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Capa do romance Hannah- Linda, Sexy e Fria

Hannah- Linda, Sexy e Fria

Hannah é uma mulher gélida que aprendeu a confrontar seus traumas e jamais se curvar diante de ninguém. Determinada a proteger seus ideais, ela construiu uma armadura emocional rígida. Contudo, o surgimento de um novo amor ameaça desenterrar segredos que ela lutou para esquecer. Nesta intensa jornada de sentimentos, a protagonista descobre que a força exterior nem sempre reflete a verdadeira resiliência de um coração marcado pelo passado.
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Capítulo 1

Hannah – Linda, Sexy e Fria.

Autora: M.Nasfar

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História não recomendada para menores de 18 anos.

Pode conter: Linguagem imprópria e obscena, Conteúdo sexual, Temas sensíveis, Atos criminosos, Agressão física e/ou verbal, Morte natural ou não, Conflito psicológico

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Os personagens e eventos retratados neste livro são fictícios. Qualquer semelhança com pessoas reais é coincidência.

Toda e qualquer divulgação/distribuição de trechos, partes ou inteiramente deste livro se enquadra em crime de plágio conforme, Artigo 184 da Lei nº 2.848 de Dezembro de 1940.

Nenhuma reprodução, armazenamento ou reprodução do mesmo está proibida sem a permissão expressa e escrita da autora.

© Todos os direitos reservados

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● 1 ●

A vida é uma das coisas mais loucas e imagino que somos apenas um jogo de “The Sims”, onde nossos queridos players são meio sádicos. Essa chamada “vida” me tornou o que sou hoje. Hannah, a mulher independente, poderosa, linda, sarcástica e fria! Meus amigos tem o prazer de me deixar irritada com o maravilhoso apelido de Frozen. Não por ser loira e linda, até porque a “Minion” aqui tem 1,55m de altura, mas sim por fazer meu “let it go” e congelar até o inferno com um simples olhar ou palavra.

Eles são minha base. Apesar de poucos são meu suporte desde sempre.

Fernanda é minha irmã de alma. Ela é a minha maluquinha, cabeça não tem, mas o coração é o maior do mundo. Ambas temos o histórico triste com homens e por esse motivo ela é minha e eu sou dela. Nada de sexo frágil aqui! Somos duas mulheres que vivemos e morremos uma pela outra. Não me imagino sem ela.

Eduardo é meu protetor. Ele entrou na minha vida em um novo estágio. Minha adolescência foi agraciada pelo maravilhoso espécime masculino que chamo de Du. Lindo, educado, atencioso, cavalheiro e não gay! Nada contra os gays, muito pelo contrário, geralmente se o homem é perfeito, ele é gay. Chega a ser engraçado todas as situações em que pensaram que nós éramos um casal. Claro que protegi meu menino de garotas devassas e sem cérebro! Que tipo de mulher eu seria se não tivesse nenhum histórico de porrada por homem?! Mas apenas por meu amigo! Nunca iria a esse nível por outro.

Rebecca foi a última a entrar em minha vida. Ela veio no meu momento complicado (vocês vão descobrir mais sobre ele lá na frente). Simples, com uma garrafa de vinho, um bom gosto musical e sua paixão por vampirinhos da ficção (Quem nunca?! Rs.... Ei! Não julguem! Iremos até os 90 anos com o espírito entre os 16 e 20!). Me conquistou de graça e naturalmente as confidências e apoios foram surgindo fazendo dessa pessoa importante com sua amizade singular.

A alguns anos atrás Du achou a sua metade. E com isso chegou a Nina no nosso clubinho. Até hoje rimos da situação quase constrangedora em que nos conhecemos. Havia alguns anos que não via Du, então ele marcou de ir jantar lá em casa porque queria que eu conhecesse o amor de sua vida. Quando chegaram fui abrir o portão. Juro que foi no automático, nunca faria isso por mal, mas a saudade era tanta que pulei nos braços dele. Ele me segurou e rodopiou comigo em seu colo. Claro que ela iria ficar revoltada e com ciúmes! Nem me conhecia e também não conhecia o nível da minha amizade com o namorado dela. Então eu me viro pra linda mulher magra, negra e gata e falo

– Desculpa amiga, estava morrendo de saudades desse menino! Mas não liga por favor, posso de garantir 200% que sempre foi amizade entre a gente. – E assim ela abriu um sorriso pra mim. Por um instante achei que tinha estragado tudo, mas ali ela me conheceu de verdade.

Sou a "sincerona", desbocada, espontânea, mas só com meus amigos sou inteira. Sou madrinha de casamento de Du e Nina e ela se tornou "meu docinho". Doce e amorosa, ela e Du foram os que me mostraram quem estava me tornando.

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