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Capa do romance Contos Proibidos

Contos Proibidos

Esse conto erótico é aleatórios, nada de incestos. Mas eu tenho um conto erótico de incesto, quem quiser ler é só colocar o nome INCESTO:Contos Eróticos, que vai aparecer. -------------------------------------------------------------------------------- Contos eróticos bem explícito para vocês fantasiarem e relaxerem um pouco. Contos com cenas bem quentes e excitantes para vocês, eu espero que gostem. Cuidado para não cansar as mãos de tento se tocar. Curtam bastante e com moderação.
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Capítulo 1

Meu nome é Sandra e esse é o meu conto.

Fico observando o meu professor dando a sua aula de matemática, ele é tão lindo, todas as garotas da escola querem dar suas bucetas para ele, mas parece que ele é gay, ninguém sabe direito esse assunto, só que do nada começou esse boato que ele séria gay. 

— Sandra!? — Pisco algumas vezes e encaro ele que está na minha frente. 

— Sim, professor? — Perguntei sorrindo. 

— Qual é a raiz quadrada de vinte e cinco? — Mordi os lábios nervosa. 

— Desculpa professor, eu não sei. — Ele revirou os olhos. 

— Como sempre, fique depois da aula, quero ter uma confessa séria com você. — Disse me encarando séria.

— Certo. — Digo com um bico nos lábios. 

Ah se essa conversa fosse o seu pau dentro de mim, isso séria muito bom. 

As aulas se passaram tão rápida que fiquei até surpresa com isso, vejo os meus colegas indo embora nos deixando sozinhos. 

— Vem cá, Sandra. — Me levantei da minha cadeira e fui até a sua mesa. 

— Sim, professor? — Perguntei  um pouco nervosa.

— Porque você não consegue prestar atenção na aula? Essa é a quinta vez que chamo a sua atenção. — Me repreendeu. 

— Talvez se o senhor não fosse tão gostoso, eu poderia prestar atenção na aula. — Falei como alguém que não quer nada.

Ele me encarou por alguns segundos e depois se levantou na mesa dando a volta. 

— Então me acha gostoso? — Perguntou e sua voz vez a minha pele se arrepiar. 

— S-Sim... Quer dizer, a maioria da escola te acha um homem gostoso demais, pena que é gay. — Tomei um susto quando ele deu um tapa na minha nádega esquerda. 

— Gay? Quem disse que eu sou gay? — Mordi os lábios e senti a minha calcinha molhar todinha pelo tesão. 

— O-Os boatos. — Ele ficou atrás de mim e senti sua mão passar pelo o meu braço, causando arrepios pelo meu corpo.

— Eu vou te mostrar o gay, Sandra. 

Ele me virou e me beijou de um jeito bruto demais, acabou mordiscando os meus lábios fazendo eu gemer entre o nosso beijo. — Ele segurou as minhas nádegas com força me puxando pra mais perto dele, começou a esfregar o seu pau duro sobre a calça na minha barriga. 

— Eu sou gay ainda? Acha que um homem gay sentiria tesão por uma mulher como eu estou sentindo agora? — Perguntou e se inclinou até o meu pescoço mordiscando. 

— Ah professor! — Soltei um pequeno gemido. 

— Se apoie na mesa e empine essa sua bunda gostosa! — Falou e deu um tapa forte nas minhas nádegas, soltei um gemido de prazer com isso. 

Fiz o que ele mandou e apoiei minhas mãos na mesa, senti a minha saia deslizar para baixo, puxei os meus pés para cima e o mesmo jogou em qualquer canto da sala. 

— Ahh!! — Gemi ao sentir sua mão passar pelo meu canal vaginal todo molhado. 

— É uma puta mesmo, toda molhada pelo seu professor. — Ele deu um tapa forte na minha nádega esquerda e gemi pela dor. — Que bunda gostosa, esse vermelho na sua bunda deixa tudo mais excitante. 

Ele separou as minhas nádegas deixando expostas o meu cu e a minha buceta. 

— Ohh porra!!! — Apertei a mesa com força ao sentir sua língua dentro da minha buceta.  — Professor!!! Ohh caralho!!

Sentia sua língua ir bem fundo dentro de mim, revirei os olhos pelo prazer e logo os fechei. 

— Ahh professor que delicia! 

Ele passou a língua na fenda no meu cu e penetrou sua língua dentro. 

— Ohhh!! Ahhh isso!! Que gostoso!!

Seu polegar estimula com rapidez o meu clítoris me fazendo gemer alto com isso. 

— Ohh porra!! P-Professor... Q-Que gostoso!

Ele beliscou meu clítoris arrancando gemidos de mim. 

— Que cu gostoso. — Deu um tapa forte na minha nádega direita. 

— Ahh! — Minhas pernas estão bambas. 

— Me chupe vadia. 

Ele pegou meus cabelos com força e me forçou a joelhar no chão, abri o zíper da sua calça puxando o seu pau para fora. 

— Me chupa bem gostoso sua puta! — Deu um tapa na minha cara.

Mordi os lábios e passei a língua na cabeça do seu pau e depois engoli o fazendo gemer. 

— Ah.. Isso sua puta.. Assim mesmo. — Ele segurou meus cabelos com mais força e começou a foder a minha garganta. 

Me engasgava as vezes e ele nem se importou, porra, que homem bruto do caralho, só que isso está me fazendo pingar de tanto tesão. 

— Ohhh caralho!! Que boquinha deliciosa.

Ele tirou o seu pau da minha boca e me puxou para cima me beijando, retribui e percebi que o mesmo me deitou na sua mesa. 

— Abra essas suas pernas, você é líder de torcida e consegue deixar suas pernas bem arreganhada.

Abri as minhas pernas e ele sorriu malicioso. 

— Que visão maravilhosa. — Passou o dedo no meu canal vaginal.

— Ah! Professor! 

Ele inseriu mais um dedo e começou a fazer um vai e vem rapidamente. 

— Ahhhh!! Porra!!! — Gritei de prazer com isso. 

Ele com sua outra mão levantou a minha blusa com o sutiã junto, se inclinou e mordeu o bico do meu peito. 

— Ohhh caralho!! 

Ele não parava de enfiar seus dedos rapidamente dentro de mim. 

— C-Caralho!!! Ohhhh professor!! — Eu acabei gozando em seus dedos.

Deitei minha cabeça na mesa com a respiração bastante ofegante. 

— Ainda não acabou. 

Ele me puxou pra beirada da mesa e me penetrou em uma só estocada. 

— Ohhhh caralho!!! — Joguei a cabeça para trás pela dor e o prazer. 

— Porra, faz tempo que eu não como uma buceta! 

Ele segurou minha cintura e começou a mover o seu quadril em um vai e vem muito gostoso. 

— P-P-Professor!!! Ohhh. — Ele segurou meus peitos com força e me penetrou com tanta violência que chegava a me arrepiar toda. 

— Puta merda!! Que buceta boa de comer... Caralho!!!

Ele se inclinou até o meu pescoço e mordeu de leve fazendo eu choramingar pelo prazer. 

— Ahh professor!! Gostoso!! Ohhh porra!!

Minha buceta pulsava demais pelo prazer que sentia no momento.

— Droga, sua buceta estar me esmagando tão bem. — Ele chupou o meu peito esquerdo sem diminuir a sua velocidade. 

— Ahh professor!

Passei as pernas envolta da sua cintura e ele me puxou da mesa, fiquei no seu colo e  o mesmo me ajudava a descer e subir no seu pau. 

— Ohh porra que delicia! — Apoiava minhas mãos em seu ombro e descia e subia em seu pau. — Ahhh t-tão fundo professor. 

Eu apertei minhas paredes vaginais em seu pau o fazendo gemer com isso. 

— Oh caralho eu vou gozar. 

Ele me colocou na mesa novamente e me virou de costas, apoiou suas mãos em meus ombros e começou a me foder rapidamente, o nosso corpo se chocando um no outro era tão alto.

— Ahhhh professor!! Ohhh eu... Eu vou gozar!!

Ele puxou meus cabelos com força e colocou minha perna esquerda na mesa e foi entrando bem fundo dentro de mim. 

— Ohhh!! — Mordi os lábios ao sentir meu gozo perto. 

— Merda!! — Gemeu sem parar de me foder.

— Ahhhhhh!!! — Gritei ao gozar no seu pau, meu corpo todo tremeu com a sensação maravilhosa.

Ele não parou de me estocar e isso fazia ficar muito mais gostoso.

— Tome sua puta desgraçada!! — Ele deu uma última estocada e senti a sua porra me preencher todinha. 

Sinto o seu pau pulsar dentro de mim e logo saiu, cai na mesa muito cansada com essa rodada maravilhosa de sexo. 

— Sua buceta é muito boa. — Deu um tapa na minha bunda com força. 

— Ela pode ser sua se quiser professor. — Falei com a respiração ainda ofegante. 

Ele sorriu para mim.

— Você é realmente uma puta Sandra. 

— Posso ser a sua puta professor. 

Ele me olhou sorrindo ainda.

— É, pode ser, minha puta. 

Quem diria que logo eu daria pro meu professor de matemática.

A sorte sempre está ao meu favor.

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