
Amor acidente fatal
Capítulo 2
Quando atordoada ela abriu os olhos, a primeira coisa que viu, foi outros olhos, os de Daniel, cheios de um ódio aterrador. Então ele começou a acusá-la de ter matado Adriana.
“Assassina! Você terá uma vida pior que a morte”.
O corpo cheio de tubo de Jessica a impedia de falar ou se mover de alguma forma. Ela apenas podia dizer em sua cabeça.
“Não fui eu, você acredita em mim”. Os olhou suplicantes dela olhava a pessoa a sua frente, Teimosamente, ele continuou a acusando. Naquela cara fria não havia qualquer vestígio de intenção de ouvir explicações.
Jessica por estar naquelas condições, involuntariamente parada, com o corpo trêmulo, na cama de hospital, queria gritando bem alto.
“Danni! Você pelo menos ouça! ”
“Eu não estava dirigindo aquele carro. Não era a motorista bêbada que você está falando. Adriana era quem estava dirigindo, não eu! ..."
Jessica começou a se sentir muito mal. Seu folego parecia está sendo arrancado com as mãos quando ela ouviu Danni dizer.
"Você gosta tanto de mim ? ”
"O que?" Um pouco confusa a empresária fez esforço para localizar seus olhos. A vista dela estava escurecendo.
“Ela gostava dele!!! O mundo inteiro sabia, por que ele de repente perguntaria isso agora?”
Ele deu um passo para mais próximo dela e disse.
“Eu, gostava dela. Estávamos juntos a muito tempo. Enquanto você fazia suas tentativas patéticas de chamar minha atenção”.
Ela sentiu frio. E começou a perder a consciência. Mas, antes de tudo escurecer ouviu o homem dizer.
“Você gosta tanto de mim, assim? Que não hesitou em matar Adriana? ”
Um arrepio veio do fundo do meu coração e se espalhou por seu corpo em um momento. Jessica lutava para se manter sóbria. Ela queria rir da ironia. Como a ternura desse homem poderia ser dada a ela.
“Eu nunca pretendi matar Adriana ...” Ela queria se explicar.
Mas, antes de outras palavras dele aos aparelhos começaram a dar sinais de que havia alguma coisa erra com ela. Ela ouviu alguém o mandar ir embora. E seus olhos registraram, ele virar as costas e partir sem olhar para traz.
“Me escute! Eu realmente…"
"Não, é impossível para mim ..."
O mundo escureceu diante dos olhos da garota. O homem entrou rapidamente em uma porta enfrente a sala em que os médicos davam o atendimento de urgência a ela. A princípio o que se destacava era o som, piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii. Alto e agudo anunciando a parada de seu coração. Depois ele ouviu.
“ Pegue o desfibrilados”.
“Não podemos fazer massagem cardíaca porque as costelas quebras podem perfurar os órgãos internos, provocando outra hemorragia interna”.
“Afasta”.
O som do coração parado ainda continuava. Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
“Afasta”.
O som do coração parado ainda continuava. Piiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii.
“Afasta”.
O som do coração parado ainda continuava. Na terceira vez, por fim um som intermitente. Pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi, pi. Alguém suspirou de alivio.
“Doutor, ela vai ficar bem?” Perguntou a mulher que deixou Daniel entrar na UTI.
“Provavelmente, nunca vai retornar do coma”, Respondeu o médico com pesar.
Dione Santos entrou poucos minutos depois na sala em que Daniel estava. Trazia um Jaleco na mão. Ele vestiu e saíram os dois juntos da sala. Quando passavam pelo corredor o médico estava informando aos seguranças da garota sua situação.
“Quem são eles?”
“ Os seguranças que o advogado dela contratou. Para fazê-los se afastar, quando você estava chegado. Disse que iria banhá-la. Todo dia nessa hora eles se afastam e demoram cerca de meia hora para voltar”.
“Entendi.”,
Desceram a escada de emergência para não chamarem a atenção. Ao chegar no estacionamento ele entrou no carro. Daniel pegou um pacote de papel amarelo e entregou a Dione. Depois a porta do carro se fechou e ele partiu em seu BMW negro, o carro entrou na Mansão.
A velha governanta de cabelos prateados, segurando um guarda-chuva preto à moda antiga, caminhou do pátio da mansão. Caminhou até a ponta do carro.
“Como aquela mulher está?”
Os olhos frios da mãe de Adriana atingiram diretamente os dele.
“Praticamente morta”. Respondeu Daniel.
Pelo que disse o médico será uma morta viva. Não irá acordar do coma, mais. A mulher vestida de preto. Assentiu.
“É o que ela merece. Machucou minha pobre filha, que tinha tanta vida pela frente. Agora está morta e sem futuro. Espero que ela tenha um destino pior que a morte”.
O jovem foi para o segundo andar da mansão. O homem era esbelto, com ombros largos e quadris estreitos. Entrou no quarto, depois no banheiro, tirou o jaleco e jogo no lixo, tomou um banho, cobriu o corpo casualmente com um pijama de ceda preta, com os pés descalços, e o corpo alto ficou quieto diante das janelas francesas. Olhando para o exterior da mansão indiferentemente.
Pegou o celular e deu uma série de ordens ao seu assistente com uma cara indiferentes e com olhos frios:
“Avise a família Lima, se apoiar Jessica não haverá mais negócios com a minha empresa. Pode avisar, qualquer que estiver com ela vai levar a família a falência.
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