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Capa do romance Chefe.

Chefe.

Após dedicar quatro anos ao serviço de Felipe Arante, Aline Bittencourt enfrenta um recomeço drástico quando o herdeiro da empresa assume o comando. O novo patrão é o oposto do pai, testando constantemente a paciência e os limites da secretária com atitudes audaciosas. Aline agora precisa resistir a provocações intensas e manter o controle profissional, enquanto ele deixa claro que ela será exatamente o que ele desejar sob sua nova e rígida autoridade.
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Capítulo 2

Ir naquele almoço foi uma tortura:Ouvir ele e o dono do way may falando de modelo e medidas que o Sr Fabrício queria para o próximos desfile.

Sra.Bittencourt.- Sr Fabrício fala de uma forma estranhamente simpática-poderia nos dar licença um minuto.?

Provavelmente agora eles tratariam de dinheiro  e ao contrario de seu pai ele preferiu me manter longe nessa parte.

Sentei em uma outra mesa tomando meu suco de laranja e digitando freneticamente no meu notebook.

-Não devia trabalhar no almoço -Alan abaixa a tela do meu notebook fechando ele e parando com meu trabalho.

-Como soube que eu estava aqui?-Falo rindo e olhando para a mesa onde Fabrício estava sentado.

-Eu vi você saindo com ele e imaginei que fosse aqui já que TODO almoço de negócio e aqui ele fala e reviro os olhos.

-Restaurante chiques me dão arrepio-brinco-prefiro mil vezes a lanchonete do outro lado da rua.

-Vamos lá almoçar direto- ele fala com um sorriso malicioso.-Já me confundiram com garçom umas três vezes aqui.

-Estou com o Sr.Fabrício não sei almoçar sozinha e não posso ir-falou revirando os olhos.

-Tudo bem ele fala desanimado.

Ficaremos sentados conversamos  um bom tempo até eu sentir os olhos azuis do Sr Fabrício me fitando e eu ser obrigada a me despedir do Alan para voltar a mesa deles.

Durante a despedida Alan rouba um selinho meu (coisa mais natural do mundo para a gente) mas o Sr Fabrício fez uma cara de “se pegando durante o trabalho?”

-Finalizamos o negócio-Sr Lucas fala-mas voce Srta Bittencourt,não vai comer nada?

   -Estou sem fome -minto.

-Vi que gosta muito daquele garoto- ele repara.

-Gos…-antes que eu diga como alan e uma pessoa maravilhosa sinto a mão do Sr Fabricio na minha pernas.

-São ótimo empregados - Sr. Fabricio- Aperta minhas pernas com força de uma forma que deixara marcas.

-Como eu ia dizendo-olho para ele-gosto dele- a mão fica mais forte ao ponto de quase me machucar-porém somos somente amigos.

Sr.Fabrício leva a sua mão para a parte de dentro da minha coxa arrepiando todo o meu corpo.

-Ótimo-Sr.Lucas sorrir-mas dariam certo não acha,Fabricio?

-Acho que em horário de trabalho não deveriam bater tanto papo-ele fala com sua mão se aproximando cada vez mais da minha intimidade.

-Deixa eles-Lucas Fala rindo.

-Preciso ir ao banheiro -falo me levantando e me livrando da mão do senhor Fabricio.

  O calor que subia so de sentir a mão daquele homem em minha não da pra descrever. Tiro a maquiagem que eu estava e começou a colocar um batom novo.

Ouço a porta atrás de mim abrir e rapidamente fechar  com som de tranco tomando aquele local.

-Aqui é um banheiro femino ,Sr Fabrício falou lá no seu reflexo no espelho.

-Você sabe que vai ser castigada pela ceninha com o garoto da cafeteria-ele fala sério.

Sinto um peso em suas palavras e algo me diz que o castigo não fosse tão físico e mais psicológico.

-Fala sério-reviro os olhos - estávamos em horário de almoço.

-Não  revirei seus olhos para mim- ele puxa meu braço e me joga na parede ficando com seu rosto colado no  meu.

-Me Solta -Imploro.

Ele segura minhas mãos no alto com a maior facilidade do mundo e quanto a outra mão ele abre o botão do meu vestido.

Sr.Fabrício passa sua barba perto do meus seios e encosta a cabeça na parede do banheiro e fecho meus olhos entregando ao conjunto de sensações que eu experimentaria agora.

-Me diga,Srta.Bittencourt-ele dá uma pausa ao lado do meu ouvido-acha que posso tê-la a qualquer momento?

Não minto.

O cara pode ser um psicopata,controlador e arrogante, mas é extremamente sexy.

Ele desce até o meu pescoço e se certifica de deixar um chupão bem marcado enquanto eu me controlo para não perder a linha.

-Abra as pernas agora-ele ordena-agora!

- Tento relutar um pouco mas faço o que ele manda apenas esperando.

-E você ainda diz que não posso te ter a qualquer momento -ele dá uma risada abafada e me solta -se recomponha e volte para a mesa.

Vergonha e ódio tomaram meu corpo ao ponto de querer rasgar a cara dele e nunca mais sair daquele banheiro.

O barulho da porta de fechado e o sinal que estou novamente sozinha naquele banheiro de restaurante.Passo uma base no chupão e termino de rotocar o batom antes de te que encarar o rosto daquele homem novamente.

-Só estávamos te esperando -Sr.Lucas fala quando volto- já terminamos por aqui.

-Tudo bem -sorrio -vou esperar o senhor no carro,Sr Fabrício.Adeus,Sr Lucas.

-Tchau querida -ele sorri antes que eu vá para fora do restaurante.

Pouco menos de 15 minutos de espera dentro do carro o Sr.Fabrício entra falado para o motorista seguir para empresa.

O Sr Fabrício fala durante todo o trajeto sobre a nova loja que vai abrir mas eu ignoro e assim que o motorista para na frente da empresa eu desço do carro batendo a porta e deixando o Sr Fabrício sozinho.

Infelizmente,pela segunda vez, ele consegue me alcançar no elevador,talvez os passos dele de sapato sejam maiores que os meus saltos.

-Nunca mais faça isso -ele me prende na parede fria do elevador.

Percebo em seus olhos ao invés daquele olhar sedutor um pouco com raiva.

-Estou no meu horário de almoço- me mantenho firme-me solte agora.

Ele olha pela última vez em meus olhos e assim que o elevador abre ele me solta e caminha para sua sala.Respiro fundo e caminho até a minha sala tentando esquecer isso tudo.

   Peço que me levaram alguma coisa para eu comer na minha sala enquanto vou adiantando uma papelada do escritorio.

Quando bate quase 15h o Sr Fabrício me chama com urgência em sua sala e com relutância eu vou.

-O que deseja?- Falo entrando na sua sala.

-Sabe,Srta Bittencourt-ele acende um cigarro e a fumaça preencher o lugar-nunca tive um  empregado que me tratasse da forma que me tratou hoje.

-Está com raiva da parte que pedir para tirar a mão da minha pernas ou do….-Tento falar mas sou interrompida.

-Eu poderia ter tirado mais sei que você não ia querer-ele se aproxima e apaga o cigarro no cinzeiro.

Geralmente cheiro de cigarro me deixa enjoada, mas dessa vez o perfume do Sr fabricio tenha amenizado o cheiro forte.

-você não sabe de tudo -falo me direcionando a porta.

-Mas sei que você é doida pra me dar - ele para atrás de mim e fala no meu ouvido.

Se lembra da parte do “ castigo “?Então acho que está rolando isso agora.

-Não  seja tão convencido,Sr Fabrício -falo colocando a mão na maçaneta.

-Não se preocupe- ele puxa e passa a mão pela minha cintura colocando nosso rosto- eu sou doido para se comer

Nunca pensei que as palavras iriam surtar tanto efeito na minha calcinha avanço deu quase gritar "está esperando o quê para me comer.?”

Tento controlar e ele dá um sorriso de vitória que poderia ficar todo dia olhando.

-Se me chamou para isso já posso voltar- falo com o último pingo de dignidade que tenha

-Fique parada-ele ordenar- e abra as pernas.

O Sr Fabricio me coloca de costas para a parede e levanta o meu vestido. Sinto frio na espinha quando ele passa a mão na minha bunda nua.

-Nunca mais quero ver você com aquele tal de Alan- sinto  tapa escalado-ouviu bem

Me mantenha quieta sem expressão de dor ou fazer apenas ouvir sua voz e sinto sua mão aspirar passar na paz recém partida de minha bunda

-Ouviu ele outro dois tapas.

-Sim falo controlando um gemido de dor.

Sr. Fabrício desce sua mão para minha intimidade que essa altura já está molhada e começa a passar o dedo por ela.

-Você é tão gostosa ele fala raramente controlando os seus impulsos.

Sinto um dos seus dedos entrar em mim enquanto o dedão trabalha no meu clitóris ponto sua automóvel acaricia minha bunda e de vez em quando recebo alguns tapas o que aumenta meu prazer em 200%.

Fecho os olhos e me permito gemer enquanto ele estoca seus dedos cada vez mais rápido em mim.

- Se eu pegar você com ele- ele fala no meu ouvido- será novamente castigada.

-Sim concordo.

Ele pode falar “se você respeitar eu te jogo não dá mais alto desse prédio” que eu ia falar que sim pelo simples fato desse homem está me proporcionando com o dedo o que nenhum homem me proporcionou com tudo.

-Agora pode ir- ele retira o seu dedo e leva a boca Isso sirva de lição

Não cheguei a gozar e daria tudo para continuar ali.

-Me deixar sem gozar faz parte do castigo? Falo abaixando o vestido e perdendo toda dignidade que eu tinha.

-Sim- ele sorri e guarda minha calcinha no paletó ela agora é minha

Revira os olhos e antes que ele consiga me colocar na parede de novo saio de sua sala.

Nota Finais

Espero que tenham gostado.🌺😍

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