
Atirar primeiro... perguntar depois!
Capítulo 2
Ela praticamente corria de mim, claro que eu sabia o motivo mas estava me divertindo.
Breno - Por que foge de mim, por acaso eu disse algo que a constrangeu?
Fernão - Se afaste da minha filha ou lhe meto uma bala no meio da testa.
Breno - Sei que para o senhor não seria nada difícil, tira vidas como se não fossem nada!
Fernão - Então já sabe bem.
Fiquei vendo ele a levar para longe, aquilo só me deu ainda mais vontade de ter aquela garota e eu planejava a vingança mais que perfeita. No dia seguinte, até a taberna e conversei com alguns velhos amigos de guerra...paguei 18 moedas de ouro por uma cabana no fim da estrada velha que leva até a minha de ouro abandonada.
Eu sabia que o que estava prestes a fazer mudaria a minha vida e de muitos, mas tudo o que me movia era a sede de vingança que me fazia querer ir até o fim. Montei em meu cavalo, fui até a velha casa que agora era minha, passei três dias a fazer reparos para que se tornasse habitável. Levei minhas poucas coisas para lá e me instalei, a vida errante estava findada pelo menos pelo tempo que durasse minha vingança contra a filha de Fernão.
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