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Capa do romance Devassos ( CONTOS ERÓTICOS )

Devassos ( CONTOS ERÓTICOS )

Explore contos eróticos voltados ao público adulto, onde a linha entre o pecado e o prazer se torna tênue. Nesta coletânea de romance moderno, cada desejo profundo se transforma em uma tentação irresistível e cada toque físico representa uma rendição absoluta aos sentidos. Descubra narrativas intensas que mergulham na luxúria e na paixão, revelando encontros ardentes onde a entrega é total e os impulsos mais primitivos ganham vida em cada capítulo.
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Capítulo 2

Muito se fala, do quanto faltam homens bons solteiros, para as solteiras, porém ninguém tem a coragem de dizer, como aparecem homens gostosos dando sopa, para mulheres casadas.

Se a mulher é solteira, o homem casado tem algo a perder e se coloca em risco, mais se todos são comprometidos, então geral tem algo a perder e o segredo está seguro.

Foi o que o Theo disse, enquanto me ajudava com o galão de água, porque adoro ser uma fêmea frágil e dependente do macho.

O entregador chegou quando o Theo estava encostando, como aqui tem escadas, falei para deixar o galão na garagem, o gostoso do meu vizinho, alto, forte, neg ro, chegou meio suado da rua, gentilmente ofereceu ajuda, aceitei.

Enquanto conversávamos, ofereci almoço, pois eu sabia que a mulher dele, era desleixada quando o assunto era ser dona de casa ou agradar o marido.

Sempre educado brincalhão, ele agradeceu, disse que ia se virar em casa, porque com certeza não tinha comida, comecei rir como a bela oferecida de sempre

- Poxa eu aprendi desde os meus desezete anos, que no horário de almoço, tem que ter comida e sobremesa.

- Não era atoa, que eu ficava em casa.

- Meu ex ia almoçar e ficava todo contente.

Theo me olhou curioso, com um sorriso saffado

- Que tipo de sobremesa era essa em?

Estávamos na sala, eu parei segurando a maçaneta

- Eu mesma seu bobo.

- Achei que tinha entendido.

Então ele tirou o celular do bolso

- Ahhhh caramba, poxa vida.

- Eu nunca tive uma sorte dessas.

- Nem no almoço ou jantar.

- Preciso ir, tomar um banho e comer qualquer coisa.

Novamente tive que ser mais direta, rindo como quem não queria nada

- Se quiser uma sobremesa, é só me chamar.

Theo disse que ia ficar na vontade, deu um apertão na minha bunca, aí disse que já voltava, eu soube que tinha pescado aquele peixão, deixei a porta destrancada, fechei as janelas, em dez minutos ouvi ele saindo, descendo as escadas, fiquei frustrada.

Meu marido estava viajando a trabalho, eu estava sofrendo sem levar pica a vinte dias, para minha surpresa, Theo voltou, foi entrando com aqueles shorts de jogar bola, regata cavada, todo cheiroso, eu estava na sala assistindo, quando o vi abrindo a porta, pulei de susto

- Achei que não viria.

Ele foi entrando, trancou e tirou a regata

- Nem consegui almoçar de tão ansioso pela sobremesa.

Me levantei do sofá, passei a mão no p au dele por cima da roupa

- É verdade o que falam?

- Que você tem a maior jeba daqui?

Senti o p au crescendo na minha mão, ele tirou pra fora

- Se é a maior, eu não sei, mas é grande.

- E aí você aguenta?

Segurou meu cabelo, se aproximou para beijar, falei que ia tentar, nos beijamos ardentemente, comecei o mast urbar, era danado de grosso, a mão nem fechava, eu com meus 1,54 perto dele com quase 2 metros, fui erguida no colo feito um chaveiro.

Eu estava de shorts jeans curto, regatinha de alças sem sutiã, me agarrei nele, que sentou no sofá e me deixou em cima, comecei rebolar no p au dele o sentindo duro, ele tirou minha blusinha começou chupar meus se.ios.

Me jogou deitada, foi tirando meu shorts, minha bu ceta já estava melada, molhando a calcinha, coloquei as pernas em volta dele, puxei a calcinha pro lado, vi os olhos dele brilhando, o homem ficou doido com o meu cavanhaque de prikita, disse que adorava mas a fulana lá, não deixava crescer.

Beijou minha bucet a como um troféu, meteu a língua sem dó, sugou até meu c u, que delícia de chupada, meu marido não era de fazer oral nunca, go zei na boca do meu vizinho gostoso e rápido, eu entendi porque a mulher dele, tinha uma pele tão bela, era de tanto go zar.

Eu o chamei para irmos ficar no quarto, dei uma camisinha, em segundos virei uma super mulher, tirando meu colchão enorme da cama, quando olhei aquela pica imensa dura, eu soube, que precisava sentar, o coloquei sentado, com as costas apoiadas na cama e fui por cima, os primeiros segundos o sentindo invadir minha bu ceta foram os melhores segundos do dia.

Parecia um consolo, duro quente, comecei subir e descer o beijando muito, engoli tudoooo, uma pica daquelas era edição limitada, o beijo dele me faria go zar, tudo nele era gostoso.

Enquanto eu quicava saindo da seca, as mãos dele me acariciavam pelo corpo todo, apertando minha bun da, se ios, sabíamos que não tínhamos muito tempo, perguntei como ele queria, só por formalidade, claro que ele quis de quatro, sai de cima e me virei, apoiada na cama.

Ele montou em mim como um cavalo, meteu devagar quase até o talo e puxou o meu cabelo com força, começou estocar mais rápido e sussurrou no meu ouvido

- Nunca comi um c uzinho.

- Sempre que peço, elas dizem que não dá certo.

- Da seu c u pra mim vai.

Tive uma crise de risos, falei que ele estava mentindo e o senti sair de dentro, pingando encharcado, me virei para vê-lo, o senti esfregando o pa u na minha bunda a abrindo, falei que não ia rolar, que não era assim, ele me chamou para ir no chuveiro então.

Falei que não queria, porque o c u era só do meu marido, ele me puxou para deitar, começamos tran sar de ladinho, enquanto metia gostoso ele me tocava, massageando meu clitóris, me fez go zar e pediu o c u de novo, tirou o p au da bu ceta, começou passar atrás, espalhando a lubrificação, eu não aguentei, abri a bunda para o ajudar, quando o senti forçando eu soube.

Que ele devia estar mentindo, foi devagar, cuidadoso, um verdadeiro comedor de c u, enquanto eu agonizava de d or nos primeiros segundos, ele tomou a minha boca em um beijo forçado, enfiou o dedo na bu ceta e meteu até go zar, infelizmente, só na camisinha mesmo.

Tomamos banho juntos e o meu vizinho gostoso, nunca mais ficou sem sobremesa, enquanto eramos vizinhos.

Fim!!

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