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Capa do romance   CHEFE 2

CHEFE 2

Ele inicia carícias intensas em meu pescoço, onde o roçar de sua barba desperta em mim uma reação física incontrolável. Ao subir minha saia, ele revela minha intimidade e começa a me tocar com as mãos, provocando sensações profundas. Incapaz de me conter, solto um gemido baixo contra seu ouvido, permitindo que ele perceba seu domínio sobre a situação. Sinto, então, um sorriso vitorioso surgir em seu rosto diante da minha entrega total.
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Capítulo 2

Uma das piores coisas que existem na face da Terra é almoço de negócios. Bem, geralmente nós secretários costumamos ir e isso deixa menos  pior. O Sr. Thiago, dono da THJ, tinha um secretário bonitinho o Bruno  

Durante o caminho fui falando pelo WhatsApp com Bruno pra evitar olhar para o rosto do Sr. Cárter . Meu chefe, o de Bruno e vários outros vivem fazendo negócio entre si, marcando reunião e viagens e nada mais justo do que termos um grupo onde vemos os melhores horários de cada chefe se encontrar.

Chegamos no restaurante e Sr. Thiago e Bruno já estavam nos esperando em uma mesa reservada.

-Boa tarde senhores - falo dando um sorriso a Bruno e Sr. Thiago

-Boa tarde Srta. Santos - Sr. Thiago se refere a mim 

-Oi Michaelly- Bruno da um sorriso sem graça - quanto tempo 

Isso pareceu incomodar um pouco o Sr. Cárter que ao chegar a mesa apenas acenou com a cabeça para os dois. 

O almoço estava agradável, pelo menos para eles porque Bruno e eu ficamos só na coca enquanto digitavamos tudo que falavam. O melhor momento foi no aperto de mão e quando Sr. Thiago começou com a pergunta pós reunião "E a família, Cárter?" Neste momento vitorioso Ed e eu fechamos os computadores e entramos em uma conversa particular. Bruno era incrível: me fazia rir, entendia minha situação como secretaria, era gato e por experiências passadas me lembro de ter boa pegada (relaxem que não foi nada além de beijos). 

Sinto a mão do Sr. Cárter correr minha perna por baixo da mesa 

-Srta. Santos  - ele fala mais ríspido do que o necessário - acho que toda essa conversa íntima não seja apropriada para um almoço de negócios - ele quase grita comigo 

Dou um tapa em sua mão e sinto seu rosto ficar vermelho, talvez de raiva, talvez de vergonha.

-Concordo, de qualquer forma a reunião acabou e estou tirando meu horário de almoço - falo encarando-o 

-Você já acabou de almoçar - ele tenta rebater - seu horário acabou a 20 minutos.

-Não - dou um sorriso irônico - vocês almoçaram, Bruno e eu ficamos só na coca - me viro para Sr. Thiago- se me permite levar seu funcionário para hora de almoço ficaria agradecida 

-Fiquem a vontade - Sr. Thiago sorri 

-Vamos Bruno  - Seguro em sua mão levantando-o - aqui está muito desagradável 

Ele acena com a cabeça, talvez em um tom de deboche ou apenas respeito, para o Sr. Cárter e sai logo atras de mim. Bruno e eu fomos para uma lanchonete em outro  quarteirão e nosso pedido foi um hambúrguer com batatas e referi. 

-Nada saudável, Srta. Santos- ele imita a voz do Sr. Cárter- adorei você não ter deixado ele falar contigo daquele jeito

-Só estou lá pelo dinheiro - falo lembrando de tudo que já passei - mas no dia que eu não precisar vou mandar ele enfiar tudo no cu 

-Isso aí - ele ri 

Após nosso almoço nada saudável ele me levou andando para o prédio da construtora. Assim que chegamos em frente havia um homem vendendo rosas e Bruno comprou uma para mim. 

-Rosas antes de me convidar para um jantar?- provoco 

-Quer jantar sexta comigo?- ele ri 

-Com certeza - ele me puxa e da um beijo no canto da minha boca 

-Até sexta às 20h - ele sorri enquanto me vê atravessar a rua para entrar no prédio 

O andar do .Sr.Carter  era o último é só havia a minha sala (que tinha porta direta para a dele), um salão de jogos que ninguém tinha acesso permitido e a sala dele.

Chego 10 minutos antes do meu suposto horário de almoço acabar e fico sentada na minha mesa conversando com luna.

-O que foi aquilo? - Sr. Cárter entra mais puto do que nunca na minha sala  - nunca mais ouse levantar a voz para mim 

Me levanto e fico frente à frente com ele 

-Se o Senhor me tratasse com respeito eu não levantaria a voz - falo tentando manter a calma 

-Na próxima vê se não preferir comer com pessoas de mais alto nível do que com um secretário inútil. 

O Sr. Cárter sempre fala firme e calmo mas ao mesmo tempo agressivo e ríspido. 

-No meu horário de almoço não lhe desrespeita o que eu faço - falo me aproximando cada vez mais 

-Por que tirou minha mão de sua perna? - ele fala me encarando 

Flashbacks da nossa manhã me vêm à mente mas tento me manter firme 

-Eu sei que mexi de alguma forma com você - ele me puxa pela cintura - só não sei se foi bom ou ruim 

-Não sei do que fala - tento parecer o mais seria possível ignorando o fato de eu estar quase beijando ele 

-Vou te lembrar - ele da um sorriso safado e me pega no colo e joga todas as coisas da minha mesa no chão. (Gloria que meu notebook ainda estava na bolsa) 

Ele me coloca sentada na mesa e começa a me beijar loucamente. Tiro seu paletó com urgência enquanto ele tenta tirar a gravata isso tudo sem parar o beijo. Com um puxão ouço os botões de sua camisa irem para o chão me mostrando todo seu peitoral. 

Nossos beijos vão ficando cada vez mais intensos e sinto vontade cada vez mais de me enterrar nele até senti-lo por inteiro. Passo a mão da sua calça e posso ver que isso faz ele estremecer.

Vou descendo os beijos por seu abdome até que desço da mesa e me ponho de joelhos na sua frente. Rapidamente desabotoo sua calça e abaixo junto com a cueca me dando a visando completa de seu membro que já estava duro. 

Passo a língua pela cabeça fazendo seu corpo estremecer e ele soltar um gemido. Cada vez mais coloco seu membro na boca chupando o mais devagar e deliciosamente possível só para ouvir seus gemidos mais e mais altos. Ele desamarra meu cabelo e começa a puxa-lo e a segura-lo com mais força. Começa a estocar na minha boca cada vez mais rápido e chamando meu nome.

-Michelly , caralho - ele geme 

Tiro seu pau da minha boca e enquanto eu desabotoo minha blusa falo "goza nos meus peitos, quero sentir sua porra" 

Ele começa a se masturbar na minha frente enquanto estou de joelhos lambendo e chupando a cabecinha. Seus movimentos são cada vez mais rápido até que sinto que vai gozar 

-Goza em mim, Sr. Cárter - falo com a voz mais sexy que eu poderia ter 

Sua porra é espalhada por todo meu peito e coloco o finalzinho na minha boca. 

-Delicioso, Sr. Cárter - falo terminando de engolir sua porra 

-Estou ansioso para provar o seu, Michelly  - ele da um sorriso safado 

Ele me deita na mesa e tira minha saia me deixando de calcinha, sutiã e salto. Suas mãos percorrem meu corpo quase nu me fazendo ficar cada vez mais molhada. Ele desce beijos por minha barriga até chegar na minha intimidade. Passa a língua por cima da calcinha e mordisca meu clitois indiretamente

-Caralho - puxo seus cabelos

Em um puxão ele rasga minha calcinha por completo jogando o pano que sobrou no chão. Passa seu dedo para separar os grandes lábios e começa a me chupar. Sua língua percorre toda minha intimidade mas ele foca no clitoris. Percebo que estou gemendo mais do que o normal até que começo a rebolar em seu rosto estimulando a ir mais rápido. 

-Vai Sr. Cárter - quase grito quando começa a me foder com a língua 

Com o ritmo cada vez mais rápido senti um orgasmo vindo até que pego em seus cabelo e começo a acelerar ainda mais.

Gozo em sua boca ele parece chupar tudo antes de se levantar. 

Depois que gozamos parece que nosso lado racional bate na porta e mostra a merda que fizemos. Bem, meu escritorio estava bagunçado, eu estava cheia de porra, minha calcinha rasgada e meu cabelo uma bagunça...

-Vá tomar um banho no meu escritório - ele ordena - vou arrumar tudo aqui 

Apenas de salto e sutiã pego minha saia e blusa no chão e antes de entrar na sua sala dou um beijo em sua boca, na verdade um selinho que me dei ao luxo de roubar. 

"Notas Finais

Cada vez mais as coisas ficam quentes haha

O que acham do Bruno  e da Michelly ? Quero opiniões sobre os casais haha

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