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A Gordinha dos Militares

Eliz aceita um casamento de fachada para resgatar as finanças da família, mas seus planos são interrompidos no altar. Ela acaba sequestrada por Esdra, Eliel e Enos, três militares obcecados por suas curvas. Decididos a impedir a união a qualquer custo, o trio está disposto a mantê-la em cárcere até que ela aceite que seu destino pertence a eles. Agora, a jovem enfrenta uma intensa perseguição e o desejo possessivo de seus captores.
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Capítulo 3

ELIZ HANT

Subi de volta para meu quarto e tomei um banho frio. Ficar perto daqueles três era uma tortura: eu os queria, e resistir estava se tornando impossível.

Vesti um vestido branco de alças finas, leve, sem sutiã, não dava para usar com ele mesmo, e calcei chinelos da mesma cor. Impressionante como até o número que eu calçava eles sabiam. Ajeitei os cabelos e desci.

O aroma do café já dominava o ambiente, forte e delicioso.

Levei um susto quando fui erguida por trás. Não ouvi ninguém se aproximar. Ouvi a risada de Eliel:

- Minha baixinha abusada, linda. - Ele disse, beijando meu pescoço e rosto várias vezes. Sorri sem querer.

- Parem de me levantar toda hora. Sou pesada. - Reclamei, vendo os três se entreolharem.

- Você não é pesada. E mesmo que fosse, somos fortes o suficiente para levantar a nossa garota. - Respondeu Esdra.

- Sou pesada, sim. Não sou magrinha como as garotas com quem devem estar acostumados a sair.

- Estamos acostumados a sair com você. Há anos você nos enrola. Você é perfeita para nós. Cada curva, cada parte do seu corpo é perfeito. - Eliel falou, apertando minha bunda com suas mãos enormes.

Acabei sorrindo para ele e o beijei de leve. Aquele safado me beijou com paixão, levantando meu vestido e exibindo minha bunda para os irmãos. Ouvi os gemidos deles, enquanto Eliel me arrasou com seu beijo delicioso. Todos eles tinham um beijo que me deixava louca, impossível não ficar molhada.

- Quer nos dar nosso café da manhã, amor?

Senti Enos encostar seu corpo no meu, encaixando seu pau já duro na minha bunda.

- Quero dar, vocês querem comer?

Indaguei provocativa, sentindo minha calcinha ser rasgada de novo por Enos.

- O que tem contra calcinhas, Enos?

- Quando elas estão atrapalhando algo que quero mais que qualquer coisa neste mundo, tenho tudo contra.

Ele falou, levando a mão até o centro das minhas pernas, me fazendo gemer alto.

- Diz que nos quer, baixinha. Por favor, acaba com nossa tortura. - Eliel implorou.

- Eu quero vocês, quero muito.

Confessei quando Esdra se aproximou pela minha lateral, me tomando em um delicioso beijo.

- Então diz que é nossa. - Enos pediu, me dedilhando com uma habilidade que me fez contorcer em seus dedos.

- Sou de vocês. Merda, sou de vocês.

O gemido que os três deixaram escapar me deixou ainda mais excitada.

- Porra, Eliz, como esperamos para ouvir isso.

Enos se ajoelhou e sua boca encontrou minha boceta, me fazendo cravar as unhas nas costas de Eliel, que sorriu.

- Está gostando, gatinha selvagem? Está gostando da boca do meu irmão na sua boceta?

Ele dizia, me segurando e abrindo bem minha bunda para que Enos continuasse me enlouquecendo com a língua voraz.

- Estou adorando...

Beijei Esdra, que levou a mão até meu seio, brincando com o mamilo já duro.

- Vamos para o quarto, amor. Vamos te foder e não espere gentileza, você nos enrolou por anos. Vamos te foder com toda a vontade acumulada que estamos sentindo.

Esdra falou categórico, como sempre. Um frio percorreu minha espinha, mas não era por algo ruim, era pelo tesão e pela expectativa de ser macetada por esses três. Talvez, eu nem sobrevivesse, mas iria morrer feliz. Morrer pelos paus dos meus tratores gostosos.

Fui levada para o andar de cima. Não me sentia bem com Eliel me carregando, sei que sou pesada. Meu ex fazia questão de deixar bem claro isso. Não tinha autoestima baixa, mas sabia das minhas limitações e do meu corpo.

Praticamente fui jogada na cama enquanto os três tiravam as roupas, com uma pressa impressionante.

Assim que ficaram nus, a cama foi tomada por aqueles três gigantes.

Eliel sorriu para mim. Seu rosto, seus ângulos e as lindas covinhas nas laterais eram um convite irresistível ao pecado. Seus cabelos levemente ondulados, caindo sobre a testa e quase alcançando os olhos, lhe davam um ar de garoto levado. Tão lindo.

- Estou muito ansioso para foder sua boceta, amor.

Eliel puxou minhas pernas sem nenhum cuidado, abrindo-as o máximo que pôde.

- Porra, que boceta linda do caralho. - Ele falou, olhando direto para o centro.

- E deliciosa, simplesmente deliciosa.

Enos se inclinou até minha boceta, antes que Eliel fizesse qualquer coisa. O estalo da sua boca sendo arrancada das minhas pernas foi alto, quando Eliel o puxou pelo pé, fazendo-o cair da cama.

- Larga a mão de ser fominha. Já provou, agora é minha vez.

Ele disse, e Esdra se pôs entre minhas pernas. Eliel grunhiu.

- Agora é minha vez.

Disse, antes de tomar-me com a boca. Meu gemido saiu alto, e sua língua voraz explorava meu clitóris com mestria. Meu corpo estremecia. Sentia-me queimar de tanto desejo.

- Porra, que boceta gostosa.

Esdra falou, e logo voltou a me chupar. Sua língua me explorava com uma avidez sensacional. Aquilo era gostoso demais.

- Essa bocetinha linda vai estar bem cansada pela manhã. - Eliel disse, tocando meu clitóris.

- Pela manhã? Ainda é de manhã... - Falei, num gemido. Eles riram com malícia.

- Não vai sair mais dessa cama por hoje, meu amor. - Enos determinou.

- Vou precisar comer. - Brinquei com a voz rouca de tanto que gemia.

- Vai estar bem alimentada de pau e porra.

Enos disse sorrindo com aquele ar de malícia que ele tinha. Sempre safado, tentando me tocar, tirar minha roupa. Até tinha medo do que ele faria quando estivesse dentro de mim, sedento do jeito que estava. Me sentia até um pouco temerosa.

Ele veio e já rasgou meu vestido. Como podia não ter nenhuma paciência para tirar ao invés de rasgar?

- Enos, amei esse vestido. - Protestei, segurando os cabelos de Esdra e puxando-o para o centro das minhas pernas, cada vez mais.

- Compro quantos vestidos você quiser, meu amor, mas nenhum pano vai me separar de você hoje.

ELIEL:

Era extremamente delicioso estar com nossa baixinha. Caralho, tanto tempo apenas correndo atrás dessa gostosa. Agora, finalmente, iríamos fodê-la, torná-la nossa.

- Esdra, já ficou tempo demais aí, porra. Me deixa provar nossa boceta também. - Reclamei, ao ver meu irmão até revirar os olhos, apreciando aquela delícia.

- Nossa? - Eliz repetiu, me olhando. Lancei lhe um sorriso e beijei sua boca.

- Nossa. Você é nossa. Sua boceta é nossa, essa bunda linda é nossa. Tudo é nosso.

Falei, levando minha boca até um dos seus seios. Tão deliciosos que passaria o dia mamando aquelas delícias.

- Agora é sua vez de provar meu pau, amor. - Disse Enos, colocando-se perto do rosto da nossa baixinha.

Ela arregalou um pouco os olhos ao se deparar com o pau de Enos tão próximo. Acho que o tamanho a assustou. Tínhamos paus relativamente grandes. Pelo menos eu achava o meu grande, não sabia dos meus irmãos, mas não me importava. Apesar de termos quase o mesmo tamanho.

- E isso cabe na boca de alguém? - ela indagou.

Enos sorriu, passando o pau pelos lábios dela, que soltou um gemido por um momento.

- Vai caber na sua, amor. - Ele disse.

Ela ainda parecia apreensiva. Enos segurou seus cabelos, levantando um pouco sua cabeça.

- Abre a boca, minha linda.

Ele ordenou e Eliz obedeceu. Ele novamente passou a cabeça do pau em seus lábios.

- Use essa língua saborosa para lamber meu pau, minha gostosa.

Eliz colocou a língua para fora, passando levemente pela cabeça do pau de Enos. Ela é gostosa pra caralho. Eu mal via a hora de ser o próximo, de ter o meu pau em sua garganta.

Sem aguentar mais, segurei a cintura de Eliz, puxando-a para o meu lado, fazendo Esdra soltá-la. Coloquei-me entre suas pernas. Ele resmungou, mas ninguém me tiraria dali, de entre aquelas pernas. Não mesmo.

- Idiota.

Ele continuou a resmungar, mas não me importei. Só aquele sabor me interessava. Só aquela boceta ensopada que eu queria.

- Porra, baixinha, tão saborosa.

Meu corpo se arrepiou com o contato que eu tanto esperava. Seu sabor invadiu minha boca como uma onda de prazer indescritível. Eu imaginava que seria a mais gostosa que já tinha provado na vida, mas não tanto. Porra, é deliciosa. Viciante. Eu não conseguiria mais ficar sem. Nunca mais ela se afastaria de nós. Agora que eu conhecia seu sabor, ela seria apenas nossa. E eu juro que mataria qualquer filho da puta que sequer ousasse imaginar aquele sabor perfeito.

- Eliel...

Seu gemido entrou nos meus ouvidos como uma música gostosa. Levei meus dedos até sua entrada. Eles deslizaram para dentro, sentindo sua carne se abrir.

- Caralho, está esmagando meus dedos... Imagina o meu pau. - Falei, alucinado de prazer, enquanto estocava tudo dentro da minha gostosa. Eliz gemeu alto.

- Se concentre no meu pau, minha linda. - Disse Enos, puxando-a para abocanhar seu pau. Eliz tentou engolir o máximo que pôde, e meu irmão gemeu, alucinado.

Voltei a me concentrar em sua delícia. Eu precisava sentir seu gozo, precisava sentir seu líquido na minha boca. Retirei meus dedos ensopados, chupei seu mel deles e levei minha boca até sua boceta.

Não demorou muito até que seu mel escorresse pela minha boca, fazendo-me gemer de satisfação. Caralho, ela é muito gostosa mesmo.

- Vou te foder, minha baixinha abusada.

Avisei, levantando meu corpo e me encaixando entre suas pernas. Eu precisava sentir meu pau abrindo aquela carne apertada, ou iria enlouquecer.

- O que está esperando, meu gostoso? - Eliz gemeu, me deixando louco.

Coloquei meu pau em sua entrada, deslizei a cabeça do clitóris até sua abertura, ouvindo os gemidos abafados dela pelo pau de Enos.

- Quer meu pau, baixinha?

Ela assentiu e Enos sorriu, tirando seu pau da boca dela.

- Responda, minha linha. Responda meu irmão.

Ela apenas sorriu. Esdra deu um tapa naquela bunda linda.

- Vamos, sua marrentinha. Você pode ser a abusada que for conosco, mas aqui na nossa cama, nós mandamos em você. Será sempre nossa putinha obediente.

Esdra falou. Eliz ainda gemia, e eu continuei a deslizar meu pau, forçando um pouco a entrada e depois subindo até seu clitóris.

- Não sou obediente. - Ela nos olhou desafiadoramente.

Esdra deu outro tapa em sua bunda.

- Vai aprender a ser, meu amor.

Ele então segurou os tornozelos de Eliz, abrindo suas pernas, quase levando-as até os lados do próprio rosto, e aquela visão quase me fazia gozar.

- Não vou pedir nada.

Que audaciosa, essa nossa baixinha. Estoquei apenas a cabeça do meu pau em sua boceta. Era uma tortura, para mim, fazer isso. Queria fodê-la de verdade, mas ela precisava de uma pequena lição.

- Se não pedir, não vai ter, amor.

Falei levando meus dedos até seu clitóris, dedilhando com suavidade.

- Quer? - Estoquei novamente a ponta da cabeça na sua entrada. Ela gritou de prazer.

- Quero!

- Então peça, amor. Peça, para mim, te foder.

Eliz levou as mãos até a minha cintura e tentou me puxar, querendo que meu pau entrasse. Enos segurou seus braços, colocando-os acima de sua cabeça, prendendo-a.

- Vamos, sua marrenta. Peça pelo pau de Eliel. - Enos disse.

- Você quer, amor? É só pedir.

Continuei a passar a cabeça por toda a extensão da sua boceta. Eliz estava pegando fogo ali embaixo, mas, como sempre, continuava sendo marrenta, totalmente louca.

- Podem parar, posso muito bem me tocar.

Ela nos provocou, Esdra beijou a sua boca, mordiscando levemente.

- Deixa ser marrentinha. Só peça e terá o pau do meu irmão fodendo essa boceta gostosa.

- Não vou pedir.

Não aguentei mais aquela tortura. Meu pau ansiava por ela, e acabei me enterrando de uma vez dentro dela. Eliz gritou, e nossos gemidos se misturaram. Caralho, era a melhor sensação do mundo aquela boceta quente esmagando meu pau.

- Como você é gostosa, Eliz. Porra, que delícia.

Meu gemido saía rouco e falhado. Nunca tinha sentido tanto prazer ao penetrar; ainda nem tinha começado a foder e já estava prestes a gozar. Porra, como ela podia ser tão gostosa?

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