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Capa do romance Antologia Picante III

Antologia Picante III

Neste segundo volume da série, mergulhe em uma coletânea de contos eróticos independentes que exploram diversas parafilias. Para garantir total imersão, os personagens não possuem descrições físicas, e a protagonista feminina é sempre referenciada como Jane Doe. A obra aborda temas intensos como BDSM, ménage, incesto, age gap e sexo em público. Ideal para quem busca realizar fantasias em cenários excitantes, sem uma ordem obrigatória de leitura.
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Capítulo 2

Incesto com meio irmão postiço, sexo sáfico, Dub-con e ménage FFM (Jane quer transar com o irmão adotivo e a melhor amiga a ajuda)

_________________________-

Ana deitou o corpo para trás na varanda, se apoiando nos cotovelos para me encarar, seus óculos escuros não davam muita certeza de que realmente olhava para mim, mas isso não importava. Estava quente e nenhuma de nós usava muita roupa, apesar do seu corpo perfeito, minha atenção estava no garoto sem camisa á frente.

- Ele é mesmo lindo – suspirei olhando para Lucas, ele aparava o jardim com um cortador de grama depois de passar mais de meia hora consultando os manuais a fim de não fazer nada errado.

- Já viu ele pelado?

- O que? Não – gritei as palavras, como se aquela ideia fosse absurda.

- Por que não? É apaixonada pelo Lucas desde sempre e nunca trocou mais de duas palavras com ele, agora é a sua chance.

- Não, agora não tenho chance nenhuma. Minha mãe acabou com a minha vida quando se casou com o pai dele – resmunguei fazendo um biquinho de choro que foi destruído por um tapa na minha coxa – Ai.

- Para de ser idiota, Jane. Seus pais estão saindo direto, é verão. Eu teria ido pra cama dele na primeira tempestade dizendo que estava com medo. Os garotos amam quando a gente roça a bunda neles de madrugada.

- Eu não saberia como fazer.

Ela levantou os óculos na testa e olhou para mim, parecia furiosa.

- Você não é virgem, não depois daqueles sete minutos no paraíso com o Alan.

- Desculpe por isso.

- Tudo bem – ela deu de ombros – ele é gostoso mesmo.

- Não mais que o Lucas.

Suspirei ao olhar para ele mais uma vez, sob o sol, secando o suor da testa com o dorso da mão.

- Quer saber – Ana se sentou bloqueando minha visão – quer transar com ele?

- Eu quero, mas não é tão simples.

- Vou fazer acontecer.

- Ele nunca vai ficar comigo, principalmente agora que é meu meio irmão.

- Ele não precisa saber boba – ela levantou em um salto.

- O que quer dizer com isso? Ana.

Mas ela já estava dentro da casa e precisei correr para alcançá-la apenas para ouvir o plano mais bizarro e excitante que já vi.

***

Parei no limite da porta , espiando pelas dobradiças enquanto Ana entrava no quarto de Lucas sem nem pedir permissão.

Ele estava sentado na cama, vestindo nada além de um shorts e secava o cabelo em uma toalha, levou alguns segundos até que notasse ela, mas não pareceu surpreso.

- E a minha irmã?

- Hum, lendo, sabe como ela é - Ana passou na frente dele andando lentamente com a bunda empinada e encostou na janela, ela abriu os três botões de

sua camiseta a tornando mais decotada - está tão quente hoje.

- Tenho certeza que existe um ventilador no quarto da Jane.

- Mas eu não disse que quero me refrescar, acho que seria interessante esquentar ainda mais - tinha uma malícia pesada em sua voz e se eu notei, tenho certeza que ele também.

Lucas olha para ela, o corpo todo dela, mas sorriu e balançou a cabeça.

- É melhor você sair, Jane deve estar te procurando.

- Não - Ana se aproxima dele devagar - ela está lendo, nem vai notar que eu saí.

Ela apoia as mãos nos ombros dele e o empurra para trás de uma vez.

- O que está fazendo? - ele reclamou, mas havia um sorriso em seu rosto.

- Me divertindo um pouco.

Lucas se apoiou nos cotovelos e tentou argumentar, mas sua voz sumiu no instante que que ela passou os dedos pelo seu peito.

- Essa é sua ideia de diversão? - ele levantou uma sobrancelha e a encarrou.

- Eu posso ser bem criativa - ela respondeu, subindo e descendo de leve as unhas em seu peito.

Um leve ciúme fez minhas bochechas queimarem e quase desvio o olhar, mas a voz dele chama minha atenção novamente.

- Me mostra o quanto.

Ana sorriu e o empurrou de novo, seus lábios quase se tocaram, mas ela puxou a toalha que ele usava para secar o cabelo e a enrolou, colocando sobre o rosto dele.

- Privação de sentidos? - ele riu fraco, deitado assim, eu podia ver o volume em seu shorts e isso me excitou ainda mais.

- Assim você vai sentir as coisas de uma forma mais intensa.

Então ela olhou na minha direção e me chamou com um aceno de mão. Eu estava com medo, mas me aproximei lentamente e me coloquei de joelhos na frente dele.

- Por que está demorando tanto?

- Fique parado, tenho certeza que vai valer a pena.

Ana faz um sinal para mim e tomo coragem, seguro a costuro do shorts com as duas mãos e o abaixo, seu pênis duro apoia sobre a barriga, o calor que ele emana alcança minha palma antes mesmo de tocar, é tão macio e duro ao mesmo tempo, escorrego a mão pela pele e ele solta um gemido baixo.

- Gosta que te masturbe assim? - ela perguntou.

- Mais rápido - Lucas geme e eu atendo, movendo minha mão mais rápido.

Logo não é o suficiente e eu tomo sua ponta na minha boca, por sorte Ana segura meu cabelo para que não caia nele, eu o chupo com vontade, ajudando com a mão para que o prazer seja completo.

Mas ela puxa minha cabeça para trás e o livra da minha boca.

- Quer saber o quão fundo eu chego?

- Ah, sim. Por favor.

Então ela empurrou minha cabeça de volta e seu pau entrou até a metade, eu engasguei, mas ainda cabia, ela me segurou assim enquanto ele se contorcia e quando soltou, precisei puxar muito ar para respirar.

- Você engoliu ele todo.

- Está prono para o resto? - Ana perguntou a ele, mas olhando para mim.

Eu assenti apressada, então ela levantou meu quadril, eu o coloquei na boca outra vez enquanto tinha o shorts e a calcinha tirados por ela. Eu estava pronta e ansiosa por ele.

Subi em seu colo, Ana estava debruçada sobre a cama e olhando tudo com uma animação fora do comum.

Eu me sentei sobre seu membro e comecei a rebolar nele, esfregando e deixando-o bem molhado, era delicioso sentir sua extensão no meu clitóris, eu poderia gozar assim, mas Lucas estava ansioso, ele pegou minha cintura e começou a forçar para encaixar.

Ana assentiu lentamente e eu o encaixei, era tão grande que mal consegui fazer sua ponta entrar.

- Tão... apertada - ele fez força empurrando meu quadril para baixo e precisei tampar a boca com as mãos para não gritar, não foi delicado, mas estava dentro.

Comecei a me mover para cima e para baixo, Ana olhava fascina o movimento enquanto eu o engoli.

- Quer que eu tire a venda? - ela aproximou a mão do rosto dele e eu a segurei desesperada, negando com a cabeça com medo da reação dele ao descobrir.

- Não - ele responde rápido - Se você tirar, sei que vou ter que parar e está gostoso demais para parar.

Lucas apoiou os pés na cama e eu debrucei sobre ele que me abraçou e começou a investir para cima com força.

Ana se sentou apenas aproveitando a visão, ela enfiou a mão em seu shorts e começou a se masturbar, pelo menos ela também estava se divertindo.

Eu rebolei de encontro a sua barriga para estimular meu clitóris, isso me deixou ainda mais apertada e notei que ele precisava de muita força para entrar e sair como queria.

- Onde quer que eu goze? - ele perguntou e me levantei rápido para que Ana respondesse

Eu apontei para a minha boca a fim de que ela entendesse, mas Ana estava a ponto de gozar e isso certamente a deixou muito mais safada.

- No meu rosto, mas quero que você veja.

- Porra, sim - ele respondeu.

Eu estremeci, Lucas me virou ficando por cima de mim e isso fez a toalha cair, eu fiquei em pânico, mas ele não estava surpreso, continuou metendo na minha boceta com força e agora me encarando com os olhos cheios de desejo.

Ana riu fraco e se inclinou para chupar meus seios, eu arqueei com a sensação que infelizmente não durou muito, Lucas saiu e se aproximou, se ajoelhando perto do meu rosto enquanto se masturbava.

- Abra a boca - ele pediu com a voz cortada, afastei os lábios, embora seus jatos tenham atingido todo o meu rosto.

- Vou terminar isso para você.

Eu olhei para Ana e ela estava retirando seus dedos de dentro do shorts, tão molhados pelo seu orgasmo recente que pingaram sobre minha pele. E foi assim que ela me penetrou com dois dedos de uma vez.

Meu gemido alto foi cortado por um beijo de língua de Lucas, sem se importar com todo seu esperma em volta.

Ana metia tão bem, senti meu interior pulsar, espasmos intensos atingiram meu corpo todo a medida que uma quantidade absurda de lubrificação saia da minha boceta espirrando para todos os lados.

Lucas separou o beijo e olhou para mim, completamente acabada, mas ao menos ele me entregou a toalha que usei para limpar o rosto.

- Quando você soube? - Ana perguntou surpresa enquanto eu apenas tentava me sentar.

- Quando ouvi vocês combinando na cozinha, não são muito silenciosas.

- Desculpe - eu disse tímida e ele sorriu.

- Não se desculpe, Jane. Se não fizessem isso, eu não teria coragem - ele passou a mão pelos meus seios, de leve - ia perder tudo isso.

- Bem - Ana se levantou em um salto - agora que meu trabalho está completo, eu vou pra casa, vocês fodam bastante antes que seus pais cheguem.

- Espera - eu tentei me levantar, mas Lucas me segurou na cama usando seu corpo.

- Você ouviu sua amiga.

Eu ri e o abracei, pronta para ter seu pau dentro de novo.

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