nesse mundo me completa como ela.

Esse um ano eu passei construindo sonhos trabalhando e me entregando ao mundo dos negócios e da bebida era o meu refúgio. Mas agora com a certeza de que ela estava viva e segura. Eu me entreguei a bebida.

Eu voltei para a ilha e fiquei escondido de mim mesmo. Eu não queria ver ninguém, e estava na minha dor e tentando achar uma forma de acabar de uma vez com os meus inimigos.

— Munhoz marcou o encontro com o senador?

— Greco conseguir o convite para a inauguração do clube da família dele então com certeza vamos encontrá-lo.

— Quando? Eu preciso falar com ele, pois a minha mãe está cobrando isso todos os dias.

— Em quinze dias eu já arrumei as submissas para leva.

— Para que isso? Eu não quero levar nenhuma mulher.

— E obrigado está acompanhado então fique tranquilo, te vejo na Itália em breve.

— Senhor chegamos.

— Sim, obrigada, Romeu.

Paramos na porta e lá estava “Blue lite club” era o clube de prostitutas disfarçados para o bdsm na Espanha. Eu respiro fundo e entrei para dentro daquele clube.

Meu estresse estava alto e a falta do cheiro dela. Tô querendo ver a minha pequena, Andy morde os pezinhos dela, eu sou um fraco por deixa ela parti.

Eu não vou mentir não deixei de procurar a luna eu tenho informantes por todos os lados. A última vez que eu soube dela estava na Itália? Mas depois disso, o Romeu me convenceu a deixá-la de saber onde ela estava me fazia mal eu não podia ir até ela.

Não só por mim e nem, porque ela não queria e sim fui obrigado a deixá-la partir.

— Que surpresa dom. Eu entro e já sou recebido pelo gerente — Venho atrás de diversão, e o lugar certo.

Está só de passagem.

— Eu preciso de uma festinha, estou passando por um momento ruim. E faz um bom tempo que não ouço os chicotes.

— Claro. Pode escolher a submissa que desejar temos as escravas.

Ele já saiu comigo pelo enorme corredor e o bar estava lotado e passo em frente a uma sala e vi que só tinha mulheres eu volto com a mão no bolso e olho eram lindas e balanço a cabeça.

— Aquela festinha particular ali, o que é?

— Uma espécie de terapia para submissas que já foi submissa e hoje estão sem um “dom” e ela começaram a vir para o bar porque gostam da adrenalina, mas não querem um dom para maltratá-las. E a maioria teve péssimas experiências. Eu fiquei imaginando e ouvindo ele dizer, mas a cabeça na minha submissa perdida— E elas queriam um lugar para falar de suas experiências e ouvir os chicotes sem ser incomodadas pelos dons famintos. E o Dom- Flay teve essa ideia e vou dizer vem submissas do mundo inteiro para conversar e assinar o mural de submissas.

— Nossa, estou surpreso, eu adorei a ideia.

— Nem sempre uma submissa que é um dom. Ela só quer ser submissa, mas na hora certa, você não acha? E tem um dom tão malvado que elas acabam ficando traumatizadas.

— Sim, com certeza é uma ótima ideia.

Eu entrei para dentro daquele clube e hoje eu queria muito mais do que isso e eu queria me mostrar. Há muito tempo eu não faço isso, eu queria que a plateia fosse algo tão forte.

— Quero dar um presente a elas.

Ele sorriu e saiu para preparar tudo e eu me preparando porque o psicológico estava fodido.

Eu queria dizer ao mundo que eu sou um dom. É um dom que sofre, que chora e se elas sofrem por amor e ser pisoteadas eu também e o meu coração quebrado. Eu, olhando aquele copo de uísque, o gelo, barulho do gelo que maldição o barulho.

Eu voltei naquela nossa última noite, juntos ela em meu corpo e seus gemidos em meus lábios eu respiro forte. Eu passo o corpo na testa e eu a sentia tão próxima à adrenalina do cheiro da sua pele.

“O angel flutuante balançando e nos levando a ilha depois da ligação da vagabunda da baronesa.

— Eu não vou deixar você sair da minha vida Luna. Eu a segurei pela cintura e a puxo para o meu corpo e lambi sua boca e rasgou seu vestido e jogo longe. — E minha mulher e eu não vou ficar sem você.

— Greco, por favor.

Eu a puxei e a beijei e a fiz minha de novo ali naquele navio era o meu momento e a Luna é minha eu não a deixei partir.

Ela gemendo em meu ouvido. A minha boca suga na boca dela e ela toda aberta para mim.

— Você tá inchada. E eu ali, louco para lamber tudo aquilo daquela delícia que abriu as pernas e ainda passava os dedos se oferecendo para mim. Eu não ia deixá-la ir.

Eu fechei os meus olhos.

— Minha pequena.

Ela gemendo, implorando e eu fodendo com toda força eu estava encaixado em sua abertura molhada e ela queria mais do que isso a viro de quatro e a minha mão fez o que ela queria e ela ainda rebolava.

Um tapa…

dois tapas…

três tapas no seu traseiro vermelhinho…

O dedo no cuzinho e a boca sugando seu mamilo forte e eu lambi e mordi e eu a ouço gritar por mim e caímos naquela cama enorme os dois nus e ela em meus braços.

— Eu te amo greco. Ela dizia lambendo a minha orelha e eu rindo ela estava de volta na minha cama e em meus braços. Ela dormiu em meus braços e eu me assusto com o telefone e quando eu olho a tela acesa e me assustei em ver ser a bandida da baronesa.

Era o meu tormento de novo, e eu respiro e queria gritar, mas ia acordar a luna eu me levanto e vou para o banheiro.

— Maldita me deixou em paz.

— Eu avisei mandei você deixá-la e está fodendo-a seu maldito. Eu me assusto e como ela sabia disso? Ela colocou uma câmera no meu navio? Que ódio eu respiro e ela grita— Você é meu e já que você não obedece. Eu vou matar essa vadia. Ela riu e eu fiquei desesperado.

— Você será todinho meu Greco.

— Me deixe em paz eu não sou de ninguém. Só tem uma mulher que me têm por completo e ela está na minha frente.

— Tem certeza disso? “My life”… não aguentei, era o meu passado que estava de volta eu sento naquele vaso quase desmaiando ela sumiu e estava de volta. Não podia ser a voz era outra. — Então escuta bem my life. Ela repetia aquilo e me torturava.

— Larga essa, mulher escuta caralho. Ela grita, parecia desesperada.

— Vai ficar sem ela e sem nenhuma outra mulher. Porque eu sou a única em sua vida.

— Vai para o inferno vagabunda. Eu grito. — Eu vou matá-la com as minhas mãos eu juro.

— Se não fizer, ela e a bastarda serão minhas para sempre e eu já mostrei do que sou capaz. My life.

Na hora eu joguei o copo na parede e esmurrou a mesa de madeira que tinha no pequeno quarto e eu não conseguia respirar ao lembrar do que ela tinha feito ela colocou câmeras no meu navio e sabia de todos os meus passos com a luna. Eu respiro forte.”

— Eu não vou deixar nenhuma vagabunda mandar na minha vida. Filha da puta, eu vou matar você com minhas próprias mãos, eu juro. Eu pego o telefone e grito olhando a enorme parede de vidro daquele clube e eu tinha que fazer isso e minha vida e eu vou lutar contra todos, mas com ela ao meu lado. — Munhoz eu quero saber onde está a Luna.

— Não pode Greco. Ele não respirava do outro lado da linha e grita. — A baronesa vai matá-la.

— Antes disso eu a mato, Munhoz. Eu vou buscar a Luna ela é minha.

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