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Capa do romance CEO mulherengo conquistou o amor

CEO mulherengo conquistou o amor

Sebastian Ferraço é um CEO arrogante e egoísta que vive para a curtição, mas sua rotina vira um caos com a chegada de Abigail. Forte e determinada, ela surge como um furacão na vida do empresário mulherengo. Além da personalidade conflitante, ambos compartilham a sociedade da mesma empresa. Em meio a uma rivalidade intensa e um ódio latente, será que sentimentos verdadeiros podem florescer? Uma jornada de desejo e superação entre dois sócios.
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Capítulo 2

Guilhermo quando soube do fiasco que foi o velório do meu sócio, não parou um segundo sequer de tirar onda com a minha cara. Meus olhos estavam avermelhados como se tivesse fumado um Beck, foi o maldito colírio! Demorei bastante tempo no banho para tirar o mau-cheiro de defunto do meu corpo. Foi uma decepção atrás da outra e nada saiu como esperava naquele velório. Meu pai queria que eu fosse visitá-lo no final de semana, entretanto, consegui enrolar ele. Minha relação com meu pai tinha seus altos e baixos, porém, ainda existia uma relação entre nós, ao contrário do que não existia com minha mãe. Não sabia do seu paradeiro tinha anos desde que deixara meu pai e eu.

Eu queria esquecer da frustração que foi no velório de não ter conhecido a tal filha do velho, portanto, deixei de lado meu amigo para comprar uma bebida forte. De longe observei Guilhermo dançando com duas mulheres na pista de dança. Ele dançava muito mal, e ainda assim, conseguia qualquer mulher que quisesse.

— Você não parece estar se divertindo também, pois não para de olhar naquela direção. Prefiro acreditar que esteja olhando para as meninas e não para aquele girafa desengonçado. Não gostaria de saber que o homem que coloquei os olhos também gosta de um armário musculoso.

Uma desconhecida disse sussurrando na minha orelha e me surpreendendo. Ela era uma mulher de voz doce que instantaneamente seu contato fez os pelos do meu corpo ficarem eriçados. Olhei para o lado querendo saber como ela era, contudo, seus seios foram o que mais me chamou atenção. Mordisquei o lábio inferior vidrado naquele decote em V. Percorri os olhos por suas curvas até ficar encantado com seus olhos amendoados. Ela era um avião que senti vontade de pilotar.

— Não imaginei que fosse conhecer uma mulher assim direta. Pode ter certeza que não gosto do que você gosta! Devo confessar que me pegou de surpresa e eu adorei essa surpresa! — comentei, tirando um sorriso seu. A sedutora mulher esfregou seus seios no meu peitoral propositalmente.

— Nunca gostei de enrolação! Espero que goste de uma mulher bem abusada porque sou assim...

Ela não brincou quando disse que era abusada ao aproveitar a oportunidade para apalpar minha nádega esquerda. De onde ela tinha saído? As únicas mulheres que conseguia sem me esforçar eram as que pagava pelos serviços sexuais, no entanto, aquela era diferente e decidida. Ousei puxá-la pela cintura para mais próxima do meu corpo.

— Também gosto de ser direto. Não formamos um belo par? Tanto você quanto eu, somos abusados! Estou sentindo que nos daremos muito bem...

Meu coração até bateu mais forte no momento em que ela encostou seus lábios macios no meu pescoço, depositando beijos deliciosos. Quando pensei que nos beijaríamos fomos interrompidos pelo Guilhermo.

— Sebastian, não vai me apresentar sua nova amiga? — perguntou, com um sorriso sacana nos lábios. Ele tinha que nos interromper daquele jeito? Senti vontade de apertar seu pescoço.

— Você não tem mais o que fazer não? Cai fora! Guillermo, três é demais!

— Senhorita, cuidado com ele, ele é um safado e pode se aproveitar da sua inocência...

— O inocente é você, por acreditar que eu seja! Por que não dá o fora? Ou melhor, melhor saímos para um lugar mais reservado, Sebastião...

Ela ter errado meu nome era o de menos, pois ela queria dar o fora daquele ambiente para outro lugar, um reservado.

— Conheço muitos lugares reservados, onde ninguém ira nos incomodar!

— Entendi, que estou sobrando! Tchau, Sebastião! — zombou, me dando um tapinha nas costas antes de afastar-se.

A morena sedutora finalmente beijou meus lábios e acendeu uma chama em todo meu corpo. Apertei forte sua cintura fina enquanto chupava com gosto sua língua com sabor de álcool. Quando nos separamos para recuperar o fôlego resolvi perguntar seu nome.

— Como se chama a mulher que acaba de me deixar louco por ela? — questionei.

— Você quer transar ou saber tudo sobre mim? Não precisamos saber nada um do outro, meu bem, assim será mais fácil para você!

Caí na gargalhada. Como assim mais fácil para mim? Quem ela pensava que era? A mulher maravilha?

— Duvido que me esqueça depois dessa noite, senhorita, contudo, gostei do seu descaramento. Uma mulher nunca falou assim tão direta ao ponto do que quer de mim.

— Quero o mesmo que você, transar essa noite e nunca mais nos vermos outra vez! Guarde essa conversinha de que nunca vou te esquecer depois dessa noite, porque pode ter certeza que irei sim!

— Caramba! Você não facilita mesmo hein! Conheço um motelzinho ótimo, podemos dar uma chegada nele...

— Vamos, Sebastião, que hoje quero sentar gostoso!

Uau, que mulher! Acreditei ter tirado a sorte grande. Saímos juntos daquele ambiente festivo para um motel com espelho no teto. No quarto comecei a ser abusado e aquela brincadeira com a língua pelo meu corpo me excitou cada vez mais. A primeira coisa que fizemos ao entrar no quarto, foi deixar um rastro de roupas até a cama.

— Nossa, você conseguiu abocanhar ele todo sem dificuldade! — comentei, surpreso, pois ela engoliu meu pau como se estivesse faminta.

Quanto mais ela sugava a cabeça rosada do meu pau enquanto balançava aquele par de seios, não conseguia controlar meus gemidos. A minha sedutora era gulosa e ainda chupava as bolas também! Após deixar meu pau bem molhado, ela buscou por um preservativo no bolso da minha calça. Sempre andava prevenido. Soltei outro gemido quando ela usou aquela boquinha para pôr o preservativo em toda a extensão do meu pênis duro como pedra.

— Agora é sua voz de me chupar gostoso! Espero que saiba como usar essa língua grande na minha boceta!

A mulher era uma safada, sentou no meu rosto, esfregando sua racha molhada no meu rosto. Brinquei com minha língua em seus pequenos lábios tirando gemidos seus. Aproveitei para dar tapas em sua bunda. Ela pediu que a penetrasse com meus dedos e assim segui sua ordem. Quando tirei meus dedos da sua entrada escorregadia enfiei na boca.

— Quero que sente no meu cacete agora! Não continue me maltratando assim! Meu pau não aguenta mais ficar longe da sua boceta gostosa!

— Darei o chá que você tanto quer! — proferiu, encaixando-se por cima de mim e sentando no meu pau.

Ela cavalgava sensualizando e sem tirar os olhos dos meus. Como era provocadora e a cada estocada forte gemia mais. Chegamos ao clímax naquela posição em que ela dominava todo meu corpo ao seu prazer. Ser um submisso as suas vontades valeu muito a pena. Tivemos uma transa foda e me deixou com vontade de mais, entretanto, quando saí do banho, certo de que trocaríamos telefone não a encontrei mais no quarto.

— Como assim você foi embora após uma transa como a nossa? — perguntei-me, indignado. Ela não tinha gostado? Era isso?

Após pagar o quarto de motel voltei para casa chateado porque o que ela fez foi safadeza. Acordei no dia seguinte atrasado para o trabalho e com várias ligações perdidas da minha secretária. Mandei um áudio para Fernanda para saber o que ela queria.

— Senhor Ferração, vem agora mesmo para empresa! A filha do seu Benício está aqui! Ela organizou uma reunião em cima da hora! Todos nós estamos nervosos, a mulher é um demônio!

Um demônio? Era exagero da minha secretária para me apressar, isso sim! Respondi seu áudio.

— Ela é apenas uma jovem boba que acabou de perder o pai, Fernanda! Não exagere! Logo estarei na empresa!

Minha secretária ouviu o áudio e mandou emojis de diabinho. Não fiz nada com pressa e ainda tomei o café da manhã em tranquilidade. Quando cheguei na empresa fui diretamente para sala de reuniões, pois a tal demônio estava ainda conversando com alguns funcionários. Adentrei a sala sem aviso prévio e encontrei a mulher sedutora que engoliu como ninguém meu pau na noite anterior.

— Você é a filha do Benício? — questionei, desejando que ela negasse, mesmo vendo não queria acreditar que era ela.

— E você quem é? Por que entrou sem bater? Nada nessa empresa está em ordem! Onde está o imprestável do meu sócio?

Imprestável? Quem era eu? Fechei os punhos indo em sua direção e segurando seu pulso.

— Onde pensa que está? Você sabe muito bem quem sou! E eu não sou nenhum imprestável! Como pode chegar na minha empresa assim e me afrontar desta maneira?

Meu sangue ferveu, a partir daquele momento ela trocou as lembranças de uma foda incrível por ódio. Perguntei-me se ela sabia quem era eu quando me escolheu naquela boate para atacar. Ela não passava de uma cínica, fingida, e queria ainda mandar na minha empresa, nem mesmo o velho seu pai conseguiu me dobrar, não seria ela que conseguiria!

— Sou Abigail Ortiz, uma das donas desta empresa! Me solta agora ou vou te denunciar por agressão, senhor Ferraço! Todos estão de prova de que o senhor quer agredir sua nova sócia...

Larguei ela antes que aumentasse o escândalo desnecessário. Fernanda tinha razão, ela era um demônio. Por que não percebi que ela tinha algo de errado? Ela parecia perfeita demais enquanto dava a boceta pra mim. Abigail queria entrar em guerra e ela conseguira atiçar minha fúria. Mostraria para aquela aventureira que ninguém além de mim, comandava aquela empresa de construção.

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