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Capa do romance Laços Proibidos ( LGBT+)

Laços Proibidos ( LGBT+)

O fuzileiro Hunter encara uma missão crítica: resgatar Liak de uma base inimiga para interrogatório. Após sua equipe ser dizimada em combate, ele se torna o único sobrevivente responsável por escoltar o prisioneiro. Durante a perigosa jornada de fuga, Hunter precisa proteger Liak de ameaças constantes. No entanto, a convivência forçada desperta uma conexão profunda e inesperada, criando um laço proibido que desafia o dever militar do soldado.
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Capítulo 3

Continuo tentando ler mais algumas coisas da pasta e entendo algo sobre usar o prisioneiro como cobaia no teste de um remédio que ao que parece seria um estimulante sexual. Agora eu entendo um pouco mais os conteudos dos vídeos. 

Um tempo depois e ele parece despertar aos poucos, checo sua temperatura e ele parece mais normal, estável agora, porém ainda fraco. 

Saio para checar um pouco o local onde estamos e acabo encontrando um vestiário com alguns chuveiros, testo alguns, um deles funciona e por incrível que pareça a água não está fria. Deve ter algum aquecedor velho aqui funcionando ainda. 

Vou até o prisioneiro, e coloco seu braço em volta do meu pescoço. Minha mãe sempre dizia que um banho morno é bom para se recuperar de uma febre. 

Arrasto uma cadeira e o coloco sentado debaixo do chuveiro. Não posso sair de perto porque ele ainda parece meio desacordado. É estranho ficar ao lado de um homem nu assim por tanto tempo e ainda mais quando meus olhos descem para o dispositivo em seu pênis que agora claramente sei para quê funciona. 

Ele está quase acordando, mas ainda parece fraco.

Eu desligo o chuveiro e o enrolo ao cobertor para ele se enxugar e manter seu corpo coberto para que eu possa erguer ele e o levar novamente para o colchão. 

Ele treme de frio agora e coloco o outro cobertor para cobrir seu corpo. 

Ainda espero pelo resgate. 

Uns minutos depois de andar pelo local encontro duas latas de azeitonas em conserva e duas de atum, guardo. Isso aqui era realmente uma escola antes. Volto para ver meu prisioneiro e ele está acordado agora, eu havia amarrado seus pés com uma corda para ele não fugir na minha ausência. 

Olho para ele que ainda parece assustado. Ele treme e percebo que é de frio. Eu digo: 

__Você está bem? 

Mas ele mais uma vez não me entende, porém tem uma aparência melhor. Ele olha para os seus pés e eu me aproximo devagar, pego minha arma e ele me olha assustado. Eu vou com calma com as mãos no ar, coloco a arma sobre a cadeira ali perto e vou até a corda a desamarrando sob seus olhos atentos. 

Eu fico olhando ele se encolher, nem parece mais um homem feito de 23 anos que sei que ele tem agora. 

Eu abro a mochila e mostro o par de roupas que eu trouxe, ele olha atento, mas não tem como eu o vestir com essas algemas. Eu pego as chaves que peguei no laboratório e mostro a ele dizendo:

__Posso abrir isso aí, mas tem que me prometer que não vai fugir ou fazer algo idiota. 

Ele não me compreendo e eu digo em sua frente bem perto olhando em seus olhos:

__Não, Fugir. 

Mostro a porta e concluo:

__Tem muitos lá fora, vão matar você. 

Ele repete em meu idioma:

__Não, fugir. 

Ele parece afirmar e eu preciso confiar nele ou o coitado vai morrer de hipotermia sem roupas assim nessa noite fria. Pego o molho de chaves e depois de duas tentativas encontro a das algemas dele. Ele esfrega seus pulsos e percebo que fazia um tempo que ele as usava. 

Eu lhe entrego o casaco que ele coloca imediatamente. E quando vou lhe entregar a calça eu vejo aquela chave estranha do molho em minhas mãos, ela é a mesma que os vi usando no vídeo para prender aquele dispositivo. 

Eu mostro para ele, que nega com a cabeça e se encolhe ainda mais contra a parede e eu digo tentando acalmá-lo mesmo que ele não me entenda:

__Eu posso tirar. Veja. 

Ele balança a cabeça quase começando a chorar de desespero. Eu sinto pena dele agora. Mas então ele me encara e diz alguma coisa em seu idioma que eu não entendo e faz uma expressão de dor. Eu me aproximo e olho de perto quando ele permite me mostrando. 

Seu pênis está quase roxo e vermelho ao mesmo tempo, isso deve ser insuportável. 

Eu peço para ele ficar calmo, mostro a chave e vou devagar até lá. É um pouco bizarro ter que fazer isso, mas não acho que ele vá conseguir sozinho, só quero ajudar mesmo.

Seguro o cadeado,ele encolhe,eu olho para ele,peço calma e introduzo a chave diferente das outras. Seus olhos estão atentos e assombrados. Abro o cadeado devagar, mas ainda há algo preso na ponta e quando vou puxar percebo que estava introduzido em sua uretra. Ele segura a camisa do meu uniforme e geme enquanto eu puxo devagar vendo o tamanho disso que estava dentro dele. 

Quase vacilo agora ao ver inteiro retirado de dentro dele. Jogo em um canto e volto para o que parece ser uma espécie daquelas cadeias de castidade e o retiro do seu pênis o jogando em um canto também. 

Seu pênis está marcado com os desenhos do dispositivo, mas agora livre disso, ele começa a crescer devagar e o prisioneiro se envergonha, eu digo:

__Tudo bem. 

O cara está entupido de estimulante sexual e não deve ter gozado há tanto tempo que nem sei o que pensar agora. Apenas o deixo ali vestindo a calça. Quando ele termina vou até as latas de azeitonas e atum, pego e abro pra gente. Mesmo dizendo a ele que poderemos ficar aqui por um tempo não acho que ele tenha entendido, mas come um pouco. 

Ele diz alguma coisa, mas não consigo entender. Então ele abaixa a cabeça e junta as mãos, então diz em meu idioma: 

__Obrigado. 

Eu balanço minha cabeça afirmativamente. Ele não deveria agradecer, estou levando ele para uma base pra interrogatório.

Ele diz tocando em seu peito:

__Liak.

Eu digo:

__Hunter.

Agora fico pensando sobre o que meus superiores planejam para ele, de qualquer forma não é problema meu e nada do que fizerem pode ser pior do que ele já passou, ele dá conta. 

Quando terminamos eu pego as algemas dizendo:

__Preciso prender você.

Ele prontamente diz:

__Não, fugir. 

Mas não posso confiar nisso. Vejo seus pulsos marcados, ele nem tenta se defender quando os seguro. Seus olhos estão tristes, ele abaixa a cabeça em submissão. Deve estar acostumado a isso. Eu solto seus pulsos e vou até uma de suas pernas o prendendo a um pilar ali perto. 

Quando olho em seus olhos vejo agradecimento. 

Um tempo depois e ele dorme, me sento em uma cadeira e tento descansar uns minutos, mas melhor ficar em alerta, estamos em território inimigo.

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