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Capa do romance Fogo Encontra Gasolina

Fogo Encontra Gasolina

Regina Miller era a definição da pureza até o destino intervir através de um pedido de seu professor. Sua missão era ajudar Nathan Jones, um rapaz magnético que atraía todos os olhares, a melhorar suas notas. No entanto, a dinâmica se inverte quando ele passa a ser o mestre de novas experiências. Mesmo comprometido, Nathan a envolve em um jogo proibido. Regina descobre o prazer perigoso de ser amante, em uma relação explosiva onde o fogo encontra a gasolina.
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Capítulo 2

Quando se separaram daquele beijo, Regina estava ainda mais confusa, o que ele queria dizer com “te ensinar prazeres?”, ela não fazia ideia alguma. Ele soltou seus lábios para olhar em seus olhos, ela também penetrou fundo naquele olhar azul fascinante, ele tinha olhos muito bonitos, eram da cor do céu quando tocava no mar.

— Eu quero te dar os prazeres que você nunca sentiu, as sensações que você mesma se privou a vida inteira Miller, você é bonita, só que nunca ouviu isso de um homem! – ela estava perplexa, paralisada, ouvir Nathan falar aquilo foi um choque para ela, nunca se imaginou assim, nunca lhe havia passado pela cabeça que ela mesma estava se privando de tudo.

— E-eu so-sou b-bonita? – nem havia por que perguntar, mas ela queria ter certeza que havia ouvido direito.

— Sim, você é e eu vou te mostrar como. – ele sussurrou lentamente e logo depois começou a desabotoar a blusa que a mesma vestia. Ela se assustou e segurou sua mão – Fique calma, eu não vou te fazer nenhum mal. – dito isto ela o soltou e ele continuou a desabotoar até o final.

Logo já tinha terminado e retirado a blusa de algodão branca de Regina, ela estava com um sutiã da mesma cor da blusa, simples e delicado, porém o ar puro daquela cor o deixou ainda mais quente. Era estranho como aquela mulher o enfeitiçava fácil, sua boca enchia de água só de olhá-la.

Ela gostava de shorts cumpridos e frouxos, ele não gostava muito disso, por isso logo abriu aquele zíper e devagar o tirou dela, já a calcinha não era branca e sim vermelha com detalhes em renda, aquilo foi a última gota para excitação completa.

Agora ela estava somente com peças intimas, completamente vermelha pela vergonha de estar assim na frente de um homem. Ele estava adorando o que via, não podia crer que ela conseguia esconder aquilo tudo debaixo daquelas roupas largas, era pra ser considerado crime privar os homens de ver a sua beleza.

— Eu não acredito que escondeu isso tudo de mim esse tempo todo, eu estava ao lado de um tremendo avião e não sabia! – ele brincou um pouco mais com ela, estava adorando ver como ela ficava vermelha a cada frase e elogio dito por ele, porém não mentia ao dizer que Regina era um tremendo avião.

Ela olhou de sua camisa para os olhos, como quem quisesse dizer alguma coisa, mas não tinha voz. Por fim ele tirou a própria camisa dando a ela a visão de seu corpo malhado e bem esculpido, ele também tinha seu charme, e isso mulher nenhuma conseguia negar, o loiro era atraente e tinha seus músculos bem definidos, era um deus grego, como costumavam dizer.

Ela prendeu a respiração ao ver aquele corpo, nem tanto bombado e nada magrelo, ele era na medida certa, como se aquele corpo não fosse esculpido em academias e sim em um trabalho braçal.

— O-o que vai fazer? – ela perguntou tremula e com medo, já imaginava o que viria a seguir.

— Eu vou te mostrar uma coisa que você nunca viu e nem nunca vai ver igual. – a voz soava ainda mais sexy aos ouvidos dela do que antes era. Ela já sentia seu corpo queimar.

Ele a beijou novamente e a segurou pela cintura colando-a em seu corpo, ela por sua vez entrelaçou a cintura do mesmo com suas pernas e então ele a levou até a cama. Sentou com ela no colo e se arrastou para trás sem se sessar o beijo que se tornara ainda mais quente, Regina em sua inocência não percebia onde estava indo.

— Eu quero ter você pra mim... Toda, só pra mim! – ele disse ao pé do ouvido da morena que se arrepiou por completo com o toque daquele hálito quente tocar a pele de sua nuca.

O loiro se ajeitou sobre a cama recostando suas costas nos enormes travesseiros que haviam ali por cima deixando-a em cima de seu abdômen, a visão que tinha era perfeita, será que ele havia morrido e ido parar no paraíso?

— Você é perfeita, acredite nisso, Miller, poucas se comparam a você. – ele poderia repetir isso várias vezes até que ela acreditasse.

— O o que v-vai fa-fazer comigo? – ela perguntou cheia de medo na voz.

— Eu vou te mostrar um novo prazer! – foi a última coisa que ele disse antes de descer suavemente uma das alças do sutiã que ela vestia e depositar um beijo naquele ombro. Sentou-se na cama com ela ainda no colo e desabotoou aquela peça intima logo a deixando cair, dando a ele a visão de seus seios desnudos e totalmente a mostra, seu membro pulsou e ela o sentiu latejar em baixo dela.

— O que é i-isso? – ela perguntou se referindo ao pulsar do membro do loiro.

— Isso sou eu querendo você, quando sentir isso quer dizer que um homem está louco por você. – ele respondeu.

Logo seu corpo estava por sobre o dela, a beijando cheio de desejo e queimando de excitação por ela, nunca imaginaria que Regina Miller o deixaria tão quente como jamais uma mulher o havia deixado, naquele momento a última coisa que pensou foi em sua namorada.

Ah, sua namorada! Poderiam descrevê-la como a vítima daquilo tudo, mas a imagem de vítima nunca combinou muito com alguém com uma personalidade como a dela, e se em algum momento alguém a colocasse nessa posição, ela certamente se ofenderia ainda mais.

— Você vai adorar isso! – ele disse antes de baixar seu olhar até a calcinha da mesma e a tirar por completo. Ficou maravilhado ao olhar aquele pequeno pedaço de carne rosada e totalmente depilada como se esperasse por visitas.

Abriu devagar as pernas da morena que tremia bastante, já não sabia se era de medo ou de prazer. Baixou sua cabeça até ali e passou sua língua por toda aquela pele úmida, Regina estremeceu por inteiro. Ela tinha um sabor inconfundível e maravilhoso, ele não podia negar o quão surpreendente era aquela moça.

A morena rebolava enquanto ele a invadia com sua língua e a chupava com vontade e cheio de luxuria, a queria como um animal em busca de sua caça, não entendia por que, apenas a queria.

— Agora é a sua vez de fazer isso em mim, ok? – ele informou a puxando para mais um beijo ardente, onde Regina sentia seu próprio sabor.

Retirou seu short e logo em seguida a cueca box preta que usava dando a ela a visão de seu membro duro e avantajado, era grande e grosso, ela arregalou os olhos ao pensar que logo aquilo tudo estaria dentro dela por completo.

Ele ficou de joelhos sobre a cama e ela também, mas logo ele a posicionou de quatro de frente a ele e segurou seus cabelos para trás.

— Imagine que é um picolé e chupe, é bem simples. – ordenou e logo em seguida a boca quente de Regina o engoliu pela metade. Ele conduziu a cabeça da mesma para que subisse de descesse na velocidade que queria, ela apenas se deixava ser guiada por ele.

Ele estava adorando aquilo, aquela boca macia e extremamente quente envolvendo seu mastro pulsante. Ela podia senti-lo vibrar em sua boca.

— Isso mesmo, Miller, você aprende fácil, boa menina.. – ele dizia com a voz embargada pelo prazer que sentia pelos toques. – Isso mesmo, muito bem...

Soltava pequenos gemidos, arfava sem parar e sentia seu corpo arder em chamas, era assim que ele estava, que mulher era aquela! Não podia ser uma virgem a lhe tocar, era impossível que aquela tenha sido a primeira vez que a morena estava fazendo aquilo, era boa demais.

— Deite agora. – mandou e ela o obedeceu. – Acredito que não tenha camisinha aqui, tem? – ela o negou com a cabeça. – Nunca deixe um homem fazer sem estar com camisinha, ouviu? Eu vou fazer, mas amanhã você vai começar a tomar um remédio.

— Re-Remédio?

— Sim, uma coisinha chamada Pílula do dia seguinte, você já deve ter ouvido falar. – ela confirmou com a cabeça e ele prosseguiu.

Encaixou-se entre as pernas da mesma, tocou-a com um de seus dedos para senti-la tremer mais uma vez e por fim a revelou:

— Agora vou fazer uma coisa que vai doer um pouquinho, mas logo você vai se acostumar e vai sentir um prazer enorme. – foi o que o loiro disse antes de lentamente a penetrar, quanto mais entrava, mais Regina abria a boca pela dor que sentia até ele entrar por inteiro nela. Ela iria gritar, mas antes que fizesse isso ele tapou sua boca com uma das mãos. – Xiii... Não faça barulho, alguém pode ouvir, não queremos que ninguém saiba o que estamos fazendo aqui.

De inicio ele ia devagar para não machuca-la muito, ela estava quase chorando, seus olhos já estavam cheios de água. Ele parou por um instante e saiu de dentro dela vendo o sangue escorrer por seu membro e manchar os lençóis da cama. Então era verdade, ela era mesmo virgem.

— Não chora meu bem, não chora, só dói na primeira vez, logo passa. – ele a puxou e logo depois a abraçou contra seu peito tentando acalma-la, não entendia por que estava fazendo aquilo, não de ter piedade e agir dessa forma com virgens.

— I-isso do-dói muito. – ela choramingou.

— Não se preocupe, eu vou ser carinhoso. – dessa vez escolheu outra posição para continuar, dessa vez ele ficaria sentado com as costas escoradas na cabeceira da cama e ela estaria por sobre ele, assim a poderia beijar e evitar que gritasse.

Estando nessa posição ela se pôs sobre ele e desceu lentamente. A cada cavalgada a dor ficava menor e aos poucos ela estava se transformando em uma sensação jamais sentida por ela, um prazer que não conhecia.

Por fim ela pôde lhe dar o gosto de ouvir seus gemidos inebriados de prazer. Ela estava enlouquecendo por ele a cada segundo, o tempo parecia ter parado e só restavam os dois ali fazendo amor inquietamente.

A agarrou e se jogou sobre aquele corpo pequeno, as unhas de Regina cravaram-se nas costas do loiro rasgando sua pele. O suor dos dois pingava sobre a cama e as respirações se perdiam em meio aos gemidos e beijos de ambos.

— Ah, Regina! – ele pronunciou seu nome – Você é maravilhosa, nunca se esqueça disso. – repetiu mais uma vez o quanto ela era maravilhosa, iria dizer aquilo o quanto fosse preciso.

— Nathan – ela sussurrou mais uma vez, da forma que só ela conseguia dizer, o enlouquecia.

Ele sentiu que chegaria ao seu limite, por estar sem camisinha saiu de imediato de dentro dela e se despejou por completo ao lado dela.

— Está fazendo a maior bagunça. — ela reclamou enquanto tentava recuperar o ar.

— Se eu fizesse isso dentro de você, teríamos um bebê e nós não queremos ter um bebê agora.

Ele sorriu para ela, ela sorriu de volta, e a puxando pelo braço, se deitaram do lado contrário em que estavam. Ela deitou entre suas pernas e recostou sua cabeça sobre o peito do loiro, e sentiu que queria dormir.

— Estou com sono. – ela sussurrou, dessa vez sem gaguejar.

— Descanse, serão dois longos meses... – ele falou sem nenhum desdém, como se fosse algo normal anunciar a alguém que algo assim se repetiria várias e várias vezes.

— Vai fazer isso de novo? – perguntou curiosa e com mais vontade do que seria educado.

— Isso é só o começo, Miller, você será minha amante por um tempo, esse vai ser o nosso segredinho, OK?

— Ok.

E não, isso não era bom, era completamente errado, mas nem todo o bom sendo de Regina Miller era capaz de ir contra o que ela julgou ser a única chance de ter uma aventura em sua vida, e foi por isso que aquele simples “ok” foi sua resposta, porque ela também não queria que acabasse. Aquele erro certamente martelaria em sua cabeça sem parar por muito tempo, mas ela não conseguiu se manter contra ele, além disso, agora já era tarde demais para chorar o leite que já havia sido derramado.

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