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A Memória do CEO

Na infância, o humilde Evandro saltava muros para visitar Paola, uma menina com leucemia. Após um acidente grave, eles perderam o contato. Anos depois, ele ressurge como Evan, um poderoso CEO bilionário que fundou um hospital oncológico em memória dela. Lá, ele reencontra Paola como médica residente, mas ela não se lembra do passado e ama o Dr. Alessandro, amigo de Evan. Agora, o empresário fará de tudo para reconquistar o coração da mulher que nunca esqueceu.
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Capítulo 2

Abro os olhos e me vejo numa cama de hospital. Olho para o lado, Alessandro está cantarolando enquanto mexe em um tablet.

— O… O que houve comigo? — Sinto minha cabeça latejar.

— A princesa acordou? — Ele sorri e me dá um copo com água. Bebo a água e o agradeço. — Descansa um pouco que depois eu conto tudo.

Alguém bate na porta e em seguida entra. É a Paola. Sorrio, mas ela não sorri para mim.

— Quero conversar com você, Paola.

— Eu… — Ela dá um passo para trás e olha para o Alê.

Alessandro toca no meu ombro e diz:

— Você abraçou minha residente sem mais nem menos e agora quer que ela converse com você? Acha que ela se sentirá confortável? Além disso, você acha que a mãe dela vai deixar? Uma paulada não foi o suficiente? Janaína vai ter que dar outra?

— O quê? — Toco na minha cabeça. Sinto a textura de um tecido nela, está enfaixada.

Dona Janaína envelheceu e virou um espírito obsessor. Velha doente!

— Você não lembra de mim, Paola? — Sento na cama.

— Eu nunca te vi antes, senhor. 

— Sou eu, o Evandro. Seu amigo de infância.

— Senhor, isso é loucura. — Ela encolhe os ombros. 

Janaína abre a porta do quarto causando um grande barulho e pega Paola pelo braço. 

— O que veio fazer aqui, sua desmiolada? — Ela olha para mim enquanto retira Paola do quarto. 

Levanto-me da maca e vou atrás delas. Minha visão escurece e me sinto tonto. Apoio-me na parede e grito pela Paola.

Aperto meus olhos e respiro fundo. Aos poucos sinto a tontura ir embora e abro os olhos, vendo Paola na minha frente.

— Sinto muito, senhor, mas eu não sou a Paola que você procura. Não é, mãe? — Ela olha para o lado.

— Isso mesmo. — Ela me lança um olhar feroz. — Paola nunca teve um amigo chamado Evan ou Evandro. 

— Senhor, minha mãe não mentiria, muito menos eu. Peço perdão pela forma que ela agiu e espero que possamos esquecer esse ocorrido.

Elas vão embora, mais uma vez, e Alê me diz enquanto me leva de volta para o quarto:

— Sinto muito, amigo, mas essa não é a Paola que você procura.

— Elas só não se lembram de mim. — Sento na cama.

Ele suspira. Deveria acreditar em mim. Já contei sobre toda a história da minha infância com a Paola. Como ele não me contou antes que a Paola estava aqui?

— Queria me esconder a Paola?

— De forma alguma. Mas repito que a minha residente não é a sua amiga Paola. Olha, eu até cheguei a pensar que era quando ela chegou aqui, investiguei um pouco mais sobre ela e descobri que minha Paola…

— Sua Paola? — Arqueio uma sobrancelha.

— Minha RESIDENTE, Paola, é filha de um advogado. Sua amiga não tinha pai, certo?

— Sei lá. Nunca vi homem naquela casa. — Passo a mão no rosto e bufo. Não tem como eu lembrar de tudo o que acontecia quando ia para a casa dela.

— Bom, Paola Silveira tem um pai e ele é presente na vida dela. Já vi até fotos dos dois juntos na infância dela. 

— Seu idiota… É coincidência demais ela se chamar Paola e ter uma mãe chamada Janaína.

Deito novamente na maca e fecho os olhos. É a Paola, eu tenho certeza disso, e ela se tornou uma mulher tão linda. Paola, Paola, Paola… Você faz meu coração palpitar como nenhuma mulher já fez e eu praticamente nem te conheço, afinal, a Paola menina e a Paola Mulher são duas pessoas completamente diferentes…

Abro os olhos. Ainda estou no hospital. Pela janela, vejo que já está de noite. Tiro a roupa hospitalar e coloco a minha. Pego o resto dos meus pertences, coloco nos meus bolsos e saio do quarto indo em direção à sala do Alessandro.

Cumprimento todos enquanto ando pelos corredores e bato na porta com o nome do Alê. Ele não me atende, mas sei que está aí ao ouvir um barulho.

Abro a porta e me deparo com papéis, canetas… Quase tudo da sua mesa está no chão. Aproximo-me mais da mesa e vejo um celular aberto em cima. É uma conversa entre ele e a Paola. Pego o celular e leio as mensagens:

"Quero te ver. Tenho uma surpresa para você. Posso ir aí?", ela perguntou.

"Vem rápido!", ele respondeu e mandou a foto do seu pau duro.

Olho as mensagens antigas e vejo uma foto dela de roupa íntima. Sutiã e calcinha vermelha, de renda. O mais impressionante é que ela tirou essa foto no hospital, vestida com o jaleco.

Sinto um volume se formar na minha cueca ao começar a ouvir gemidos na porta ao lado, onde fica o banheiro dele. Ela geme sem pudor, mostrando o quanto está gostando.

Imagino ela comigo, usando aquela lingerie vermelha. Eu só afastaria aquela calcinha para o lado e meteria nela com força, sem dó, sem camisinha, ouvindo os seus gemidos sem pudor.

Olho mais as mensagens e encontro um vídeo dela se masturbando com os dedos. Sua buceta é uma delícia, faz meu pau pulsar e minha boca salivar. Paola, Paola… Agora nem a doida da sua mãe vai me impedir de ter você só para mim.

— Você vai me querer — sussurro e olho para a porta do banheiro, ainda pensando na nossa futura foda. — Aproveita agora o Alessandro, porque, depois de hoje, você vai me desejar como nunca desejou ninguém.

Sorrio de lado e deixo o celular como havia o encontrado. Saio do hospital e vou para a minha casa. Retiro a roupa, vou para o banheiro e me olho no espelho. Começo a me masturbar pensando nela com a boca no meu pau, chupando com vontade, com desejo e engolindo meu gozo.

Arfo ao sentir o líquido escorrer pela minha mão e sorrio pensando no rosto safado dela lambendo a ponta do meu pau, passando a língua pelo meu abdômen até alcançar meu pescoço, mordê-lo e sussurrar no meu ouvido pedindo para eu fazê-la gozar também.

— Paola, vou ter mesmo que te roubar do meu amigo? — Sorrio de lado e dou um riso. Não vou sentir culpa alguma ao fazer isso.

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