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Capa do romance Ceo o irmão do meu noivo

Ceo o irmão do meu noivo

Bianca aceita se casar com Marcos, mesmo sabendo que o amor dele pertence a outra. Disposta a tudo por ele, ela assume temporariamente o cargo de secretária de seu cunhado, Luan. O empresário aceita a proposta apenas para provocar o irmão, mas a proximidade desperta um desejo incontrolável. Entre o dever e a paixão, Bianca vê seus sentimentos mudarem enquanto Luan luta contra a tentação de possuir a mulher que deveria ser de sua família.
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Capítulo 2

Um ano e três mês antes

Luan 

Se não fosse a Renovação de voto dos meus pais eu nem estaria aqui, minha mãe jogando minha antiga namorada encima de mim é patético, Lorena é linda, mas eu não me sinto atraído por uma mulher fazem três anos, ninguém era digna da minha atenção ninguém era Joyce, eu deveria te arrumando uma desculpa, uma viajem de última hora, eu devia ficar o mais longe possível da minha mãe e de suas pretendentes, sei que ela só quer me animar, mas eu não queria se animado, não quero esquecer Joyce, não to pronto para seguir em frente ainda. 

A cerimônia começou, Marcos aceitou tomar meu lugar e entrar com minha mãe, eu me neguei a dar mais que minha presença, as coisas foram como minha mãe planejou, dona Suzana, nunca errava, e ninguém, que trabalhasse para ela se atreveria a errar, Marcos tomou seu lugar de simpático e começou a falar com os possíveis sócios, ele sempre foi melhor nisso que eu, nós dois fazíamos uma boa dupla, eu sempre fui melhor com números e com a logística das coisas. Vi o senhor Juliano virar a cabeça para não olhar Liz, essa que estava sendo repreendida por minha tia, para não beber, eu ri, Liz havia fugindo já fazia oito anos e agora ela voltar com o único objetivo que era infernizar o meu irmão, claro que por um tempo eu fiquei magoado com ela, já que ver meu irmão daquele jeito foi torturante, Marcos sempre foi alegre e travesso, mas quando Liz se foi a luz dele se foi junto, eu tentei buscá-la e exigir que voltasse, nem que fosse para dá uma desculpa, qualquer uma me serviria. Mas então a vi lá naquele palco tão radiante, e percebi que nunca a tinha visto daquele jeito, não era justo apagar o brilho dela para devolvê-la para Marcos. Nunca disse isso a ele, preciso continuar com meu posto de pior irmão, algo que me ajuda a não ser incomodado nem por ele nem por Leila. 

Cheguei perto de Liz e ofereci o meu martim, eu era o sobrinho favorito, minha tia nunca admitiria, mas eu sabia então sabia que apesar de me olhar feio, não me diria nada. 

— Tão temperamental Liz.  —  Ela estava linda em um vestido provocante até demais, coisas da minha mãe tenho certeza. 

— Não ouviu, não posso beber. — Ela fala se negando a pegar o copo, mas eu insisti.

— Vão difamá-la de qualquer maneira, então se quiser beber, beba.  — Isso é uma verdade, Liz já tem uma má fama, sair no carro de um velho vestida de noiva no dia do seu casamento, não é a melhor das opções. E bem o resto as fofoqueiras da cidade decidiram contar. 

— Sempre cheio de razão. — Ela fala virando o copo e rindo. — Amanhã dirão que dei em cima da festa inteira, incluindo você. 

—  Sim, nós dois temos um caso há anos.  — Falei revirando os olhos, alguém criar algo assim teria que ter muita imaginação, eu sempre vi Liz como minha irmãzinha catarrenta e dramática, vivia por aí falando alto e reclamando sobre tudo. 

—   Queria discordar, mas olha com dona Zefa nos encara. — A mulher nos encarava com seus grandes olhos de águia, imaginei que em sua sua cabeça fútil já estava armando em como iria distorcer toda a história, aquilo tudo era entediante, nunca vou entender como minha mãe gosta dessas coisas, claramente é desperdício de tempo e dinheiro. 

— Eu não teria voltado se fosse você, se conseguisse fugir disso, porque voltar?— Porque Liz abandonaria os palcos, ela estava indo tão bem lá, o que poderia ter acontecido para mudar, mesmo sem o senhor Luiz, Liz parecia está bem estabelecida lá. 

—  Não me tornei uma-atriz de sucesso e  perdi meu emprego temporário, logo as dívidas chegaram, quando vi estava falida e meu único bem era o meu carro, podia vendê-lo, mas foi meu pai que me deu quando fiz dezoito anos, e eu sinceramente, não queria abrir mão de mais coisas.  — Eu a encarei, eu a entendia, abrir mão de coisas para manter algo mais importante, eu abrir mão de ir viajar com Joice naquela noite, eu tinha que fazer um relatório, a empresa estava se erguendo ainda, se eu tivesse largado aqueles papéis e tivesse ido com ela, talvez as coisas fossem diferentes, abrir mão do que era mais valioso para mim por…. 

— Eu devia ter vindo! — Senti falta dela, tenho que admitir que Liz apesar de ser a pessoa mais irritante do mundo, ela também era única que conseguir entender meu desprezo pelas pessoas, ela preferia ficar horas lendo do que interagir com as pessoas, porém ela era estranha e adorável, eu sempre fui só estranho. 

— Fez bem em não vim. — Apesar disso, Marcos ainda não estava recuperado, e não seria uma boa ela vim. — Mas que fez uma falta durante esse tempo fez, pequena mandrágora.   — Eu a apelidei assim, porque ela sempre falava com Marcos gritando, os dois brigavam e se reconciliavam umas dez vezes por dia. 

Ela começou a rir, a risada de Liz como tudo nela era exagerado, e claro que todos nos olharam, mas Liz logo parou de rir e olhou para minhas costas. 

— Quer todos para você, Liz? — Bianca fala, me viro para complementá-la, ela estava lindíssima, usava um vestido preto extremamente colado, seus seios estavam bem marcados com o decote, não era algo que algum homem conseguiria desviar o olhar. — Quero uma dança com o homem mais elegante desta noite, isso seria possível? 

Eu não queria dançar, eu odeio dançar, a última vez que dancei foi no meu casamento com Joice, com toda a certeza eu não quero dançar. 

— Sabe que não gosto de dançar.  —Não queria magoá-la, Bianca era extremamente linda, mas havia uma tristeza em seus olhos que sempre me intrigou. 

— Seria um sacrifício para você dançar comigo? —  Ela pergunta fazendo um biquinho, mas a verdade é que era, para mim dançar era um grande sacrifício. 

— Não seria um sacrifício, mas….

Ela então me puxou para mais perto.

— Então vamos, adoro essa música.   — Eu olhei para Liz e aquela traidora deu de ombros.

Bianca me puxou para pista de dança, a música era agitada, e eu tentei dançar, ela sorriu para mim, colocou sua mãos em meu ombro, e eu sentir, meu coração acelerar, o cheiro dela impregnou o meu nariz, era um cheiro doce, seu corpo estava próximo ao meu, ela dança e sorria, eu tentei acompanhar, estava fascinado por sua beleza. Biaca sempre foi linda, ela tem cabelos negros andulados, seus olhos eram de um verde vivo, com toda a certeza eu estava a desejando, meu corpo estava agindo por conta propria. 

—  Tem que se divertir mais Luan. —  Ela fala e eu simplesmente imaginei maneiras mais divertidas do que dança. A culpa, a velha culpa começou aparecer, eu não podia desejar outra mulher enquanto a minha apodrece a sete palmos do chão.  

— O que aconteceu? —  Bianca pergunta.

—  Eu preciso… 

— Tudo bem. — Ela fala pegando na minha mãe e segurando firme. — A música está terminando, não o chamarei novamente, mas fuja logo sua mãe quer que dance com Lorena. 

Eu sorri e olhei para minha mãe que falava com Lorena, realmente ela estava aprontando algo, o melhor é eu ir para o meu quarto.  A música terminou. 

— Foi um prazer dançar com você, mas agora vou me esconder no meu quarto e fugir das pretendentes da minha mãe. 

— Como um adulto faria.  — Ela fala rindo e sair, e eu sentir de novo, estava de fato parecendo um adolecente, podia sentir meu p*** clamando pelo toque dela.

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