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CASADOS COM A MAFIA!

Charles Bailey assumiu o cargo de Don, mas a pressão do conselho exige que ele se case em breve para manter o poder. Enquanto enfrenta ataques russos e investiga traições, ele busca uma aliança estratégica. No Canadá, Mia Patterson e sua prima Emily operam secretamente na máfia de seu pai, que vê no casamento com Charles a chance de fortalecer suas defesas. Entre o dever e a liberdade, Mia espera não ser a escolhida, enquanto o destino das famílias se entrelaça.
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Capítulo 3

Chegando em casa subi para o meu quarto, a casa estava silenciosa, todos já estavam recolhidos em seus quartos, entrei no chuveiro e tomei um banho gelado para me despertar e acalmar o calor, sai do banheiro enrolado na toalha, caminho em direção a minha cama.

Agatha- Boa noite Don- Agatha trabalha na casa e sempre visita meu quarto, mesmo estando cansado eu não poderia deixar de ficar excitado com aquela visão, Agatha estava nua deitada de bruços na cama com a bu***a empinada olhando para mim, nem pensei, me aproximei batendo em sua bunda, queria poder fazer mais barulho, mas não era prudente, mordi suas costas e deixei várias marcas, mordi sua bunda que é deliciosa já pegando a camisinha na gaveta da comoda, sem mais aviso deitei sobre ela e me afundei nas carnes macias, ela colocou a mão na boca para abafar o grito gemia baixinho e sussurrava para mim" Mais forte meu Don" se esfregava como uma gata no cio, essa mulher me enlouquece, ela gozou e quando percebeu que eu ia gozar se sentou na ponta da cama abrindo a boca para mim com os braços para trás, totalmente submissa como eu gosto, entrei e sai daquela boquinha perfeita até me derramar nela.

Charles- Gostosa - Me deito na cama e ela senta em mim se esfregando, retiro a camisinha e ela tenta se encaixar.

Charles:- Espere eu trocar a camisinha- Ela olha para mim com cara de safada me pedindo para fazer sem, ela só pode estar louca, nunca correria esse risco, apenas olho para ela a empurrando um pouco de lado e coloco ela me olha com uma carinha de chateada, mas sei do que ela gosta, bato na bunda dela e mando sentar, ela me olha com carinha safada e senta rebolando e gemendo.

Charles: - Isso delicia senta gostoso- Após gozarmos pela segunda vez ela rola para o lado deitado no meu braço.

Charles:- Já descansou? Agora pode ir - Não deixo ninguém passar a noite no meu quarto, é a casa dos meus pais e mesmo que não fosse não deixaria, mesmo a Martina passou poucas noites comigo nesses 02 anos, tenho um apartamento próximo à Boate e a Empresa às vezes fico por lá, mas mando o motorista a levar em casa.

Agatha:- Tudo bem Don se não me quer aqui eu vou embora - Ela se levanta veste suas roupas e me olha com cara feia, que petulante eu olho para ela e me levanto chegando bem perto, o olhar dele já mudou, não admito que me desrespeitem.

Agatha:- Boa noite meu Don- Ela sai com medo ainda com os sapatos na mão.

Preciso descansar, apaguei na boate o que não é meu costume, amanha tenho muito a resolver já que precisarei me ausentar e visitar minha futura noiva.

Acordei com a luz entrando no quarto, esqueci de fechar as cortinas, pulei da cama e fui tomar uma ducha, como nãos sairia pela manhã, vesti roupas casuais e desci para tomar café.

Charles:- Bom dia a todos_ contornei a mesa para beijar minha mãe.- Minha irmã sai da cozinha com uma vasilha de biscoitos feitos por ela, ela gostava de cozinhar quando estava estressada, olho para ela tentando entender o motivo do estresse.

Charles:- Onde está o papai?- Falo me servindo de uma xícara de café.

Amelia:- Esta no escritório tratando do casamento com o Don Anthony- Eu faço uma careta, esse assunto realmente não me agrada, minha irmã se senta olhando para sua xícara sem falar nada, o que não é normal.

Charles:- O que aconteceu com você?- Ela me olha colocando a xícara na mesa e ainda com cara emburrada.

Sara:- Papai disse que agora que você vai se casar é hora de pensar no meu casamento, eu não quero.

Charles:- Se acalme, mas você sabe que não tem nada a ser feito, isso vai acontecer- Ela cruza os braços me olhando, quando olho para ela abaixa a cabeça.

Charles:- Você precisa agir como uma adulta, sei o que você esta querendo com essa birra, não posso prometer que não vai se casar, mas posso prometer que vamos escolher bem o marido, melhor assim? _ ela levanta a cabeça e dá a volta na mesa, senta no meu colo e me dá um beijo estalado na bochecha.

Sara:- Obrigada irmão, achei que me casaria com um gordo careca ou com um desses que batem em suas mulheres.

Charles: - Eu não faria isso com você, agora desce me deixa tomar café.

Enquanto isso, a conversa entre o Subchefe Daniel e Don Anthony se desenrola.

Don Anthony:- Vou colocar minha filha a par da escolha do Don, fique tranquilo, na próxima semana teremos um casamento na família estão convidados, acho que seria uma boa oportunidade para que eles se conheça…

Mia:- Não se preocupe com a gente, quando tudo terminar entramos em contato- abraçou o pai já procurando a mãe pela sala

Anthony:- Não se esqueçam da nossa senha azul tudo bem, vermelho estão em perigo.

Emily:- Papai o senhor fala isso sempre que saímos kkk fique tranquilo eu vou cuidar da Mia - Mia olha para Emily cruzando os braços.

Mia:- Eu que vou cuidar de você Novinha kkkk- Emily revira os olhos - Cade a Mamãe? - Anthony aponta para a cozinha, elas entram beijando sua mãe que se assusta com aquelas duas senhoras, mas se acalma quando escuta a voz das filhas.

Aurora:- Tomem cuidado por favor, odeio quando seu pai manda vocês em missão- Aurora tem os olhos marejados, achava que aquilo não era para mulheres, ainda mais suas filhas.

Mia:- Calma, Mãe somos os melhores homens do papai - fala ela rindo e tomando um tapa da mãe- Anthony observa da porta com um sorriso a interação das suas menias.

Emily:- E como sempre prometemos não fazer nosso melhor, mas nosso máximo, não dá para esperar menos das sombras da morte- A mãe olha para ela com os olhos arregalados e expulsa as duas da cozinha com o pano de prato, Emily abraça a mãe por trás e Mia as agarra chamando seu pai em um lindo abraço de família. - Emily:- Fica tranquila, mão, voltamos logo.

Elas correm para o quarto e checam tudo novamente e descem com pequenas bolsas de mão, os equipamentos pesados já foram despachados e recebidos por um contato confiável na Rússia, elas beijam os país e partem.

O embarque foi tranquilo, não tiveram problemas, alguns funcionários as ajudaram, afinal eram duas idosas, chegaram ao destino ao anoitecer. Já no hotel arrumaram a bolsa que precisariam e pediram um táxi, lá encontraram Dimitry o contato que cuidaria da segurança e equipamentos, as esperava em uma van com, o primeiro passo era entrar no sistema de segurança deles, o que precisaria ser feito de dentro, a ação seria na boate de Nikolay Pavlov que era o alvo, ele cuidava dos negócios próximos à fronteira e era o cabeça na operação envolvida nos ataques as máfias canadenses e estados Unidenses e mexicana.

Dimitry já havia visitado o local, conhecia o bar, os banheiros e alguns quartos privados, mas como não conseguiu ter acesso sozinho não pode colocar o aparelho que permitiria o acesso, em um dos quartos existia uma fiação externa que poderiam usar e um aparelho deveria ser acoplado a ela, mas nesses ambientes existiam câmeras que eram proibidas, mas a máfia utilizava para fins de chantagem.

Emily trocou suas roupas, colocando uma saia curta, um top, uma peruca vermelha chamativa, salto alto e lentes de contato, colocou também um óculos com lentes azuis que cobria quase todo o rosto, ela caminhou até a boate, a van estava a 3 quadras do local, entrou e foi até o bar pedindo uma bebida, olhou todo o local e quantos seguranças haviam estava tudo conforme o relatório feito por Dimitry, hora de colocar o plano em prática, não evava escutas ou câmeras seria arriscado antes de controlarem o sistema de segurança poderia ser detectado na portaria pelos aparelhos detectores de escutas e grampos, estava sozinha nesse momento tudo precisava sair perfeito. Ela viu um dos garçons que vinha em sua direção com a bandeja cheia, se virou esbarrando nele e derrubando as bebidas que cairão também em sua roupa, saiu cambaleando e xingando para o banheiro, lá retirou o dispositivo da barra da sai que ainda estava desativado, depois de ativá-lo se dirigiu ao andar dos quartos privados, por ser mulher não foi barrada, o quarto descrito por Dimitri estava vazio, ela sabia que estava sendo filmada, sentou na cama como se estivesse passando mal, virou-se de costas, pois a câmera só podia estar na parede oposta a cama abaixou encontrando rapidamente a fiação, sentou ao lado da cama e com a mão que não estava visível acoplou o fio. Nesse momento um dos seguranças entra tentando levanta-lá

"você só pode ficar aqui acompanhada"- ele a puxa pelo braço, torcendo o nariz pelo forte cheiro de bebida que ela exalava.

Emily:- Ei, eu só quero tirar uma sonequinha, me solta- fala com voz mole tentando se soltar do segurança que a coloca para fora do quarto, ela desce as escadas e segue para fora do estabelecimento, caminhando até a van.

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