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Capa do romance Filha do traficante e o policial

Filha do traficante e o policial

Nesta narrativa de romance e ação moderna, descobrimos que barreiras sociais e perigos constantes não são suficientes para deter um sentimento verdadeiro. Quando os caminhos da filha de um criminoso e de um oficial da lei se cruzam, eles enfrentam um mundo de conflitos. A trama revela que o amor nunca se torna algo impossível, desde que exista a disposição genuína de acreditar no seu poder de transformação, superando todas as expectativas e riscos.
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Capítulo 1

Alisha narrando

___________________

Me levanto e tomo um banho relaxante.

Saio do meu quarto e desço as escadas, vou ate a cozinha aonde estava a minha madastra

Ela era uma piranha do meu pai, mas acabou que virou fiel, ela e gente boa e tals, não merece o tanto de chifre que leva

Eu: bom dia

Ana: bom dia minha querida - ela tinha 28 anos, mas tinha cara de uma adolescente

Meu pai parece pedofilo

Eu: aonde está o meu pai?

Ana: na boca como sempre, seu irmão veio visitar ele

Eu: ata - me sentei na mesa e me servi com o que tinha lá, terminei e deixei a louça na pia

Depois a empregada lava

Eu: vou sair

Ana: boca de novo?

Eu: relaxa aí novinha, vou e volto

Ana: você não toma vergonha na cara ne

Eu: nem um pouco - sai de casa e fui descendo o Morro

_PIRANHAAAAA  - olhei para trás

Eu: fala cachorra - a abraçei

Solange: que tal uma festinha hoje?

Eu: já tá querendo da ne?

Solange: claro, todos daqui já são muito sem graças

Eu: vadia - ela riu

Solange: vamos ou não?

Eu: vamos, mas temos que convidar a Lyna

Solange: quer explora-lá?

Eu: não só para não ficar sozinha, e também para ela dirigir o carro quando estivermos bêbadas- rimos

Solange: falsa

Eu: estou apenas zelando pela nossa segurança, se dirigimos bêbadas podemos morre e a Lyna não gosta de beber mesmo

Solange: tudo bem, vou aproveitar que vou subir e vou falar com ela

Eu: valeu, tchau

Solange: tchau - terminei de descer o morro e fui até boca

Eu: é ai Antony

Antony: fala morena - fizemos toque  - o que faz aqui?

Eu: vim visitar o que e meu oras

Antony: se acha você 

Eu: me garanto

Antony: aonde ta a sua prima

Eu: Lyna? - assenti - em casa, porque?

Antony: nada

Eu: sei, vou ali - ele assentiu e beijou a minha bochecha, entrei na boca e os noiados me olhavam com desejo

Deixa meu pai ver isso

Entrei na sala do meu pai e me arrependo tremendamente

Tinha uma mulher sem blusa e sutiã ajoelhada apenas de calcinha Fazendo um boquete no meu pai

Eu: eca

Pai: Alisha-  impurrou a mulher e colocou a roupa, a mulher me olhava de cima embaixo e com um sorriso sinico

Deve tá achando que sou mulher dele

Eu; some sua vaca - ela não se moveu - vai ou quer que eu raspe a sua cabeça, ela me olhou assustada e saiu

Pai: o que faz aqui Alisha?

Eu: achei que tinha parado com isso pai

Pai: Alisha cuide de sua vida, e deixa a minha em paz sacou

Eu: então não diga que eu não avisei quando ela descobrir e mete o pé

Pai: me fala o que veio fazer aqui

Eu: apenas vim dar um rolê na minha comunidade

Pai: eu já disse que não vou dar o morro para você, você e muito fresca e implicante, não serve para ser dona

Eu: veremos

Pai: se você mudar esse jeito de mimada e fresca e focar no morro, nas responsabilidades, dinheiro, drogas, as armas, talvez eu dê para você

Eu: fechou

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