Capa do romance Angel Volume 1

Angel Volume 1

8.4 / 10.0
Em Angel Volume 1, a filha de um policial rígido esconde segredos sombrios e busca adrenalina para fugir da depressão. Neste romance de ação, ela se envolve com um tatuador criminoso, enfrentando escolhas perigosas. Leia esta modern novel e descubra o preço de uma paixão proibida.
Resumo de Angel Volume 1
Angélica vive sob a pressão do pai policial, que ignora sua luta contra a depressão e o desejo por adrenalina. Para escapar da rigidez paterna, ela mergulha em um romance intenso com Guto, um tatuador que lhe apresenta um mundo vibrante. No entanto, a paixão se torna perigosa quando segredos vêm à tona. O abismo entre eles se revela intransponível: ela é a filha da lei, enquanto ele vive no crime. Agora, ambos enfrentam as consequências de uma união impossível.
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Angel Volume 1 Capítulo 1

Autora Diene Médicci

Era sábado, e Angélica ansiava pela noite, um desejo constante para aquela baladeira de carteirinha. Para ela, qualquer festa servia, de eventos badalados a modestos batizados. Naquela noite, sua chegada à festa já prenunciava percalços. A entrada era gratuita para mulheres até as 22h, mas ela chegou dez minutos após o limite, enfrentando uma fila. O segurança hesitou em liberá-la sem o pagamento, e Angélica contava apenas com uma quantia limitada para consumir e o crédito do cartão, que não era aceito para a entrada. Sozinha, tentou inutilmente contatar as amigas que já estavam lá dentro. Encostada, observava o fluxo de pessoas, sentindo o peso de um início de noite desfavorável, enquanto persistia nas ligações.

Sua produção era impecável: batom vermelho intenso, saia preta justa e curta, um cropped branco adornado com pérolas ao estilo de sua cantora favorita, e um salto alto preto envernizado. Angélica chegou com a postura de uma madame, mas a espera solitária na entrada a consumia em vergonha. Os olhares alheios pareciam questionar sua capacidade financeira ou idade para estar ali. Um rapaz alto, coberto de tatuagens e com um boné de marca, fitou-a ao chegar sua vez de entrar. Angélica notou-o pelos detalhes em seu visual todo preto, pelas correntes, pulseira e o relógio elegante. Imediatamente desviou o olhar, concentrando-se no celular. O rapaz iniciou uma conversa animada com o segurança e, ao olhar novamente para a portaria, Angélica percebeu que ele a observava fixamente. Ele a cumprimentou com um sorriso aberto e encantador. Sem graça, ela retribuiu o cumprimento e voltou a fitar a tela do celular. Em poucos passos, ele se aproximou, parando ao seu lado.

— E aí, tudo bom? Qual seu nome, moça? — perguntou ele.

Angélica respondeu, olhando para as pessoas na fila, evitando seu olhar.

— Tudo. Angélica!

Ele sorriu. — Prazer, Angélica. Sou o Guto e vou te colocar lá dentro, pode ser?

Ela o encarou, séria. — Como assim?

Com simpatia, ele explicou: — Bora lá, o segurança é meu amigo. Ou não quer entrar?

Angélica, esperta, assentiu. Caminhou ao lado dele até a entrada, onde Guto pegou duas pulseiras para a área VIP com open bar, sem efetuar pagamento, assim como fez com a sua. Ao colocar a pulseira no pulso dela, Angélica agradeceu. Gentilmente, ele segurou sua mão para ajudá-la a subir alguns degraus. Caminharam lado a lado por um instante, enquanto Angélica procurava suas amigas com o olhar.

— Você está sozinha? Ou com alguém? — ele perguntou.

Ela explicou que estava procurando as amigas. Ele se ofereceu para esperar que ela as encontrasse, mas Angélica dispensou a oferta, agradecendo novamente por tê-la ajudado a entrar. Guto sorriu, beijou seu rosto e disse: — Que isso, aproveita a noite. A gente se vê por aí então?

— Guto, né? Valeu, te devo uma! — respondeu Angélica.

Ele se afastou, e logo Angélica encontrou suas amigas. Procurou por Guto, mas não o viu por um bom tempo. Contou o ocorrido, e as amigas brincaram que ele não devia ser tão bonito assim, senão ela teria ficado para agradecer a gentileza. Angélica insistiu que ele era bonito, estiloso e muito simpático, bom demais para ser verdade, e que só não ficou porque ele desapareceu. As amigas ficaram curiosas para vê-lo. Enquanto dançavam e se divertiam, Angélica o avistou no camarote VIP, encostado na sacada, observando-a. Olhou discretamente duas vezes e percebeu que ele a encarava seriamente, com um olhar quase predatório. Angélica começou a dançar de forma mais expressiva, como se fosse para ele, e ao verificar, ele ainda a observava, até esboçando um sorriso enigmático.

Ao ir buscar uma bebida, Angélica se distraiu. Quando voltou a olhar para o camarote, Guto não estava mais lá. Perdeu-o de vista por uns vinte minutos ou mais, até sentir uma mão leve em seu braço. Virou-se e viu Guto, sorrindo.

— Oi — disse ela.

Ele se aproximou e falou: — Vamos sair daqui? Está muito barulho!

Angélica respondeu, feliz, tentando disfarçar a empolgação: — Tá, só deixa eu avisar as meninas. Me dá um minuto!

Ela comunicou às amigas que ia dar uma volta. Guto pegou sua mão e a guiou pela frente. Ao perceber que se dirigiam à saída, Angélica perguntou, curiosa: — Onde a gente vai?

Ele respondeu com naturalidade: — Vou te levar pra casa, vamos? A minha casa!

Angélica recuou, soltando a mão dele. — Não, espera, eu não... — Balançou a cabeça em negativa.

Ele perguntou, em tom de deboche: — Não quer ir comigo? Qual foi? Tá com medo?

Angélica sorriu, jogando os cabelos com charme, e disse que não podia deixar a amiga, inventando uma desculpa por sentir um certo receio daquele estranho. Guto se aproximou de sua boca e beijou o canto dos lábios dela. Colocou a mão na nuca de Angélica, puxou-a delicadamente, aproximando-a pela cintura.

— Posso? Estou louco para beijar sua boca, morena! — sussurrou no ouvido dela.

Angélica sorriu sutilmente, mordendo os lábios. — Pode!

Ela inalou o perfume dele, sentiu sua pele e colocou as mãos no rosto dele com suavidade. Ele se aproximou e a beijou. O beijo começou lento e foi ganhando intensidade. Desde o início, houve uma química inegável, e logo estavam trocando beijos apaixonados, de tirar o fôlego. A pegada de Guto a desestabilizou rapidamente. Era um conjunto de sensações: a mão no cabelo, na cintura... Ficaram se agarrando perto da saída por um tempo, sem trocar muitas palavras. Ele a convidou para voltar à festa, queria que ela ficasse onde ele estava e prometeu levá-la e à amiga para casa depois. Angélica avisou a amiga por mensagem e, de mãos dadas, seguiram para o camarote VIP. Ao subir, Angélica se sentiu um pouco deslocada em meio àquelas pessoas elegantes e sofisticadas. Não interagiu com ninguém, e Guto permaneceu ao seu lado, abraçado a ela, beijando-a constantemente. Havia mais homens do que mulheres ali, e as poucas presentes não demonstraram interesse em conversar com Angélica. Um amigo de Guto o chamou para um canto, onde conversaram brevemente, olhando para o celular. Depois disso, Guto ficou mais distante, com o olhar vago, pensativo, e parou de beijá-la e abraçá-la. Angélica sugeriu que voltasse para perto das amigas. Ele disse que já podiam ir embora, deu-lhe um selinho e perguntou: — Vamos?!

Angélica foi falar com a amiga, que também já queria ir embora. Encontraram-na na saída, e Guto não segurou mais sua mão depois que deixaram a multidão. Caminharam até o estacionamento, onde o carro dele, um Golf impecável, com rodas estilosas, rebaixado e com vidros escuros, chamou a atenção de Angélica. Ao entrarem no carro, ele se aproximou para colocar o cinto nela e disse, quase beijando-a: — Tem que andar na linha no meu carona, moça!

Angélica riu, lambendo os lábios em provocação. — Ou não? O que você faz com quem não se comporta no seu carro?

Ele se afastou, sorriu e respondeu: — Deixo a pé. Ué?!

Ela gargalhou. Ele acariciou sua mão brevemente. Levaram a amiga de Angélica primeiro. Durante o trajeto, ouviram músicas de artistas como Hungria e Tribo da Periferia, e Guto permaneceu um tanto quieto. Ao deixarem a amiga em casa, ela perguntou se Angélica iria dormir ali. Guto olhou para Angélica e disse, sério: — Se você quiser, te trago depois ou de manhã, você que sabe, sei lá.

Naquele momento, a mente de Angélica gritava "NÃO", mas seu corpo ansiava por dizer "SIM". Ela disse à amiga que ficaria com ele um pouco e depois iria para sua casa. Guto perguntou onde ela morava, e ela mencionou o bairro. Conversaram mais para se conhecerem. Ele disse onde morava, que dividia a casa com um primo que raramente estava lá. Angélica contou que estudava e morava com o pai e a madrasta. Ele mencionou que tinha um estúdio de tatuagem e piercing. Chegaram à casa dele, um imóvel bonito com portão eletrônico fechado e muros altos. Ele guardou o carro na garagem, e ao entrarem, Angélica notou que a casa era arrumada para ser habitada apenas por homens. Assim que entraram na sala, ele fechou a porta e começou a beijá-la, encostando-a na parede. Tirou o boné, e Angélica jogou a bolsa no sofá. Ele a puxou, sentou-se e a colocou no colo. Sem dizer nada, tudo aconteceu naturalmente. Angélica nem estava bêbada e não tinha o costume de ter relações íntimas no primeiro encontro. Estavam apenas se beijando, com ele passando as mãos em suas costas e braços. Pararam o beijo e se olharam. Angélica sorriu e perguntou: — Quantas tatuagens você tem?

Ele disse que já tinha perdido a conta, mas que cerca de 80% do corpo estava tatuado, ou melhor, "rabiscado", como dizia o avô dele. Angélica, tirando a camiseta dele, falou: — Então, deixa eu contar.

Ele estava um pouco sério, sorriu e disse que ela demoraria muito. Angélica respondeu, beijando o pescoço dele: — Tudo bem, tenho a noite toda para você!

Ela continuou beijando, descendo pelo peito e barriga dele. Abriu a calça dele e o ajudou a tirar a calça e os tênis. Ele a deitou no sofá, tirou seus sapatos e começou a beijar suas pernas, subindo. Voltou a beijá-la, ficando por cima dela. Ansiosa, Angélica se moveu para sair de baixo dele, sentou-se de costas e pediu para ele abrir seu cropped. Ele abriu o zíper e beijou suas costas, deixando-a apenas de calcinha. Ele a colocou de quatro no sofá. Não era exatamente o que ela esperava, mas ela aceitou e se curvou. Sem pressa, ele começou a tocá-la intimamente, massageando seu clitóris, brincando com seu corpo e a provocando. A cada toque, Angélica suspirava ansiosamente, esperando ser tomada por ele. Ela estava extremamente excitada, quase latejando. Ele colocou a camisinha, se aproximou e a penetrou lentamente. Angélica o sentiu deslizando cada vez mais fundo e gemeu baixinho, tentando se conter. Ele deslizava as mãos por todo o corpo dela, apertou seus seios e começou a masturbá-la enquanto a penetrava lentamente. Angélica já estava enlouquecida por aquele homem. Na agitação, quase chegando ao orgasmo, buscou a mão dele, que estava em seu quadril, e a apertou. Ele riu, parando o movimento.

— O que foi? — perguntou ele.

— Não para, me aperta! — Angélica falou ofegante, ainda segurando a mão dele perto de sua cintura.

Guto se afastou, sentando-se. — Vem aqui.

Angélica foi até ele e sentou em seu colo, começando a rebolar enquanto o beijava intensamente. Ele puxou seus cabelos, encarando-a nos olhos. — Eu te disse para aproveitar a noite, mas acho que você levou isso muito a sério! Vai com calma aí, morena!

Angélica sorriu, gemendo de prazer, e não parou. Ele deu alguns puxões em seus cabelos, e ela entendeu que era para ir mais devagar quando ele fizesse isso. O cansaço começou a chegar, e ela diminuiu os movimentos, permanecendo apenas nos beijos, fundidos um ao outro. Finalmente, atingiram o êxtase juntos. Exausta, Angélica o abraçou e deitou em seu ombro. Ele a segurou forte, e ficaram em silêncio, sentindo a energia percorrer seus corpos cansados e satisfeitos. Guto a beijou e falou, tirando-a de cima dele: — Não vai dormir aí, né?!

Angélica sorriu e disse que ainda não. Ele foi ao banheiro e voltou com uma toalha. — Posso jogar uma água no corpo? — ela perguntou, enrolando-se na toalha.

Ele respondeu, mexendo no celular: — Claro, vai lá.

Angélica foi e fechou a porta, aproveitando para dar uma olhada nas gavetas do gabinete no banheiro. Tomou banho e, ao sair, encontrou Guto encostado na porta do quarto. Aproximou-se e lhe deu um beijinho. Ele acariciou seus cabelos, deu-lhe um beijão e a levou para a cama. Angélica deitou-se nua, e ele ficou por cima. Logo voltaram a fazer amor, dessa vez demorando ainda mais. Nem trocaram de posição, estava muito bom, e ele foi bem intenso com ela, com uma pegada bruta que Angélica apreciou muito. Tomaram banho juntos, e ele a convidou para dormir ali. Como era muito tarde, ela acabou ficando. Ele lhe deu uma camiseta para vestir, juntou suas coisas e as colocou no quarto, tudo arrumadinho. Angélica deitou-se primeiro, e ele se juntou a ela, abraçando-a. Beijaram-se por um tempo antes de adormecerem.

Dormiram até tarde. Ao acordar, Angélica percebeu que Guto não estava no quarto. Sentiu-se um pouco deslocada por ter que sair andando pela casa sem nem ter o número dele para mandar uma mensagem. Vestiu-se e ficou esperando por ele sentada na cama. Ele voltou para o quarto, deu-lhe bom dia, pegou uma camiseta e disse: — Vamos, vou te levar!

Angélica o sentiu um pouco seco, diferente da noite anterior, mas não era o primeiro homem que agia assim na manhã seguinte, um comportamento até típico. Ele ofereceu café da manhã, mas como pareceu uma formalidade, ela recusou. Saíram, e no caminho ele perguntou se ela trabalhava, estudava e sua idade. Angélica respondeu séria: — Eu só estudo, faço direito e tenho 19!

Ele respondeu: — Maneiro, entendi.

Ficaram em silêncio. Ao se aproximarem de sua casa, Angélica pediu para ele deixá-la no bairro, mas não em frente de casa. Mostrou onde queria ficar. Não trocaram contatos, ele não pediu, e ela também não. Despediram-se com um beijo no rosto. Ele a observou descer, acenou e buzinou. Angélica ficou pensando no quanto ele era estranho e atraente, uma combinação incômoda. Foi para casa, tomou banho e deitou-se. Tentou procurar as redes sociais dele, mas não encontrou, ficando super curiosa e até imaginando se ele tinha namorada.

Angélica mentiu lindamente para o pai e a madrasta sobre onde havia dormido. Mais de duas semanas se passaram, e ela até tinha deixado essa história de lado, sem ficar pensando nele.

Uma noite, enquanto corria na avenida com a amiga Fernanda, Angélica avistou Guto em uma rodinha bem no caminho. Chamou a amiga para trocar de calçada, mas Fernanda se recusou por pirraça, dizendo que não havia motivo para desviar, pois ele nem se lembraria dela. Angélica não olhou para o grupo, mas assim que passaram, ele a chamou: — Angélica!

Ela parou e olhou para trás, surpresa. Ele foi em direção a ela, enquanto Fernanda começava a rir muito, deixando Angélica sem jeito. Guto falou simpático: — E aí, morena, você sumiu, hein... Tudo bom?

Angélica respondeu sem muita ousadia: — É, considerando que não tenho seu contato e nem você o meu. Tudo ótimo e você?

Ele sorriu e respondeu: — Tudo em cima. Me passa seu número aí, curti muito você!

Angélica disse que estava com um número novo e não sabia de cabeça ainda. Sua amiga se intrometeu: — Eu passo para você, anota aí, eu tenho aqui.

Angélica olhou para ela, fazendo sinal para que não fizesse isso, mas Fernanda passou o número mesmo assim. — A gente já vai indo. Tchau! — disse Angélica, se afastando.

Ele disse que ia mandar mensagem. As duas voltaram a correr, e Fernanda riu dela o resto do caminho, dizendo que seria a madrinha do casamento. No mesmo dia, ele ligou para Angélica, convidando-a para sair. Ela ainda estava na rua com Fernanda e disse que estava em semana de provas e muito ocupada. Ele percebeu que ela não estava interessada e não insistiu, e eles não conversaram mais. Dias depois, ele mandou mensagem dizendo que ia ter uma festa e que podia conseguir convites de graça para ela. Angélica disse que ia ver com as meninas se elas queriam ir. Ela até queria, mas ninguém topou ir com ela. Um dia antes da festa, ela disse a Guto que agradecia, mas não ia conseguir ir porque suas amigas não estavam a fim. Ele disse que ela podia ir com ele, que ele a buscaria. Angélica demorou para responder, pensando, mas acabou aceitando. Ficou ansiosa sem saber o que vestir. Escolheu um vestido curto azul royal de um ombro só e salto alto nude. Seu cabelo longo e preto, na altura dos glúteos, estava com cachos nas pontas, e a maquiagem era forte e brilhante. Colocou uma lingerie preta combinando e saiu com segundas intenções. Marcou com ele na esquina de casa. Ele a buscou no horário combinado, estava sozinho e cheiroso. Ao entrar no carro, Angélica tentou beijar seu rosto, mas ele virou a boca, e eles se beijaram. Ele começou a conversar animado sobre a festa. Chegaram ao local, um baile funk com vários DJs e muita gente. Angélica desceu do carro, ajeitando o vestido e o cabelo. Ele pegou sua mão, o que ela achou estranho pela mudança de comportamento, mas como havia muita gente, era melhor assim para não se perderem. Assim que entraram, ele foi para perto dos amigos e a apresentou a todos educadamente. Em um momento, Angélica sentiu que estava sendo exibida como um troféu aos amigos dele, e ele nem estava lhe dando atenção. Ela não estava se sentindo à vontade cercada de estranhos e logo disse que queria ir embora, mas que ele não precisava se preocupar com ela. Ele perguntou o motivo, o que estava acontecendo.

— Não é nada demais, só sei lá, não conheço ninguém, fico meio excluída, mas aproveita sua festa aí, eu tô numa boa... Sério! — respondeu Angélica.

— Não, eu te levo, de boa. Você não quer esperar o show? — ele respondeu sério.

Angélica ficou sem graça, queria ir embora, mas não queria ser chata. Pegou no rosto dele e deu-lhe o primeiro beijo da noite. Ele a segurou pela cintura, e eles trocaram alguns beijos. Depois, ele se aproximou mais, e eles ficaram se curtindo, bebendo, com Angélica dançando na frente dele, atiçando-o. Quando o show acabou, ele perguntou se ela queria ir embora.

— Mas a gente vai ficar ou você vai me levar para casa? — ela perguntou.

Ele respondeu rindo: — Se depender de mim, fico a noite toda com você, mas é você que manda, morena!

Angélica, abraçada a ele, virou um copão de bebida e respondeu: — Quero ficar mais com você, só que em outro lugar, pode ser?

Ele respondeu rindo com malícia: — É você que manda!

Logo se despediram do pessoal. Angélica pegou mais um copão, e saíram de mãos dadas da festa. Ele a levou para a casa dele. Assim que entrou, Angélica tirou os sapatos na sala. Ele a levou para o quarto no colo, colocou-a deitada e disse que ela estava dando muito trabalho. Angélica sentou-se e respondeu, tirando o vestido: — E você não quer trabalhar?

Ele estava tirando a roupa em pé, olhando para ela. Sorriu e disse: — Eu que vou te dar trabalho agora, que estou doido para te pegar a noite toda.

Angélica engatinhou até a beirada da cama e falou, esticando a mão: — Vem aqui.

Ele se aproximou só de cueca, segurou sua mão e a beijou. Angélica, de forma provocativa, alisou o elástico da cueca dele e perguntou: — Posso? Te chupar?

Ele disse que sim, se ela quisesse. Angélica o tocou por cima da cueca e perguntou: — E você quer?

Ele respondeu com malícia: — Por favor.

Angélica abaixou a cueca e o beijou, começou a masturbá-lo com a boca. Não era algo que ela fazia sempre, mas por ele, fez. Dessa vez foi melhor do que a primeira. Ele colocou música e foi super atencioso com ela, como se estivesse querendo ganhar pontos. Ele a beijou bastante, e começaram a fazer amor, beijando-se. Ele ficou por cima e realmente a "deu trabalho". Ficaram a noite toda se amando e foram dormir quase de manhã. Angélica adormeceu antes dele.

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