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Capa do romance A submissa- Comprada

A submissa- Comprada

"A SUBMISSA" "Chegou o dono da porra toda" Era assim que ele era conhecido o CEO herdeiro da maior vinícola da ESPANHA o comedor das mulheres mais cobiçadas e a filha da puta era orgulhoso por isso. Sua fama de garanhão! Para a família ele era o bom moço, aquele que faz tudo pela família. Mas que guardava um segredo a sete chaves do mundo seu harém de submissas. Com sua coleção de submissas ele queria mais para seu castelo ficar completo e dessa vez ele queria uma em especial: "A VIRGEM". Em uma busca incessante pela esposa perfeita ele conhece a linda e ingênua Melinda a garota pura que foi criada para ser esposa pela família tradicional da pequena aldeia de pescadores. Ele jogará sujo para ter essa linda garota em seu poder e assim a torná-la sua submissa perfeita. Ela cai em suas garras e acaba aceitando o casamento e para se vingar dela que não o aceita e o despreza ele a leva para viver com suas outras submissas e ali ela acaba se envolvendo no mundo bdsm e por amor. será que ela vai aceitar ser a sua submissa? "Ele tem a presa, ele tem o dinheiro e será que ele a terá?" "Ela queria um amor e encontrou um dominador"
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Capítulo 2

Melinda Keens

"Querido diário."

Hoje foi um dia difícil. Meu pai quer casar as minhas irmãs e eu ainda não posso. Ainda bem que eu não quero um marido qualquer. Quero um príncipe que chegue em um cavalo branco e um belo sorriso. Será que existe?

Bem se existir eu já faço o meu pedido. Imagino as minhas irmãs com aqueles velhos barrigudos. Ecaaa ... tô fora.

Enquanto não chega o meu dia eu sigo aqui sonhando com ele. E se não for pedir muito que ele seja forte, cabelos negros e claro um par de olhos pretos.

"Imagina que será perfeito". Rsrsrsrs.

Não sonhe menina pelos homens que têm vindo conhecer as minhas irmãs. São os piores.

— Melinda está na hora que Monroe está chegando.

Mas um dos pretendentes das minhas irmãs. Eu odeio o meu pai por isso e por ser tão quadrado.

— Melinda o papai está bravo, ele acabou de chegar. Por que, não é uma boa filha e obedece? Ela gritava era a mais velha chata.

— Maria eles precisam conhecer vocês e não eu. Me cansa essa palhaçada e como se fossem mercadoria.

— Precisamos fazer isso pela família.

— Eu não sou mercadoria para ser vendida.

— Ele não está nos vendendo e sim não tirando da falência. Míriam teve que largar a faculdade.

— E eu larguei meu curso. Mas não acho certo eu ser vendida para ajudar a família e ele gastou tudo em jogo.

Eu já estava pronta para correr, eu não ia descer e fazer o papel de ridícula de novo. Esse já era o sexto pretendente.

Eu ainda olho pela janela e eu ia ter que fugir de novo era sempre assim. Eu olhei e ela fazia careta e gritava.

— Não se atreva Melinda.

Eu sabia ser a única saída e eu estava cansada dessa palhaçada e não vou deixar ninguém me usar. E muito menos manda em minha vida. Eu pulo a janela como todo fim de tarde a procura do meu príncipe encantado.

Matteo Salvatore Glay

As luzes da cidade trazem paz aos olhares e o coração está cheio de raiva. Ser o único filho homem de uma família como a minha cheia de regras. E mais uma vez estou de frente a minha família e aquelas comemorações chatas e que todo ano são as mesmas perguntas.

"Cadê a noiva e os netos? Afff que chatice.

— Parabéns, mamãe por aguentar o meu pai. E uma guerreira.

— Matteo, meu filho, julguei que não viesse. Ela me abraça e todo ano ela diz isso. — Veja que ele já bebeu todas hoje.

— Eu só passei para lhe dar um beijo e eu tenho uma reunião cedo.

- Então, por que não dorme aqui hoje?

— Porque não posso ser mamãe. Mas vamos ao jantar e a Molly já chegou?

— Estão na sala. Mas filho, por favor não brigue com seu pai hoje.

- Está atrasado Matteo sabe que odeio atrasos.

— Eu tinha um compromisso.

— Com qual das suas mulheres? Porque sei que tem várias.

— Não comece pai. Mas sim tenho algumas.

— Vamos aproveitar que os dois estão aqui, vou deixar claro para os dois. Eu respirei fundo, já ia começar o sermão. — Os dois só vão herdar as empresas se casarem e terem filhos.

— Isso já não existe mais pai e coisa do passado obrigar os filhos se casarem.

— Porque não quer casar e gay ? Ele se levanta bravo, é o pior dos homens autoritário e grosso diz coisas horríveis. — Não se atreva Matteo eu mato você com as minhas próprias mãos.

— Chega. Minha grita. — Hoje é dia de comemorar.

— Eu digo quando chega Magnólia. E quanto a você Matteo tem um ano para se tornar um homem de verdade com uma linda mulher. Eu a quero sentada aqui na minha frente.

— Chega desse inferno. Eu ia saindo, eu já não aguentava mais aquele jantar. — Que se dane tudo isso. Eu grito.

— Então dê adeus a vida boa. Eu vou tirar tudo que você tem.

Eu volto e olho para a minha mãe estava triste e quase chorando e eu sabia que não ia dar certa essa merda de jantar.

— E se eu fizer o que você quer? Ele parou e virou o vinho.

— Será meu único herdeiro e ainda lhe dou a presidência. Ele dá o copo na mão da minha mãe— E quanto a você Molly eu já tenho seu futuro marido.

— Não mesmo pai. O que deu em você?

— Chega já dei meu recado. Então resolva logo, porque senão eu doo todo o dinheiro e deixo vocês na miséria.

Eu saí sem olhar para trás eu já estava cansado disso eu precisava arrancar essa adrenalina.

— Guardião para o castelo.

— Mas o senhor tem uma reunião cedo.

— Mande o Pierre. Afinal ele é o advogado da família.

— E seu meio-irmão.

— Não é meu irmão e adotado aquele maldito puxa saco.

Não demorei a chegar no meu paraíso, o meu esconderijo e aqui eu podia ser o que eu quisesse e mostrar quem sou. Me escondo nesse castelo e sei que se o mundo descobrir eu estou ferrado.

— Cruela elas já estão prontas?

— Sim senhor à sua espera.

— Pode ir para cama e obrigado. E você também guardião.

Era o meu momento, eu queria arrancar de mim a dor. Eu precisava ser eu mesmo. E ali eu colocava para fora aquilo que não me deixava ser o Glay que todos conheciam e sim aquele banana do Matteo.

— Meus bebês. Eu me aproximo da masmorra e lá estavam elas lindas e nuas. E o melhor à minha espera.

Já de joelhos era a visão do paraíso me aproximo pronto para mais uma noite de orgasmo. Seguro meus chicotes e puxo as correntes colocando as de pé.

— Lindas, meus bebês. Eu me aproximo e passo os dedos sobre a pele e beijo os lábios uma de cada vez e adoro essa festinha em família. — Prontas?

Ela apenas balança a cabeça, afinal estavam amordaçadas e eu adoro essa parte. Já puxou as correntes deixando as penduradas no teto e coloco a minha música favorita do "Akon" e ouço apenas os gemidos abafados e os barulhos das correntes ao balançar e os chicotes na pele de cada uma.

Um...

Duas...

Três e no quarto eu ouço súplicas... Elas eram as melhores, eu sinto a pele umedecer e desço as correntes e as dobradiças se abrem e eu respiro tomando o meu uísque e as deixo livre para o nosso prazer e eu tinha o dia de festinha com elas e o meu dia de ser aquele egoísta.

— Sem gozar bebês. Sentado em meu trono. Completamente nu e elas se rastejam até mim.

— Cadelinhas... Permissão para me tocar e me dar prazer.

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