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Capa do romance • BBW - Contos Eróticos De Gordinhas •

• BBW - Contos Eróticos De Gordinhas •

Descubra uma coletânea de contos eróticos dedicada a exaltar a sensualidade de mulheres gordas e poderosas. Com narrativas envolventes e detalhadas, cada história foca no prazer consentido e na intensidade de momentos íntimos reais. A obra utiliza linguagem explícita para descrever encontros marcantes, dividindo cada trama em dois capítulos distintos. Mergulhe em tramas modernas que celebram o desejo e a autoconfiança feminina em experiências sexuais inesquecíveis.
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Capítulo 1

• NOVA YORK - 19:00 •

• • • ₪ • • •

Sabe aquele dia que nada está bem e para piorar, seu chefe lindo e arrogante te faz de escrava? Sim, escrava! Meu horário encerra às 16:00 e já são 19:00...

Estou limpando minha caixa de e-mail revoltada com à vida e mesmo não tendo nada para fazer no conforto do meu lar ainda assim, prefiro mil vezes minha casa do que estar aqui nesse escritório que pelo horário até o pessoal da limpeza já foi embora!

— Quero minha casa! — Murmurei finalizando a limpeza do meu correio eletrônico.

" Mais que merda! O que esse idiota pensa que eu sou? — Desgraçado! "

— AMANDA! — Já é a quinta vez que esse filho da puta berra desse jeito — PORRA, ESTÁ SURDA?

Fui a passos mínimos até sua sala. E lá estava ele vidrado na tela do computador! Fiquei parada próximo à mesa doida para dizer umas boas verdades na cara dele.

Sei que não posso ficar desempregada, mas tudo tem limites.

— AMANDA! — levantou o olhar e me viu parada diante da mesa — Perdeu a língua?

— Estou a ponto de perder os ouvidos! Para que esse escândalo? Esse telefone aí do seu lado é de enfeite? — estressada questionei — Antes de falar qualquer coisa, saiba que não sou sua escrava! Olha o horário Sr. Welton! Veja. Não farei mais nada para você, chega! Quer me mandar embora tudo bem, mas ficar aqui três horas após o meu horário para ficar berrando feito um lunático não dá! Pega esse caralho aí do seu lado basta discar o ramal 1, vai tocar lá na minha mesa!

Se levantou e parou como um muro à minha frente me deixando intimidada.

— Cadê a pose de mulher fodona? — rude questionou — Sustenta sua marra Amanda, gritou comigo toda dona de si, e só foi me levantar que perdeu a pose de mulher braba!

— Me dá licença! — tentei sair e segurou meu braço com firmeza — Que isso!

— Shhh... — me silenciou — suas horas-extras estão na conta todo dia 20! Então, sem showzinho e outra, fica aqui por que quer... Hm! Está saturada do trabalho? É simples! — se aproximou ainda mais me deixando sem ar — Pede demissão, se não aguenta o rojão vaza, porque não vou te demitir...

— Seu grosso, cavalo! Estou de saco cheio dos seus berros, isso irrita sabia? Chego em casa e ainda consigo ouvir berrando meu nome! Sua voz grossa fica zunindo na minha cabeça. — Mais uma vez tentei sair e me impediu com sua mão grande e quente.

" Gostoso, cheiroso e idiota... "

— Sou grosso sim, e também pareço um cavalo... Hm, você nem imagina a semelhança. — senti duplo sentido em suas palavras, mas fiz a desentendida — Pensei que daria conta de estar comigo! Porém, vejo que é só mais uma fraca, te pago muito bem Amanda e agora vem com essa de reclamar dos meus berros! — ficou tão perto que fechei os olhos para sentir seu cheiro — Você ainda não me viu gritar, isso aqui que faço contigo não chega nem perto do que posso fazer em êxtase...

Mais uma vez o duplo sentido... minha calcinha coitada molhou todinha com esse desgraçado. Penso que devo me defender, hm, a boa e velha ofensa deve funcionar para ferir seu ego!

— Nem quero, deve ser irritante! Solta-me! Deixe-me sair desse escritório. — mordeu o lábio e por ser bem maior que eu, mesmo olhando para baixo o filho da puta tem um olhar de superioridade e posso jurar que quer me beijar — Para...

— Estou certo que necessita relaxar Amanda, anda muito estressada, seu namorado não tem dado conta? — Mirei sua face assustada pela pergunta bem invasiva.

— Está criando uma liberdade onde não existe Sr. Welton. E minha vida pessoal não é da sua conta. — anunciei sem desviar o olhar — Porque estava aos berros me chamando? Parece até que sente prazer em falar meu nome.

" Inocente revelei e reparei que mordeu o lábio "

— Preciso que imprima uns relatórios para mim, e depois pode ir... devo lhe lembrar — levantei minha sobrancelha por conta da sua voz carregada de cinismo — na sua entrevista há 4 anos, declarou ter total disponibilidade para ficar ao meu dispor.

— Isso faz muito tempo não acha? Sou gorda, porém minha memória não é de elefante, sinto muito, mas confesso que não me recordava disso! E outra coisa, diga-me, eu aceitei que ficasse berrando comigo? Vai que sim e não estou lembrada. — Rebati no mesmo tom e coçou a barba bem alinhada.

" Desgraçado gostoso se não fosse tão arrogante podia jurar estar flertando comigo "

— Está muito abusadinha hoje Srta. Amanda, anda! Vai fazer o que te informei... — se sentando voltou a me ignorar como se nem estivesse aqui.

— Filho da puta... — murmurei seguindo para a sala de xerox — pensa que só porquê é gostoso pode me tratar assim!

Acessei o arquivo aqui mesmo e dei início as impressões...

— Como pode ser assim! Se achar o dono do universo! O que tem de bonito tem de arrogante... Gostoso! — entre ofensas e elogios permaneci esperando — Hmm! " Sou grosso e também pareço um cavalo! " O que esse imbecil quis insinuar com isso?

— Que sou pirocudo... — dei um pulo com sua voz grave pertinho de mim — Tem que decidir o que você quer porra! Ofender ou me elogiar.

— ... É... — fiquei sem ter o que dizer — está fazendo o que aqui? — Merda, merda! Ele me ouviu, que ódio!

— Vim esclarecer que mandei o arquivo errado e fui surpreendido com suas palavras afirmando que sou o dono do universo e fiquei por aqui ouvindo tudo... — encurtou nossa distância —, mas suas ofensas tiveram efeito contrário, me deixou duro.

— Duro? — sussurrei a pergunta — Não entendi.

Olhei para baixo e vi a porra de um salame enorme na calça e levei minha mão a boca. — Isso não está acontecendo!

— Sim... envernizado e não vou mentir. — Deu meia volta, fechou à porta e passou a chave. Voltando a se juntar a mim me prendendo contra a máquina.

Estou me sentindo encurralada prestes a ser abatida...

— Desde o dia que te contratei desejo sentir essa boceta carnuda... fico imaginando se é ou não greluda — mordendo o lábio me olhou intensamente — tenho certeza que é greluda!

— Você...! Olha aqui! — Sua boca colidiu com a minha me silenciando.

Sua língua grande invadiu minha boca e pude me deliciar com um beijo quente e faminto. John tem mãos grandes e habilidosas, que quando dei por mim já estava sem a saia. Sorrateiro abriu o zíper da mesma.

— Gostosa... — fiquei com vergonha quando puxou minha blusa pela cabeça — olha para isso!

Suas mãos gigantes seguraram meus seios fartos e logo um dos meus biquinhos estava em sua boca me sugando e mordendo com ganância.

— ... Para! Você é meu chefe! PARA!! — exigi louca para segurar seu pau grande na minha mão — John seu filho da puta!

Tentei ser rude e exigente, todavia gemi... eu gemi!

— Veste suas roupas! — pediu se afastando — ANDA!

— Tá! — extremamente envergonhada comecei a me vestir — Saiu deixando-me sozinha.

— Por quê? A gente vai terminar isso que começamos aqui na minha casa, anda! — pasma finalizei ligeiramente — Vou passar o fim de semana inteirinho fodendo essa boceta.

" Minha cavidade não explorada há quase um ano, chegou se contrair ansiosa com essa afirmação..."

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