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Capa do romance Contos Proibidos

Contos Proibidos

Esse conto erótico é aleatórios, nada de incestos. Mas eu tenho um conto erótico de incesto, quem quiser ler é só colocar o nome INCESTO:Contos Eróticos, que vai aparecer. -------------------------------------------------------------------------------- Contos eróticos bem explícito para vocês fantasiarem e relaxerem um pouco. Contos com cenas bem quentes e excitantes para vocês, eu espero que gostem. Cuidado para não cansar as mãos de tento se tocar. Curtam bastante e com moderação.
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Capítulo 3

Meu nome é Maia e esse é o meu conto. 

— Amiga, foi verdade que você chamou a filha do diretor de puta? — Minha amiga Vânia perguntou.

Revirei os olhos com isso.

— Aquela puta veio me chamar de idiota só porque me viu conversando com o namorado dela, vê se pode uma coisa dessa. 

Estamos caminhando até a escola, hoje me acordei com tanta dificuldade por ter um sonho erótico com o diretor. Pode ser estranho, já que ele é um homem mais velho do que eu, tenho dezenove anos e ele tem quarenta e seis anos. — Só que eu me amarro em homens mais velhos, acho eles tão lindos. 

— Amiga, você vai acabar se encrencando com isso, sabe que ela vai contar ao pai dela e você pode ser expulsa ou suspensa. 

— Se o diretor vier falar comigo, eu vou contar a minha versão, se ele me suspender vai ter que suspender ela também, não vai ser só eu quem vai se foder.

— Eu não digo é mais nada, amiga. 

Dei de ombro e entramos na escola e fomos caminhando pelo corredor, quando vejo o diretor gostoso vindo na nossa direção.

— Ele tá vindo pra cá, eu te disse que ela foi contar ao pai dela. — Ela sussurrou em meu ouvido.  

Falei nada e espero ele se aproximar.

— Maia, pode me acompanhar até a diretoria, por favor? 

— Sim, senhor. — Me despeço da minha amiga.

Sigo ele até a diretoria, aquela puta maldita deve ter falado só mentiras. 

— Entre por favor. — Falou ao abrir a porta para mim.

— Obrigado e com licença. — Entrei em sua sala e fui até a cadeira me sentando.

Ele deu a volta na mesa e se sentou de frente pra mim.

— Minha filha disse que você chamou ela de puta e bateu nela, isso é verdade? 

— O que? Eu não bati naquela puta.... — Ele me encarou e soltei um suspiro. — Sim, eu chamei ela de puta, só que eu não bati nela, tive vontade? Tive, só que eu não bati nela. 

— Qual foi o motivo? — Bufei com isso. 

— Sua filha pensou que eu estava dando em cima do namorado dela, como se eu quisesse um magrelo daquele. 

Ele franze a testa.

— E porque não iria querer? O jovem Carlos é bem bonito. — Revirei os olhos.

— Senhor, me desculpa pela sinceridade, só que eu gosto de homens mais velhos, tem mais experiencias. — Sorrir maliciosamente com isso. 

Ele me encarou e mordi os lábios um pouco nervosa com o seu olhar sobre mim. 

— Gosta de homens mais velhos? — Soltei um suspiro.

— Gosto, principalmente do pau deles dentro de mim. — Falei com  coragem.  

— Você não tem vergonha de dizer isso? 

Tomei coragem e me levantei dando a volta na sua mesa e passando a mão em seu ombro.

— Porque eu teria vergonha do que eu desejo? Sabe o que eu sonhei? — Perguntei sussurrando em seu ouvido.  

— O que? 

— Você me fodendo nessa mesa, eu com as pernas abertas e você enterrando bem fundo dentro de mim. 

— Porra garota. 

Ele me puxou para o seu colo e me beijou, retribui com maior prazer, suas mãos que estavam na minha cintura segurou a barra da minha camisa e tirou, me deixando de sutiã. Eu mesmo tirei meu sutiã e joguei no chão. 

— Que belos peitos. — Falou segurando os dois e colocou o direito na boca. 

— Oh.. Sim... Ah que delicia diretor! — Segurei seus cabelos com força.

Dei reboladas em seu colo enquanto ele chupa os meus peitos com vontade. 

Fiquei surpresa quando ele me colocou deitada na mesa e puxou minha saia com a calcinha pra fora do meu corpo, suspirei quando ele abriu as minhas pernas e caiu de boca na minha buceta toda molhada. 

— Ahh! Isso!! Ohh que gostoso!

Segurei seus cabelos e gemia como uma puta no cio, ele inseriu um dedo dentro da minha buceta enquanto passa sua língua no meu clítoris. 

— Ohhh merda!! — Ele começou a foder minha buceta com o seu dedo, sem parar de lamber e chupar meu clítoris. 

Oh merda, isso é tão bom, melhor do que o sonho que eu tive. 

— Que menina safada, sonhando com o diretor da sua escola. — Ele lambeu minha virilha arrepiando a minha pele todinha. 

— V-V-Você que é gostoso... Ohhh caralho! — Ele tinha sugado com tanta força o meu clítoris que deixou as minhas pernas bambas. 

Ele se afastou pra tirar suas calças, ele deixou em cima da sua cadeira e passou o seu pau em meu clítoris e ficou subindo e descendo o seu pau na minha buceta sem ainda penetrar.

— P-Por favor. — Gemi desesperada. 

— Por favor o que? — Ele segurou meu peito esquerdo e abri mais ainda as minhas pernas. 

— Por favor me fode, me fode diretor! — Implorei. 

— Você é realmente uma garota safada.

Ele segurou minha cintura e foi penetrando o seu pau dentro do meu canal vaginal.

— Ahh isso!!! Finalmente!! 

Passei as minhas pernas envolta da sua cintura e rebolei em seu pau.

— Porra.. Faz tempo que não como uma buceta assim. — Falo apertando minha cintura com força. 

— Sua esposa não é tão boa assim? — Perguntei com um sorriso sacana no rosto. 

— Não, ela não gosta muito de sexo.

— Melhor pra mim, posso aproveitar de você. — Rebolei de novo o fazendo gemer.

— Sua putinha de merda! — Ele começou a me estocar com brutalidade.

— Ahhh isso ohhhhh diretor.. Porra, caralho!!

Ele segurou minhas virilhas e foi estocando com vontade que chegava a me deixar louca. 

— Ah isso!! Diretor que gostoso. 

Ele se inclinou e chupou meu peito esquerdo enquanto continuou me fodendo. 

— E-E-Eu estou tão perto diretor!! 

Abracei ele com força arranhando suas costas por cima da sua camisa. 

— Merda!! Eu também estou!

— Goza na minha buceta!! Por favor! Goza dentro de mim! Ohh me preenche com a sua porra!!

— Desgraçada!!

Ele aumentou sua velocidade eu eu só gemia alto e beijei ele ao gozar no seu pau com força, meu corpo todo tremeu, pareceu que eu estava tendo convulsão. 

— Caralho!! 

Ele deu duas estocadas e logo senti a sua porra quente me preenchendo. 

— Merda, isso foi tão bom. — Falou e saiu de dentro de mim. — Que visão bela de ver a minha porra escorrendo dessa sua buceta gostosa. 

Apoiei meus cotovelos na mesa e encarei ele. 

— Podemos continuar com isso? — Ele riu. 

— Você é mesmo uma puta, não é? 

Sorrir com isso.

— Posso ser sua, se quiser. 

Ele me encarou e sorriu.

— Com certeza eu vou adorar comer essa buceta sempre que eu quiser. 

— Fique a vontade pra me foder o quanto quiser, querido diretor!

Essa foi a melhor transa que eu já tive.

Não disse que homens mais velhos é melhor por causa da experiência.

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