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Capa do romance A Escrava Mais Odiada Do Rei

A Escrava Mais Odiada Do Rei

Há muito tempo, dois reinos conviviam em paz. O reino de Salem e o reino de Mombana... Tudo correu bem até o dia em que faleceu o rei de Mombana e um novo monarca assumiu, o príncipe Cone, que estava sempre sedento por mais e mais poder. Depois da sua coroação, ele atacou Salem. O ataque foi tão inesperado que Salem nunca se preparou para isso. Foram apanhados desprevenidos. O rei e a rainha foram assassinados, o príncipe foi levado para a escravidão. As pessoas de Salem que sobreviveram à guerra foram escravizadas, suas terras foram saqueadas, e suas esposas foram transformadas em escravas sexuais. Tudo foi perdido. O mal caiu sobre a terra de Salem na forma do príncipe Cone, e o príncipe de Salem, Lucien, na sua escravidão, estava cheio de tanta raiva que jurou vingança. *** *** Dez anos depois, Lucien, de 30 anos, e seu povo lançaram um golpe e escaparam da escravidão. Eles se esconderam e se recuperaram. Treinaram dia e noite sob a liderança do intrépido e frio Lucien, que foi impulsionado com tudo o que havia nele para recuperar sua terra e tomar a terra de Mombana também. Levou cinco anos até que eles armassem uma emboscada e atacassem Mombana. Mataram o príncipe Cone e reivindicaram tudo. Enquanto gritavam sua vitória, os homens de Lucien encontraram e imobilizaram a orgulhosa princesa de Mombana, Danika, filha do príncipe Cone. Enquanto Lucien olhava para ela com os olhos mais frios que alguém poderia possuir, sentiu a vitória pela primeira vez. Ele caminhou em direção à princesa com o colar de escravo que tinha sido forçado a usar por dez anos e com um movimento rápido, o amarrou ao pescoço dela. Então, ele inclinou o queixo dela para cima, olhando para os olhos mais azuis e o rosto mais bonito já criado, lhe deu um sorriso frio. "Você é minha aquisição. Minha escrava. Minha escrava sexual. Minha propriedade. Eu lhe pagarei por tudo o que você e seu pai fizeram comigo e com meu povo", disse ele secamente. O puro ódio, a frieza e a vitória era a única emoção no seu rosto.
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Capítulo 2

Danika foi finalmente tirada de sua cela, imediatamente após a visita do Rei. Ela viu novamente lugares diferentes de sua cela fria e árida, e isso fez com que se sentisse melhor.

Mas seu coração ainda acelerava toda vez que lembrava do motivo pelo qual foi tirada da cela pela primeira vez em uma semana.

Ela foi colocada em uma banheira e as criadas a banharam, assim como o Rei instruíra. Era irônico que as criadas dessem banho em uma escrava.

Porém, não tem nada de surpreendente no destino de uma escrava que vai parar na cama do Rei.

Ela foi banhada. E três criadas cuidaram dela. Uma delas, a mais velha, chamada Baski, era quem estava no comando.

Elas soltaram o cabelo dela e pentearam os fios emaranhados, deixando-o longo e encaracolado depois. As roupas com as quais a vestiram fizeram Danika se contrair.

Não cobriam quase nada e para ela, era o mesmo que estar nua. Vestia uma saia de couro vermelho que mal cobria seus quadris e a parte de cima, também de couro vermelho, cobria apenas seus mamilos, parando logo acima de sua barriga.

Depois, a envolveram com um longo manto que cobria a escassez de roupas. A perfumaram com fragrâncias também.

"Tudo pronto." Disse Baski.

Danika se olhou no espelho e por um breve momento, se viu como costumava ser. Princesa Danika.

"Você pode ir para os aposentos do Rei agora. Não é recomendável deixá-lo esperando." Baski afirmou encurvando-se.

Danika, porém, não disse nada. Ela queria desesperadamente perguntar a essas pessoas como 'o povo dela' estava. Ela não tinha visto ninguém de seu povo desde que a prenderam.

Eles também são escravos? Foram vendidos como escravos sexuais? Compartilhados entre as famílias ricas e privilegiadas de Salem?

Afinal, o pai dela tinha feito exatamente a mesma coisa com o povo de Salem. Ela estava preocupada, mas ao mesmo tempo sabia que não tinha o direito de estar.

Há coisas mais urgentes com as quais ela deve se preocupar. Como o fato de que o Rei de Salem, que a odeia com cada fibra de seu ser, está prestes a dormir com ela.

Ela parou em frente aos aposentos do Rei. Hesitante, olhou para a porta e bateu.

"Entre." Veio uma resposta curta. A voz profunda do rei reverberou por ela.

Ela abriu a porta e entrou. A luz iluminava a sala, as câmaras estavam repletas de ouro. Era uma linda visão, mas a situação não estava exatamente favorecendo o senso de exploração e apreciação de Danika.

Ela só conseguia olhar para o homem grande que ocupava um lado inteiro do quarto. Ela nunca tinha visto um homem na casa dos trinta tão extravagante como o Rei Lucien.

Observando-o enquanto ele mergulhava uma pena no tinteiro sobre a mesa, depois a removia e continuava a rabiscar no pergaminho à sua frente, era difícil acreditar que este homem já tinha sido um escravo.

Mas era verdade. Por dez longos anos ele suportou torturas indescritíveis nas mãos do pai dela. Agora, ele está se vingando.

Ele finalmente levantou a cabeça e olhou para Danika. Ele continuava segurando a pena e deu uma boa olhada nela.

A olhou fixamente, seus olhos percorrendo a pele dela como mãos, Danika estremeceu. O rosto e os olhos dele permaneceram os mesmos após a inspeção.

Um desprezo puro preencheu suas feições. Danika imaginava se aquele homem sabia o que é sorrir.

Lentamente, ele empurrou a cadeira para trás, ainda olhando para ela. "Tire o manto." Ele ordenou.

Danika hesitou.

Os olhos dele brilharam perigosamente. Enquanto lambia os lábios calculadamente.

Danika forçou suas mãos a se moverem. Ela removeu o manto de seu corpo, deixando-a apenas com as poucas roupas que usava por baixo.

Os olhos dele sempre encarando o rosto dela. "Vamos deixar uma coisa bem clara, Escrava. Da próxima vez que me dirigir a você, e se você não me responder direito, vou pegar um chicote e desenhar suas costas com vinte golpes. Fui claro?"

Os olhos de Danika ficaram atormentados. Mas ela os fechou imediatamente para que ele não visse o quanto ela estava afetada.

"Sim.... Mestre." Disse ela desafiadoramente. Uma palavra que deveria retratar submissão, demonstrava pura rebeldia.

Se ele percebeu, não disse nada. Levantou-se e, lentamente, deu a volta na mesa. Se apoiou nela e a encarou com olhos frios.

"Tire." Uma palavra. Uma ordem.

Toda a rebeldia desapareceu com aquela única palavra. "Por favor..." Ela sussurrou impulsivamente. Mas ela sabia que já tinha cometido um erro.

Como uma pantera, ele se aproximou dela, e ela teve que usar todas as forças para se manter firme e não se afastar dele.

Ele puxou o cabelo dela com tanta força que sua cabeça foi jogada para trás e ela mordeu os lábios para não gritar de dor.

Não havia nada além de remorso nos olhos dele. Apenas um ódio tão puro que a fez gelar. "Ou você tira a roupa ou eu chamo os guardas para te ajudar."

Suas mãos foram para o alto do pescoço e ela começou a desfazer os laços que prendiam a roupa.

Despida completamente, ela fez com que o manto caísse ao chão.

Suas mãos tremiam, mas ela as fechou em punhos. Ela não daria a ele a satisfação de vê-la toda humilhada e submissa.

Esta noite, ela perderá sua virgindade da maneira mais cruel, nas mãos do homem mais frio que ela já conhecera.

Mas ela aguentará com dignidade. Ela ergueu o queixo e esperou pela próxima ordem.

"Suba na cama. Fique de bruços. Abra as pernas." Não havia expressão nos olhos dele. Apenas ódio.

Ela subiu, ficou de bruços com a cara na cama e abriu as pernas. Fechou os olhos e esperou pelo inevitável, seus braços tremiam levemente.

Sendo otimista, tentou se concentrar no fato de que aquela era a primeira cama macia na qual ela deitava pela primeira vez em muito tempo. Ela permitiu que o prazer desse pensamento a envolvesse.

Então ouviu o barulho de roupas. O som de um zíper abrindo. Não demorou muito para que ela o sentisse vindo por trás.

Ele a agarrou pelos quadris, seus dedos beliscando a carne enquanto ela sentia seu pênis roçando em sua abertura. Os olhos dela se arregalaram ao sentir o pênis enorme dele.

Danika já conhecia a anatomia masculina, afinal, ela já tinha visto muitos escravos nus, mas nunca pensou que um pudesse ser tão grande quanto o que pressionava o corpo dela em busca de alguma coisa.

Ele deve ter encontrado o que estava procurando, ao grunhir em aprovação.

Enquanto ele ajustava os joelhos na cama, o pequeno prazer que ela sentia desapareceu completamente quando ele começou a colocar e tirar dentro dela.

Ela segurou um grito de horror enquanto as estocadas curtas que ele dava rapidamente se tornaram dolorosas, enquanto ela prendia a respiração, esperando o que estava para acontecer.

Respirando intensamente, ele a segurou pelos quadris, e tirou tudo de dentro dela, para empurrar de uma só vez com um impulso longo e forte, a penetrando completamente até o fundo.

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