Capa do romance Droga! O CEO é substituto na vida dela!

Droga! O CEO é substituto na vida dela!

8.2 / 10.0
Vicente usa Anelise como um estepe emocional, vendo nela apenas o reflexo de um antigo amor. Alvo de humilhações públicas, ela suporta tudo até ser insultada por uma proposta financeira de Vicente. Após a ruptura, o arrogante CEO tenta recuperá-la a qualquer custo, mas o destino lhe reserva uma lição amarga. Ao reencontrá-la, ele descobre que não é o protagonista, mas sim o substituto na vida de Anelise, ocupando o lugar de alguém idêntico a ele.

Droga! O CEO é substituto na vida dela! Capítulo 1

CAPÍTULO 1

[Ding]

Toca o alerta de mensagens de Anelise.

[Venha ao restaurante da Sete de Setembro, preciso falar com você!] — Anelise saltou do sofá, mal olhou a mensagem e já procurou o sapato, esticou o vestido no corpo e soltou os cabelos.

“Vicente lembrou que hoje é meu aniversário, eu sabia! É claro que preparou uma surpresa!“

Ela saiu depressa, pegou apenas o celular e a bolsa, estava tão animada que desceu de salto todas aquelas escadas, sem perder o ritmo e nem o sorriso, já imaginando que ele deveria ter comprado o bolo que ela adorava.

Anelise entrou no carro, jogou a bolsa no banco do passageiro e não perdeu tempo para ir onde ele estava, queria saber qual seria a surpresa, porque já era tarde, na sua cabeça ele estava atrasado.

Ela respirou fundo, olhou no espelho e piscou para si mesma.

“Arrasa, Anelise!“ — falou para a sua imagem.

Quando desceu, estranhou que não viu o carro dele ali. “Aiii, ele deve estar escondido lá dentro com o meu bolo!“ — vibrou dando pequenos pulinhos.

Ela caminhou devagar e como não viu nada, pegou o celular na bolsa e confirmou se havia visto corretamente, mas então estreitou os olhos quando viu que aquele não era o número dele. “Ué? Como foi que não reparei nisso?“ — ela mal pensou e deu um pulo com o susto que levou ao ouvir seu nome logo atrás dela:

— Você que é a Anelise? — ela virou rapidamente e sorriu para a bela jovem a sua frente, ela só poderia ser a Paola, irmã de Vicente que ainda não conhecia, “bem que ele disse que ela estava voltando para o país!“ — pensou.

— Sim! E, você não é a minha cunhada? Irmã de Vicente? — Anelise se aproximou esticando a mão, mas a moça mudou o semblante, Anelise sentiu um arrepio estranho percorrer o seu corpo, “o que falei de tão errado?“ — pensou ela.

— Não acredito que fiquei fora um pouco mais de um ano, e meu irmão foi se enfiar em uma qualquer como você! — Anelise puxou todo o ar que tinha no peito e também a mão novamente, que ainda estava esticada, esperando que ela apertasse.

— Desculpe, mas acho que você se confundiu, eu sou a namorada dele... — falou com a voz baixa, olhando para os lados com o canto dos olhos.

— Namorada uma ova! Você é apenas a substituta da Alicia para o Vicente! Ou vai me dizer que não sabe? A Alicia está voltando e quero te ver bem longe dele! — Anelise achou aquilo um absurdo, colocou a bolsa sobre uma das mesas e deu de dedo na cara da tal Paola.

— Eu não admito que fale assim, comigo! Você nem me conhece, qual o seu problema, comigo? — Paola se aproximou mais.

— A única cunhada que conheço é Alicia! Você é uma mulherzinha insignificante que come e dorme no apartamento do meu irmão! — Anelise arregalou os olhos e abriu a boca. Vicente comentou que a irmã tinha uma personalidade muito diferente da dele, mas não imaginava que seria tanto.

— É verdade, eu já vi que o teu irmão comprou até um carro, novo pra ela! Vive passeando por aí de roupa, bolsas e calçados de grife! — Anelise virou o rosto imediatamente para ver quem era a safada que estava criando mais confusão, então em seguida se virou para ela.

— Pare de dizer o que não sabe! Eu nunca pedi nada pra ele! — Quando Anelise disse isso, Paola a agarrou por trás, puxando os seus cabelos e tentou bater com a cara de Anelise na mesa.

— Vou te mostrar porque deve ir embora, sua aproveitadora! Eu vou acabar com a tua cara! — Paola falou, mas esqueceu de um detalhe, Anelise é personal treining, e simplesmente inverteu a situação, tirando Paola de cima dela e a prendendo em frente da mesa pelos cabelos.

— Eu não vou, embora! Porque não pediu isso ao seu irmão? — Anelise falou com raiva, e então algumas mulheres se aproximaram.

— Me ajudem! O que estão esperando? — Paola disse, e Anelise percebeu que eram muitas mulheres, ela não daria conta de tantas.

Ela soltou a Paola e olhou para os lados, talvez precisasse de ajuda, mas a impressão que teve foi que os donos do estabelecimento já sabiam o que estava acontecendo. “Eles não farão nada!“ — pensou, antes de precisar empurrar a primeira que veio pra cima dela.

— Vamos levá-la pra fora! — uma delas empurrou Anelise, que se apoiou na mesa, mas logo revidou, empurrando com mais força e ela caiu. De repente Anelise pareceu perder o controle, eram muitas mãos empurrando ela, então se defendia, mas percebeu que estavam conseguindo tirar ela para fora.

— Que isso? Me deixem em paz! — aquelas mulheres começaram a rir e empurrar com mais força, ela ia de um lado para outro. Anelise se viu em um problema imenso, começou a levar chutes, e também deu chutes, mas cada vez ficava pior.

Até que alguém lhe acertou no rosto e Anelise ficou furiosa, então pegou uma das mesas, ergueu no alto e ameaçou:

— Saiam de perto de mim! Eu juro que ataco essas mesas em vocês!

— Ela não vai atacar... — uma comentou, com a mão na cintura e um leve sorriso, então Anelise pegou um impulso, mas no segundo passo, algumas foram para trás.

— Tragam a minha bolsa e me deixem em paz, senão eu acerto vocês com isso! — uma delas pegou a bolsa e colocou sobre a mesa.

— Se eu souber que voltou a ir atrás do meu irmão eu vou atrás de você, hein? — Paola falou e empurrou a bolsa de Anelise, fazendo com que caísse no chão, espalhando algumas coisas.

Anelise soltou a mesa com força, encarando Paola e depois as outras. “Eu não tenho medo de vocês!“ — pensou sozinha, mas no fundo ela se preocupava, e achou melhor pegar as coisas e ir embora.

Ela deu alguns passos andando de costas e depois, de frente andou a passos rápidos até o carro, e nenhuma fez mais nada.

Anelise estava trêmula, ligou o carro e saiu rapidamente daquele lugar, dirigindo sentido ao apartamento, e só parou para respirar quando estacionou no prédio onde mora com Vicente.

Ela olhou para os dedos sobre o volante que tremiam, pelo espelho viu o seu cabelo bagunçado, e havia um corte em sua boca, mas a dor no seu peito era muito maior e ela não sabia como lidar com isso, “será que a irmã dele causará mais problemas, futuramente?“

A sua cabeça estava uma bagunça, sem querer apertou em algumas teclas no celular e surgiu aquela foto, a imagem que fazia ela se lembrar dos motivos pelos quais aceitava tantas coisas, e uma lágrima teimosa caiu sobre a tela, porém logo se despertou daquela imagem quando viu que Vicente estava ligando, era melhor não lembrar do passado.

Então ela pegou o celular com dificuldades e atendeu o único que poderia ajudá-la:

— Vicente...

— Ane, onde você está?

— Vicente... volta pra casa! — falou com a voz falha quando ele atendeu, e então desligou... não gostaria de falar sobre isso pelo celular.

Continue Lendo

Droga! O CEO é substituto na vida dela! de Conteúdos

Ch. 1 Ch. 2 Ch. 3
Ch. 4
Ch. 5
Ch. 6
Ch. 7
Ch. 8
Ch. 9
Ch. 10
Ch. 11
all

Você pode gostar

Romances Recém-Lançados

Capa do romance Casamento de Dor, Destino de Vingança
9.3
Luana renasce diante de Pedro, o homem que matou seus filhos e a torturou. Ele planeja um casamento falso com a prima, Sofia, para salvá-la, mantendo Luana como posse. Presa em um porão escuro após ser agredida, Luana descobre que Sofia também voltou do passado. Com o poder de seu amuleto tribal, ela resiste à crueldade do marido. A vingança se aproxima quando Lucas, seu verdadeiro protetor, surge para resgatá-la do cativeiro e levá-la finalmente para casa.
Capa do romance Ela o construiu, depois o destruiu
9.0
Ergui a carreira do meu marido até ele se tornar prefeito, mas fui traída por um caso sórdido com sua estagiária. Sem remorso, ele me chamou de fardo e usou a morte do meu irmão, tragédia que ele mesmo causou, para me chantagear a encobrir suas fraudes eleitorais. Ele exigiu que eu limpasse sua sujeira e evitasse o escândalo. Fingindo obediência, aceitei o desafio. Ele pensa que estou salvando seu cargo, mas não percebe que meu plano final é enterrar sua vida para sempre.
Capa do romance Forçada a Casar
8.7
Traída pelo noivo com a própria meia-irmã, Sandra decide afogar suas mágoas em uma noite intensa com Levi. O que ele julgava ser apenas um encontro casual se transforma em algo sério quando ela ressurge com uma proposta de casamento por contrato. Em busca de vingança, ela aceita a fama de playboy dele, focando apenas em seus planos. Sandra acredita dominar a situação, mas Levi usará todos os seus truques para conquistar seu coração e derrubar suas barreiras.
Capa do romance Nada Menos que "Clichê"
7.9
Rachel Fernandes realiza o sonho de morar em Vancouver, onde conhece Noah Levinson em um curso de francês. A amizade entre a brasileira e o jovem judeu se torna tão forte que, para evitar a expiração do visto dela, ambos aceitam um casamento de conveniência por dois anos. No entanto, o plano ganha contornos inesperados quando Rachel cruza o caminho de uma mulher ambiciosa e mentirosa, cuja presença desafia suas expectativas e transforma sua estadia no Canadá.
Capa do romance O Jardim e o Girassol
8.6
Lucas, um gênio da engenharia, decide abandonar a faculdade para apoiar Sofia, uma caloura que domina sua atenção. Namorada dedicada, a protagonista é descartada e chamada de âncora por ele. Após ser trocada pelo novo girassol de Lucas, ela sofre um acidente e conhece Pedro, um estranho que demonstra cuidado real. Ao ver a traição pública nas redes sociais, ela decide transformar sua dor em determinação. O jogo mudou e ela não será mais humilhada.
Capa do romance Oito Perdas, Uma Última Esperança
8.6
Arthur destruiu oito gestações minhas, alegando proteger nosso amor. Agora, grávida pela nona vez, descubro sua traição cruel: ele apresenta Giselle como a nova esposa e me humilha diante de todos. Fui apenas um peão em sua vingança contra meu pai, e meus filhos perdidos foram chamados de erros. Diante do desprezo do homem que prometeu me amar, preciso fugir para salvar a única vida que me resta e escapar desse ciclo de dor e mentiras.
Capítulos
Leia agora
Compartilhar