Capa do romance A Governanta dos filhos do CEO

A Governanta dos filhos do CEO

8.9 / 10.0
Rejeitada pelo pai e vítima de uma armadilha cruel da irmã, Lucia enfrentou o trauma de perder um filho e o isolamento em um hospital psiquiátrico. Sem memórias, ela tenta reconstruir sua vida com o apoio de um amigo fiel. Tudo muda ao aceitar o cargo de governanta para os filhos de um CEO, desenvolvendo um laço maternal inexplicável com os pequenos. Enquanto a afeição cresce, lembranças do passado retornam, revelando segredos sombrios sobre sua própria história.

A Governanta dos filhos do CEO Capítulo 1

Cap.1

Mansão dos Hortêncio, um dia antes do baile no palace hotel, sr. Hortêncio pai de aria, está planejando algo sombrio em que envolve as suas duas filhas, a mais nova lúcia, filha de sua amante cujo qual havia falecido no parto e deixado a menina sobre a custódia dele, mas como já esperado um homem casado com uma criança fruto de uma traição nunca seria bem-visto, lúcia mesmo sendo biológica é tratada como filha adotiva, sr. Hortêncio nunca teve afeto pela menina, que crescia linda, saudável, gentil e inteligente, mas hoje o Sr.Hortêncio tinha um plano perverso incluindo Lúcia que não passava de uma moça ingênua e pura.

— Tudo que você tem que fazer é fazer o príncipe das empresas gincol beber isso e ele vai ficar quente o suficiente para não resistir. — contava ele entregando um pequeno recipiente com um pó afrodisíaco.

— e o que vamos fazer com aquele gerente gordo? Eu não vou me deitar com ele — diz aria, uma moca de 25 anos de personalidade forte e arrogante, cabelo negro longo ate o meio da coluna, olhos claros cor acinzentado, pele um pouco palida que fazia seu batom rosado se destacar.

— já sabe o que fazer, você tem que drogar a sua irmã e antes e mandá-la para o quarto do gerente ham, ele queria você, mas eu fui mais esperto — disse enquanto aria fazia cara de nojo só de imaginar. — você vai levar lúcia com você e deixá-la no quarto desse homem, basta lhe dar um pouco desse pó, aquele velho gordo pervertido sem escrúpulos fará o resto, nunca vi uma mulher pura chegar em suas mãos e permanecer assim

— Que maldade com a Lúcia, papai — riu ela sem se importar.

— ela tem que servir para algo, já que aquela mulher só a trouxe ao mundo para acabar com meu casamento, mas graças a deus ela morreu na sua tentativa e agora é hora de usar isso ao nosso favor.

A noite do baile, já estava tudo pronto. Aria mandou o vestido mais elegante para o quarto de sua irmã Lúcia que nem mesmo esperava que teria que ir nesse evento tão importante.

Vestiu-se e ficou estupefata com o vestido azul marinho cheio de brilho, o mesmo descia colado ao seu corpo até os joelhos, formando uma calda dos joelhos até seus pés, decote V e sem alça, e um colar de rubi para completar, lúcia tem em torno de 1,70 de altura, uma moça radiante de beleza, rosto delicado, olhos castanhos, seus cabelos ondulados, longo são um pouco maiores que o da sua irmã Aria, na cor castanho também que brilhava como se fosse dourados, sua pele macia e perfeita a isentava de qualquer maquiagem, porém naquele dia ela usou algo discreto para, um batom nude, blush e rímel.

Seguiu com a sua irmã aria na limousine da família, Ambas não tinham muito o costume de conversar, mas naquela noite aria estava divertida falando sobre os homens bonitos que estariam por lá.

— Não pretendo conhecer ninguém, nem mesmo sei o porquê de está indo até essa festa — comenta Lúcia, encolhida apoiada sobre a janela olhando as luzes de cidade de Washington.

— Você deveria repensar, quanto mais velha vai ficando mais difícil são os pretendentes

— não vejo você com esses problemas

— Está falando de mim, não importa a minha idade os homens estarão sempre aos meus pés — diz com arrogância.

Assim que chegaram na festa elas chamaram bastante atenção, ainda assim Lúcia se destacava mais que sua irmã e isso a deixava furiosa, ao mesmo tempo que também se contentava ao saber que logo, logo ela iria ter a pior experiência da vida dela.

Até mesmo o renomado CEO Alexandre gincoln havia se atraído pela sua beleza, ainda assim a menina tímida não olhava para nenhum homem até encontrar os olhos daquele homem que o admirava.

— aqui — ouviu sua irmã a oferecendo um copo tirando sua atenção de Alessandro que havia pego mais uma taça na bandeja do garçom que havia sido pago para o drogar.

Aria ficou observando discretamente até que ele deixou o salão e seguiu para o andar dos quartos, Lúcia bebericava seu corpo até se sentir mal, Aria olhava o celular, inúmeras vezes até chegar a mensagem do gerente que ela levaria aria.

/Onde está a garota que você prometeu, já estou ficando impaciente

Dizia na mensagem.

— Aria… não estou me sentindo muito bem — avisa Lúcia colocando a mão sobre a têmpora testando sua temperatura.

— fique tranquila, eu vou te levar para cima, esse ambiente hostil, você não está acostumada a andar em lugares assim. — diz dramática levando sua irmã que cambaleia.

Seguem por um corredor cheio de quarto, ela sabia que em um desses quartos estava o velho asqueroso para quem ela jogaria sua irmã.

— para onde está me levando? — Pergunta enquanto aria a puxa agressivamente e impaciente louca para ir ao quarto de Alessandro.

— Não se preocupe, você precisa descansar — dizia segurando o riso, procurava o número do quarto, porta 50, assim que encontrou, abriu o suficiente para jogar a sua irmã que caiu de barriga no chão, atordoada.

— sabia que viria alguém aqui, típico de aproveitadores que pensam que podem conseguir alguma coisa de mim jogando qualquer rapariga em minha cama — ela ouviu uma voz e viu um corpo semi nu na penumbra, porém não reconhecia, mas a silhueta desenhada pela discreta luz mostrava um homem forte e alto de corpo perfeitamente esculpido em meio aquela camisa aberta e cinto pendurado em sua calça com o botão aberto revelando a barra de sua peça íntima, Lúcia recuou envergonhada com a situação.

— Me desculpe, eu entrei aqui por engano — se explicou sentindo as pernas falharem ao tentar andar até a porta.

— Por engano? Que desculpa é essa agora? — perguntou segurando em um de seus braços.

— me solte! Como eu disse foi por engano! — brada tentando se livrar, mas desequilibra e sente aquele homem a segurar firme por trás.

— Parece que me mandaram uma atriz dessa vez, o que você quer em troca? — perguntou a abraçando eu seu nariz encostou no seu cabelo e seu cheiro delicado e a sensação de sua pele macia do braço dela em sua pele aquilo acabou despertando seus desejos mais selvagens, enquanto ela se via ainda mais sem forças para lutar.

Lúcia se viu presa de uma forma covarde sem direito de luta, foi jogada sobre a cama e sem nenhuma delicadeza teve sua honra tirada, seus gritos não poderiam ser ouvidos naquele corredor, já que o andar havia sido todo reservado a apenas uma pessoa.

Aria seguia para o quarto que supostamente pensava ser de Alessandro e se arrependeu friamente, não foi muito diferente do que sua irmã passou, teve a pior noite de sua vida com aquele homem asqueroso que a prendeu em seus braços até o amanhecer, nem mesmo dormiu chorando de raiva pensando em como pode ter trocado os quartos, porém a verdade é que os seguranças haviam trocado Alessandro de quarto por medida de seguranças e como aquele andar estava todo reservado pelo gerente, ele mesmo trocou de quarto com ele de forma voluntária já que era o CEO da empresa que ele trabalha.

Aria acordou com o corpo todo dolorido, recolheu suas roupas, enojada.

— pensei que o trato era uma moça virgem — ouve o homem comentar.

— seu desgraçado! — grita aborrecida.

— você é uma vadia como se atreve a me enganar, não foi isso que eu negociei, avisei a seu pai, todo mundo sabe que você não é virgem, saiba que não tem mais acordo de contrato, mas para não dizer que sou ingrato, seus serviços foram pagos — diz tirando alguns dólares da carteira jogado em sua cara em seguida deixando ela sozinha no quarto.

Ainda era cinco horas da manhã, então se vestiu chutando todas aquelas notas para longe e correu até o andar de baixo torcendo para que sua irmã não tivesse se deitado com Alessandro.

Mas antes mesmo que pudesse entrar a sua irmã saiu do quarto cambaleando e chorando.

— o que aconteceu? — perguntou de forma rude.

— abusaram de mim… — conta em lágrimas.

— abusaram? — perguntou com ironia e a menina ingênua confirma com a cabeça, mas tudo que recebe é um tapa no lado esquerdo de sua face. — eu vou contar ao papai o tipo de mulher imunda que você é — asseverou sem gritar.

— mas eu não tive culpa… foi você, você armou para mim, não foi? Eu nunca te fiz nada

— Lúcia, você foi um erro que nunca deveria ter existido nessa terra, filha da amante de meu pai, nem ele gosta de você, deveria ir viver com sua avó naquele lixo de lugar que ela vive.

— você é um monstro! — diz enraivecida seguindo seu caminho, enquanto aria rir.

Em seguida entra no quarto e ainda encontra Alessandro dormindo, apesar de comemorar a sorte enquanto se despia, percebeu as manchas de sangue nos lençóis, sorriu com a situação porque poderia fingir que era virgem, Alessandro raramente ficava no país e muito pouco ligava para a vida dos outros, nem mesmo sabia quem era, então depois que terminou de se despir se deitou calmamente de seu lado e fingiu dormir.

Assim que ele acordou levou um susto ao encontrar ela de seu lado, a acusou, mas quando viu o sangue nos lençóis acabou cedendo a culpa, enquanto ela se vitimiza dizendo que o quarto que ele estava era o quarto errado e ele se lembrava qual era o quarto que ele tinha reservado e realmente não era aquele e por isso acreditou que havia abusado de uma garota pura, que havia abusado exatamente da aria.

Mesmo não sentindo nada por ela e nem mesmo reconhecendo direito como aquela que ele ficou durante a noite, ele lhe deu um cartão e pegou seu número a fim de evitar um escândalo.

Lúcia chegou em casa arrasada, se trancou no quarto e não saiu por todo o dia, enquanto aria comemorava, naquele mesmo dia eles esperariam Alessandro para uma reunião.

— perdemos um contrato, mas vamos ganhar um casamento — comemora o pai de aria.

— sim papai — cantarolou empolgada.

— e sua irmã, como está?

— arrasada, como estaria após perder sua honra com um velho ordinário que não quis pagar o preço justo

— tudo bem, vamos esquecer esse velho, o importante é que a minha princesa ganhou pensão vitalícia do homem mais rico da cidade.

— onde está a mamãe, preciso contar

— no spa, hoje é o dia de beleza dela, você sabe

— ohm… ela quase nunca participa dos nossos planos — resmunga.

— Não se preocupe com sua mãe, ela não gosta de ficar em casa por causa de lúcia

— Quando vamos nos livrar dela de uma vez?

— logo, já que a mesma nem conseguiu cumprir a única missão que tinha, é uma inútil

Pela tarde quando Alessandro chegou conversaram no escritório e ele havia tomado uma decisão importante naquele mesmo dia que levou o contrato de casamento.

— tomei uma decisão em relação a esse casamento

— uma pergunta antes — protestou o senhor Hortencio. — porque na data de casamento está a dois dias atrás?

— Porque ontem aconteceu um imprevisto, eu fui drogado por alguém e sua filha estava no mesmo quarto que eu, a data do casamento marcado dois dias antes do acontecimento é para abafar qualquer escândalo que vocês pensem em fazer, porque não pretendo me manter casado muito tempo.

— Já pensou no caso da minha filha estar grávida? — protestou aborrecido.

— Então eu não me separarei, mas se não esse casamento some da mesma forma que sumiu e a data me protege de qualquer ameaça de abuso desde que naquela noite eu estava tendo um momento com a minha esposa

Aria apertou os punhos ao mesmo tempo que sentia receio, sabia que não estava grávida ainda mais do príncipe, agora teria que arrumar um jeito e torcer para que não estivesse grávida daquele homem asqueroso.

Aria conversou com sua mãe o que de verdade havia ocorrido, então esperou passar o tempo para descobrir se lúcia estava grávida e logo já tinham a gravidez confirmada

Mas a isolaram nem mesmo deixaram saber o sexo da criança passando seus piores dias isolada na mansão de seu pai.

Mas ninguém esperava que as duas fossem entrar em trabalho de parto no mesmo dia, e a sra hortencio já tinha armado todo o plano.

Aria teve seu bebe, mas havia algo errado e todos ficaram chocados, a criança havia nascido sem vida, e Lúcia havia dado a luz a gêmeos e as crianças haviam nascido saudáveis então a sua madrasta trocou as crianças, pegou os gêmeos dando a sua filha e deixando o bebe morto para a menina que estava inconsciente.

Quando Lúcia acordou ficou louca com a notícia que seu bebe estava morto, até mesmo viu o corpo da criança e pode comprovar que ele estava morto.

Quando teve alta ainda conseguiu ver sua irmã com seus gêmeos e a dor em seu peito era tão grande que aquela cena só piorou, ela havia recordado que havia tido gêmeos, mas foi dada como louca pelos enfermeiros que haviam sido pagos.

Lúcia foi levada para a mansão de seus pais e Ária foi para a casa de seu marido enquanto saía dos testes de paternidade.

Óbvio que foi confirmada, porém na mansão Lúcia estava sendo maltratada e estava administrando remédios que estavam a enlouquecendo.

— talvez seja melhor mandá-la para um hospital psiquiátrico — sugere a madrasta, então eles decidem juntos mandar lúcia para o hospital, onde ficou internada por quase um ano, a madrasta pagou para continuarem a enlouquecendo até que ela perdeu completamente a memória, nem mesmo se lembrava que havia tido algum filho.

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